Xperimental Shoes - Make a look

Xperimental Shoes - Make a look


O ano de 2013 está a terminar e, porque queremos entrar em 2014 com o pé direito, a Xperimental Shoes juntou-se ao nosso blog, para vos lançar um desafio!

Para participarem, só têm que seguir os seguintes passos:

♥ Ser seguidor do blog Pretty Exquisite via facebook (like);

♥ Ser seguidor da Xperimental Shoes via facebook (like);

♥ Enviar-nos uma fotografia, com o vosso look de passagem de ano, usando um par de sapatos Xperimental, para os e-mails info@xperimentalshoes.com e info@prettyexquisite.com (colocar Xperimental Shoes - Make a look, como assunto).


O passatempo acaba a dia 31 de Dezembro de 2013, às 23:59. O vencedor, escolhido por nós, será anunciado e publicado a 3 de Janeiro de 2014, juntamente com as restantes melhores fotografias, e ganhará um par de sapatos Xperimental, da nova colecção Primavera/Verão 2014.

Atentem nas regras de participação:
A entrega dos sapatos será feita com o lançamento da coleção de Primavera-Verão, e a sua escolha está limitada ao stock online existente;
O prémio não poderá ser reembolsado ou trocado pelo equivalente em dinheiro, e o vencedor não será ressarcido se não puder usufruir do prémio;
O envio deste giveaway está destinado apenas a moradas em território português e é da responsabilidade da marca.


Aproveitem e consultem os descontos especiais de Natal da Xperimental!

E por hoje, deixo-vos com o look da semana.












Óculos Bijou Brigitte  Casaco Vera&Lucy (loja de chineses)  Colar M Mooost (oferecido pela marca)  Malha Sfera  Vestido Asos  Cinto Parfois  Carteira Zara  Collants Calzedonia  Sapatos Xperimental Shoes (oferecidos pela marca)

Fotografia de Raquel Gomes


200 and something pairs of shoes- Part I

200 and something pairs of shoes- Part I


Fotografia de hotsneakersshoes.blogspot.com

Há quase um ano, tive uma ideia! A de fotografar e publicar os meus pares de sapatos, no Instagram e no meu Facebook pessoal.

Lembro-me de me aperceber que esta ideia iria soar a gabarolice, não cumprirndo assim, o propósito pretendido. Contudo, depois de anos a coleccionar calçado (alguns pares têm mais de 10 anos, note-se), deparei-me com o triste facto da existência de muitos pares que, à custa dos mais variados motivos, não estavam a uso com a regularidade suposta e devida. Havia outros tantos, que acabaram por ceder às intempéries e ao uso regular. Esta parca regularidade de alguns pares, tem a sua valência... O facto de poder comprar calçado barato, pois não se estragará, com a mesma facilidade que um par usado diariamente.

Mais do que coleccionadora, gosto de dar uso a tudo o que tenho, e por isso, este exercício foi estabelecido com o intuito de passar a fotografar, quase diariamente, um par diferente, sendo que a contra-partida seria, andar com o mesmo o dia inteiro.

Quase um ano depois, o número de pares fotografados (uma centena), ajudou o objectivo de variar mas, ainda assim, sendo que o ano é composto por 365 ou 366 dias, e sendo que a colecção já ultrapassa, embora eu não saiba exatamente quanto, os 200 pares, ainda estou longe de me sentir concretizada.

Hoje, partilho então convosco a primeira cinquentena :


Kling / Sem marca


Sem marca / Kling


Asos / Zara


Melissa / Parfois


Primark / Lefties


Bimba&Lola / Zara


Blanco / Parfois


Sem marca / Zara


United Colors of Benetton / Bershka



Sissei / Sem marca


Parfois / Office


Kmb. / Sem marca


Xperimental Brand (oferecidos pela marca) / Melissa


Pull&Bear / Zara


Chuck Taylor-Converse-All Star / Bimba&Lola


Zara / Asos


Zara / Primark


Doc Martens / Keds (vintage)


Sem marca / Parfois


Maçã de Adão / Adida-Gazelle


Chuck Taylor-Converse-All Star / Zara


Office / Prada


Absolutribut / Aldo


Zara / Sem marca


Bata / H&M

Quais são os vossos favoritos? Aguardem pelas partes II, III e IV!


Tratamento para cabelos muito secos e danificados

Tratamento para cabelos muito secos e danificados


Este trio de produtos veio comigo para casa, aquando a Expocosmética em Abril (!?!). O kit, adequado a cabelos muito secos e danificados, é composto por um champô reconstrutor, máscara reconstrutora e um creme com o mesmo fim, e foram oferecidos pela marca portuguesa Bioseivas - Lupa Biológica, a várias bloggers presentes no evento.  

Passados todos estes meses, e tendo inclusive a máscara terminado, posso dizer que foi uma marca que me surpreendeu pela positiva, já que, havia usado já a gama solar e, lembro-me que na altura, não fiquei impressionada.

Portanto, é um conjunto de tratamento que se adequa plenamente ao meu cabelo, que não estando estragado, é muito seco e por isso, queratina, é sempre bem-vinda, já que segundo a marca, a queratina preenche as escamas do cabelo e dá-lhe protecção. Todos os produtos seguem a mesma premissa da queratina e prometem conferir resistência, brilho e elasticidade ao cabelo, sendo que o creme reconstrutor protege o cabelo das agressões externas.

A primeira vez que usei estes produtos, não gostei muito, pois o cabelo ficou meloso. Para além disso, identifiquei o aroma pouco apelativo, com ambientador para armário, dos anti-traça. E o pior, (melhor para quem gosta) é que o aroma persiste no cabelo durantes dois ou três dias. Umas semanas mais tarde, resolvi dar uma segunda oportunidade e, apesar de o aroma ser o mesmo, consegui tolerá-lo e até gostar. Quem diria?! Mas fica já o aviso que quem não gosta de cheiros intensos, este não será de todo, um produto a experimentar. O meloso do cabelo, cheguei à conclusão que foi pelo facto de a máscara ser bastante intensa e necessitar, por isso, de ser muito bem retirada com água. Passei a ter mais cuidado a enxaguar no meio e atrás do cabelo e a verdade é que nunca mais aconteceu. 

Ou seja, ultrapassados os pontos iniciais menos positivos, acho que é uma linha simpática, que deixa o cabelo cuidado e brilhante. Não sendo a melhor marca que já experimentei, é um orgulho ser portuguesa e acho que vai no bom caminho!


Rotina nocturna de beleza - Colunex

Rotina nocturna de beleza - Colunex


Hoje não vou falar de cremes, séruns, nem produtos de pele... Contudo, considero que o assunto faz parte de uma rotina de beleza que devemos adoptar durante a noite: a escolha correcta de uma almofada e respectiva fronha. Se passamos horas a dormir em cima da cara, não há creme no mundo que nos salve das marcas e vincos no rosto que, com a idade, tendem a acomodar-se indesejavelmente.

Foi no seguimento desta preocupação, que escrevi um post sobre a importância da escolha de uma fronha macia e de boa qualidade, na tentativa de minimizar este facto. Lembram-se deste post? Pois é, a Colunex concordou comigo e convidou-me a visitar a loja da marca no NorteShopping, com a promessa de que iria conhecer produtos que contribuem para uma noite de sono de qualidade. A loja é sóbria e despojada, mas cheia de coisas bonitas e de boa qualidade e logo que lá entrei, a vontade foi de me atirar para cima de uma cama! Como aliás, sempre acontece neste tipo de lojas!

Ora bem, dorminhoca como sou, e com a consciência de que a compra da fronha de seda, não tinha resolvido a 100% os meus problemas com as marcas e vincos no rosto, foi com grande expectativa que cheguei à Colunex. Fui recebida pela muito simpática e atenciosa Carla, que me mostrou a loja inteira, com especial atenção dada às almofadas mas, ainda assim, deu tempo para deitar naquela cama articulada. No momento em que a Carla me elevou os pés, senti-me a flutuar e desejei ter algo assim em casa. Se aquilo fez maravilhas pelas minhas pernas cansadas, em minutos, imagino o que será dormir ali todos os dias: Um sonho, literalmente!





A seguir à cama, o que mais gostei de conhecer e testar, foram as almofadas. Há para todos os gostos e tamanhos, espessuras e rigidezes, forradas por fronhas macias e que, supostamente, proporcionam um sono repousante e não marcam a pele. 

Em especial, gostei desta almofada anatómica, bastante peculiar, já que sempre usei almofadas de recheio macio e fofo (natural ou artificial). Acontece que esta em particular, à qual a Carla chamou de  "bamboo", é recheada de tubinhos de polietileno perfurados soltos e semi-rígidos. A estranheza inicial, deu lugar à admiração perante a explicação da Carla para este facto: os tubos permitem a circulação do ar e a sua lavagem, o que a torna numa almofada para a vida. Permite ainda permite dosear a altura da almofada e o seu apoio, manipulando o amontoamento de tubos que se faz, antes de acomodar a cabeça e o pescoço.

A almofada leva ainda uma fronha toda aerodinâmica, feita de uma malha fofa e fresca, com propriedades anti-microbiais e anti-fúngicas, a qual, para além de ser feita de um tecido amigo do ambiente, não amarrota. 


Portanto, desde há cerca de três semanas, que andamos a usar esta almofada (oferecida pela marca) com a fronha de seda e, esta junção não podia ser melhor! Muito confortável, apoia o rosto de maneira a que este não afunde e, mesmo eu, que sou provida de bochechas imensas, nunca mais acordei com nenhum vinco. Claro que isto é um bónus, já que o objectivo da almofada é garantir e apoiar uma postura correcta durante o sono.



Queria apenas rematar com um agradecimento à Colunex (e em concreto à Isabel), pelo convite e pelas ofertas, e dar os parabéns à marca por fazer parte da produção portuguesa de qualidade!

Máscaras de Pestanas - Maybelline

Máscaras de Pestanas - Maybelline


Há umas semanas atrás, andava em arrumações aqui em casa e chegou a hora de organizar as máscaras de pestanas. Fiquei um bocado chocada com a quantidade de produtos da mesma natureza que consegui acumular, e coloquei uma foto no instagram. Como houve meninas que me fizeram perguntas sobre o assunto, e a verdade é que não me lembro de ter feito algum post sobre máscaras de pestanas na história deste blog, achei que tendo em conta que é "apenas" dos produtos mais importantes numa maquilhagem, já era hora de dedicar algumas linhas a falar sobre isto. Para além disso, reparei que muitas das máscaras que tenho, já nem sequer estão em condições de ser usadas e algumas até já foram descontinuadas, mas a minha veia acumuladora não me deixa deitá-las fora. Este post será, portanto, a minha última homenagem às mesmas. E paz às suas almas.

Como o número destas amigas ascende a mais de três dezenas, achei por bem dividir o tema por marcas e, assim, o meu primeiro post vai para a Maybelline. Pela ordem visual, tenho a Great Lash em Very Black,  a Pulse Perfection, a Classic Volume Express e a Lash Styletto Volume.


Great Lash - É das máscaras favoritas entre as americanas (de acordo com a marca), vá-se lá perceber porquê. A escova é normal e o resultado não é extraordinário. Tem ainda algo que odeio, que é o facto de, para o resultado normal que faz, custar a retirar pois deixa as pestanas impregnadas em produto. Onde ele anda, não sei porque não se vê, mas que é das máscaras que mais custa a retirar de uma vez, é um facto. A fórmula fluida tem vantagens e desvantagens, pois se por um lado não acumula nem fica com grumos, por outro, basta um leve pestanejar de olhos, para sujar logo a pele.

Pulse Perfection - Esta é das minhas máscaras favoritas de todo o sempre. (Posso dizer que tenho ali três e não acharem que sou maluquinha?). Gosto da escova, apesar de saber que não reúne admiradoras, do produto que deixa as pestanas bem trabalhadas e, ainda, do facto de ela tremer. Sim, ela tem uma pilha no aplicador que faz uns tremeliques (diz que 7000 por minutos) e favorece assim, o ziguezaguear do mesmo na hora de construir umas pestanas de sonho. É uma opção low cost da Ôscillation da Lâncome, já que custa um terço do preço.

Classic Volume Express - Como o próprio nome indica, é específica para dar volume às pestanas. Para mim, não é um produto digno de nota, mas para quem procura máscaras de resultado natural, pode ser uma opção simpática. 

Lash Styletto - Se a máscara anterior dá volume, esta dá alongamento e volume e é à prova de água.  Promete fazer pelas pestanas, o que os stylettos fazem pelas pernas. Gosto sobretudo da escova em forma de S que agarra todas as pestanas, mesmo as mais curtas e, não sendo a melhor máscara do mundo, fica em segundo lugar de preferência das que aqui apresentei.

E vocês, têm alguma máscara favorita desta marca?

6 days of solitude - Amesterdão

6 days of solitude - Amesterdão


Fotografia: weheartit.com

Provavelmente estão admirados, com o tempo que demorei a escrever este post...

Amesterdão foi a última paragem mas, apesar dos quatro dias previstos, a estadia alongou-se para seis e já vão perceber porquê!

A partir daqui, mais uma vez a viagem da Ryanair correu maravilhosamente bem. Acho que algumas das novas regras já estariam em vigor nesta altura pois, e apesar de passar as viagens a dormir, não ouvi os habituais megafones a tentarem impingir os hamburger-pizza-cachorro-raspadinhas e sei lá bem mais o quê.

Chegada a Eindhoven, e após uma breve conversa com as meninas do Starbucks, que acharam imensa piada aos meus planos de viagem, tomei conhecimento de que tinha que apanhar um shuttle até à estação de comboios. A viagem, que normalmente demora 15 minutos, demorou 1h. Estava mau tempo e o trânsito lembrou-me o Porto, em que tudo se descontrola, nos primeiros dias de chuva, mas hey... eles já deviam estar habituados não?

Da estação de Eindhoven, apanhei um comboio de dois andares até Amsterdam Sloterdijk. A viagem durou cerca de duas horas e foi penosamente silenciosa, porque tive a infelicidade de escolher uma cabine onde não se podia fazer barulho, de todo! Contudo, a paisagem cinzenta e verde é agradável e, não fosse a mochila, já pesada, que não tirei das costas + o trolley, e teria dormido mais uma sesta.

À chegada, tinha a bela Inês à minha espera na sua bicicleta. Descobri rapidamente que esta paragem de comboio, ficava a 7 minutos, a pé, de casa dela, e a 6 minutos, de comboio, de Amsterdam Centraal.

Chegadas a casa, numa zona residencial com casas amorosas e de luz quente, onde se consegue ver os seu habitantes a cozinhar ou a ler, dou de caras com várias bicicletas amontodas à entrada, encostadas a uma árvore com maçãs vermelhas e três gatos. Parecia que tinha chegado a um conto da Disney.

Ao entrar em casa, a primeira coisa que fiz, sob a orientação da Inês, foi tirar os sapatos e deixá-los virados para a rua, juntamente com os de toda a gente da casa, e calçar umas pantufas. É política geral, disse-me ela.

A Inês partilha casa com mais quatro pessoas, o Michael, o Ado (em seis dias nunca consegui pronunciar o nome dele corretamente, por isso optei pelo diminutivo), o Francesco e a Ana, portuguesa, que descobri já me ter dado algumas dicas, no post anterior à minha viagem. Obrigada Ana!

Pousadas as coisas, desta vez no quarto mais pequeno de uma casa com três andares e jardim maravilhosos, era mais do que hora de ir ao supermercado, para fazer o jantar. "Vamos de bicla!" disse a Inês com a maior das naturalidades. "Eu já não ando de bicla há mais de 10 anos!!!"... Convencida de que não tínhamos muito tempo, antes do fecho do Albert Heijn, foi com muito nervosismo que me pus em cima da bicicleta. Ainda sabia andar e mais do que isso, consegui ir e vir carregada de compras, sem incidentes. Hurray!

O dia acabou à boa moda portuguesa, de volta da mesa de jantar, com uma refeição preparada por mim, e muita risota e conversa posta em dia.

(Entre Eindhoven e Amesterdão, confesso que nunca tinha visto tantos rapazes bonitos por m2)


Dia 1

Na primeira manhã chuvosa (de muitas), acordei mais cedo para preparar os meus ilustres pequenos almoços, com aquilo a que o Michael se referia como sendo: the good bagels.

Explicações dadas, e uma vista de olhos pelo mapa e o guia le cool, cedidos pelas meninas da casa, parti com a Ana para Amsterdam Centraal. Ela de bicicleta e eu a pé e de comboio. A vontade de pedalar já era muita, mas para quem não conhece ainda a cidade, pedalar e consultar o mapa, não será com certeza tarefa fácil, plus, apesar da minha descoordenação motora, já me dei por feliz de não estar constantemente a pisar a área dos ciclistas. Neste trajeto e orientada pela Ana, pus a minha veia ilegal em marcha. A distância de um ponto a outro é de seis minutos, uma paragem, ou seja, nunca paguei viagens de comboio, pois o máximo que te podem fazer é expulsar-te do mesmo, na paragem seguinte, que é só aquela para a qual tu queres ir, na ida e na volta. 

Fomos beber um cappuccino ao Latei, um café/pub onde tudo está à venda, desde a comida aos móveis e decoração que utilizas. Já tinha visto imagens, na noite anterior, através deste vídeo, e qual não foi o meu espanto ao encontrar o narrador (Ruben), também ele a tomar pequeno-almoço aqui.


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Acompanhei a Ana ao pub onde ela trabalha, o In de Olofspoort, e segui caminho, pelo Red Light District. Estabeleci um compromisso com o tempo de não ceder às capas transparentes, de plástico horríveis, e estava preparada para passar os meus dias encharcada, coisa que aconteceu em quase todos.

Passei o dia entre Dam, Waterloo Plein e Nieuw Markt. Foi um shopping spree dos diabos, intercalado com Stroopwafels (google it) e outras delícias holandesas, e ainda uma visita ao Amsterdam Museum ("de grátis", porque levava comigo o cartão da Ana). Aviso: para quem gosta de vintage e segunda-mão... NÃO VÃO A AMESTERDÃO !!! Na Time Machine, uma das dezenas de lojas vintage existentes, a dona há muito se indagava a respeito do comprador desta camisola de pele, com um gato, pois claro! "I was wondering who whould buy this one!"

Ao fim da tarde, repousei no bar da Ana e aqueci-me com uma espécie de bagaço frutado (Wallengang), que existe em vários sabores. A minha escolha, claro está, recaiu sobre o de frutos vermelhos. A dona do bar, uma bonita senhora loira de 60 anos, que me lembrou vagamente uma Catherine Deneuve, perguntou-me em holandês se eu era actriz. Traduções feitas pela Ana e saí do bar mais quentinha e corada. "Quero viver aqui uns meses", foi a ideia que se começou a afirmar na minha cabeça.

Os planos da noite passaram por um jantar, novamente cozinhado por mim, e uma ida a casa de uns amigos, maioritariamente italianos e arquitectos, para uma despedida de um deles, que se ia mudar para o Dubai.

Quando tinha companhia, as viagens eram feitas de bicicleta e, também habituais, começavam já a ser os meus looks encharcados... Quando chegamos ao destino, a Maria (uma das donas da casa) ofereceu-se, gentilmente, para pôr as minhas calças de denim (também uma novidade para mim) na máquina de secar, e emprestou-me umas dela. É divertidíssimo estar numa festa, em que toda a gente está de peúgas, sem sapatos. "I wonder if i can pull this off in Porto?"

Conheci imensa gente nessa festa! Entre os arquitectos, o joalheiro Luca, também italiano, com quem ainda mantenho contacto a respeito de possíveis parcerias. É caso para dizer "Italians do it better!"










Dia 2

Lembram-se de ter dito aqui para não deixar a noite de copos para o penúltimo dia? Bom, na verdade nenhum dia é bom para o efeito, porque o dia a seguir fica arruinado.

Acordamos tarde e fizemos brunch no jardim, aproveitando as 2h de sol que nos foram permitidas. Nunca mais lhe vi as graças até ao fim da viagem. Nessa tarde, a ideia de adiar o regresso, já começava a ganhar forma. Afinal de contas, pela primeira vez em todas as viagens que fiz, senti que conseguia viver e trocar, ainda que por um período pequeno, o meu adorado Porto. Paralelamente, já só tinha o resto da tarde de Sábado e o Domingo para aproveitar, pois o regresso estava marcado para bem cedo, na madrugada de Segunda-feira.

Depois de concertadas as bicicletas, atravessamos a cidade de Amesterdão toda, com destino a Roest, uma zona industrial com um grande pavilhão povoado por bancas de produtos em segunda-mão, de autor e comida. Aqui, fui convidada a ser fotografada para um projeto do Maarten Van der Kamp. Aparentemente faltavam-lhe meninas de cabelo curto, e o resultado foi este:


Regressados a casa, foi altura de voltar a cozinhar para seis e voltar a sair, desta vez para o Pacific Parc, uma discoteca alegadamente rockabilly, mas que nessa noite nos presenteou com música latina. Nada que não tivesse sido contornado, depois do primeiro gin!

Chegada a casa, adiei a viagem de regresso, desta vez com partida do Aeroporto de Schiphol, a uma distância de 10 minutos de comboio, de "minha" casa.










Dia 3

Ao acordar, não podia estar mais contente com a mudança de planos! No Domingo, o tempo ciclónico impediu-nos, até aos residentes mais do que habituados às intempéries, de sair de casa. Depois de quase termos sido abalroados, na ida ao supermercado, o dia foi passado em casa, com comfort food (Olá Speculoos, e adeus manteiga de amendoim!) e um documentário sobre o Banksy.



Dia 4

Comecei o dia no famoso Winkel, o espaço que tem a melhor tarte de maçã que alguma vez já comi (Obrigada Fred!) e perdi a manhã na zona de Joordan, que para além das casas de boneca, lojas de design incríveis, um museu de malas e outro de óculos de sol (aiiii), aloja o museu de Anne Frank, espaço que não visitei pois a fila dava a volta ao quarteirão. Bummer!

O resto da tarde foi passado nas Haarlemmerstraat e Haarlemmerdik, que posso seguramente dizer, serem as ruas mais cool que visitei em Amesterdão. Lojas de segunda-mão/vintage, lojas de design, livrarias, restaurantes e até um cinema à moda antiga -The Movies- foram algumas das razões pelas quais me deixei ficar horas à deriva.

À noite, o Francesco levou-me numa visita noturna pela cidade, tendo a mesma terminado, após uma breve passagem pelo Paradiso, no Café Brecht, um espaço hipster, com gente mesmo bonita e simpática, onde as tapas foram o nosso jantar.

Teria sido o perfeito final de noite, não tivesse eu atirado ao chão uma cachopa holandesa que ia à boleia na parte de trás da bicicleta do namorado. Se "presunção e água benta, cada um toma a que quer", eu definitivamente devia ter acrescentado aqui o excesso de confiança em guiar uma bicicleta. No entanto, consegui não cair e o episódio foi contornável pela prontidão e simpatia da miúda.











Dia 5

O último dia (útil) foi passado a rever alguns dos mercados de Waterloo Plein, Nieuw Markt, o mercado das flores, Bloomenmarkt, que a meu ver deixa muito a desejar, a zona de Rembrandt Plein, tendo culminando no Foam, museu da fotografia. À noite, o cavalheiro Francesco presenteou-me com aquilo que seria a melhor refeição, italiana, pois claro, que já tive no The Pizzabakkers.

Com o bandulho mais cheio do que o aconselhado, reunimo-nos com o resto da malta da casa e fomos à Ping-Pong Night, onde se tem oportunidade de jogar da forma normal, ou em simultâneo com dezenas de pessoas em círculo, sendo que as mesmas vão sendo eliminadas, à medida que as bolas se perdem no chão ou outras situações semelhantes (desconheço as regras do ping-pong).











Dia 6

Na manhã seguinte, foi uma Diana muito tristonha e preocupada com o peso das malas (não excedi o peso e ainda trouxe a sobrar, yay!) que se dirigiu, na companhia da Inês e da Ana, ao aeroporto.

Chegada ao Porto, para além do calor ainda presente e da chuva, tive a distinta sensação de dever cumprido. É certo que ficou muita coisa por ver em todas as cidades, mas a verdade é que no que concerne a Amesterdão, tenciono voltar para estudar e trabalhar num cafézinho qualquer, muito em breve. O que mais me fascinou na cidade para além da evidente beleza, apesar do tempo, foram as pessoas de espírito e/ou idade jovem, a qualidade de vida em andar de bicicleta, a limpeza de tudo, o grande e cosmopolita no pequeno e familiar... Smitten!

No que diz respeito à viagem em si, não houve medos, inseguranças, ou todas as outras coisas que tanto receei antes da partida. Correu tudo tão bem que me arrisco a dizer que: não CASO, mas QUANDO voltar a ir sozinha, não estarei minimamente preparada para circunstâncias negativas. Ou seja, do desenvencilhar não aprendi rigorosamente nada. Aprendi sim, que consigo estar só comigo mesma, consigo conviver com pessoas muito diferentes, fazer coisas fora da minha área de conforto e que, como alguém há muitos anos me disse, tenho alguma coisa que toma conta de mim, pois pareço estar muitas vezes à hora e sítio certos, e isso é aquilo que eu traduzo em Serendipity.

As saudades são ainda o meu calcanhar de Aquiles, mas foram devidamente minimizadas com os telefonemas, mensagens e fotografias que fui trocando com a família e amigos. Quando regressada, os primeiros dias foram de alguma estranheza e melancolia. Estava em casa mas sentia ansiedade de partir outra vez, ou ao que os entendidos chamam de Wanderlust. Aos poucos tudo foi voltando ao normal.






Se quiserem ver mais fotografias mal amanhadas, espreitem aqui: @dianavinhaprettyexquisite


Pretty made me Prettier - Mariana, a Miserável

Pretty made me Prettier - Mariana, a Miserável


A minha modelo desta semana é a Mariana, a Miserável, uma menina artista super talentosa e dona de uns olhos azuis lindos, lindos com as maiores pestanas que já maquilhei. (Podem ver o seu trabalho aqui). A Mariana queria uma no make up, make up, mas eu não resisti a  levar as coisas por outro caminho! Prometo que fica para a próxima que a conseguir apanhar na minha cadeira...e olhem que não foi nada fácil!


A pele começou por ser preparada com o Clarins Gentle Exfoliator e a pré-base da Make Up Forever High Definition Primer. O esfoliante anda em fase de testes, mas vejam o que diz a Sara do blog Make Down sobre o assunto aqui . Em seguida, a base eleita foi a minha favorita de todo o sempre da Dior, a Diorskin Natural Glow Hydrating Make Up, ideal para peles secas e para o tempo frio, pois dá conforto e acarinha a pele. Apliquei o Becca Shimmering Skin Perfector nas maçãs do rosto para luminosidade e o blush em creme da Chanel na cor 65 Affinité.


As olheiras e algumas imperfeições foram tratadas com o Mac Mineralize Concealer e o Make Up Forever Full Cover e, passei uma névoa do Shiseido Lumininzing Satin Face Color WT905, pelo rosto todo para selar os produtos cremosos e dar alguma luminosidade geral.




Guardei a cor para aplicar nos olhos e usei a sombra em pó solto da Da Vinci Cosmetics, na cor Mona Lisa e fiz uma linha de eyeliner com o Mac Blacktrack Fluidline, que foi esfumada depois. No canto interno do olhos usei o brilho da sombra Star Powder 90902 da Make Up Forever e passei o lápis Clarins Eye Pencil na cor Copper, na linha de água. A máscara usada foi a Dior Diorshow. As sobrancelhas foram ordenadas com o Shavata Brow Tamer e nos lábios, apenas um batom de um rosa bonito Chanel Rouge Allure Adorable (adorável como a Mariana, pois claro).

Obrigada Mariana, porque eu sei que custou!

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