Enzime Therappy

Enzime Therappy


Aqui há umas semanas fui experimentar um novo tratamento facial no I love Skin Beauty, um espaço super acolhedor dedicado apenas ao cuidado da pele do rosto! Já lá tinha ido experimentar uma massagem facial divina, de que falarei oportunamente e, na altura, em conversa com o Jorge (que é enfermeiro e formado em técnicas de tratamento facial) sobre a minha preocupação com a rosácea, foi-me aconselhado fazer a Terapia Enzimática da DMK.

Seguindo a recomendação feita e, ainda que ande a fazer tratamento a laser com o mesmo fim (caramba, se esta rosácea não me "deslargar" com tanto cuidado, está o mundo perdido!), resolvi investir no tratamento de gabinete que consiste numa máscara com enzimas a qual, e de acordo com a informação do protocolo, ajuda a melhorar o funcionamento da pele em termos de circulação, tonificação e oxigenação.

O tratamento é relativamente simples em termos de etapas, começando com a limpeza da pele e culminando com a aplicação de uma máscara líquida com consistência de clara de ovo (na verdade, contém albúmen), a tal que dá o nome ao tratamento e que basicamente me transformou num zombie fofinho enquanto vai reagindo e se sente a pele " a apertar" cada vez mais! É, portanto, um misto de borbulhagem na pele com um efeito tensor poderoso, que tornam esta experiência em algo muito peculiar e aprazível.

No final, e depois de eliminado o produto, em algumas zonas, consegue-se perceber os capilares dilatados e a pele pulsante! Passados uns minutos, esse efeito desaparece e a pele fica apaziguada, luminosa e super hidratada.



Para continuar o tratamento em casa, e tirar partido pleno da terapia, foi-me gentilmente oferecido o kit de produtos Age Management em tamanho convenientemente compacto para fazer a cura, e ao qual fui fiel durante cerca de duas semanas, e que consiste no seguinte:


-milky clean &pure (*) é um leite de limpeza cremoso e simples que lava muitíssimo bem a pele, sem a deixar a penicar nem desconfortável. Como não me tenho maquilhado, não sei qual é o poder nesse requisito mas, para eliminar tudo o resto, é muito boa.

-herb&mineral spray (*) é um dos meus produtos favoritos de todos, já que não só cheira muito bem como deixa a pele super hidratada e fresca! Em termos de performance é fininha e leve, como uma boa bruma deve ser e, no que diz respeito aos ingredientes, tem uma data de coisas boas como vitaminas, minerais e funciona como introdutor dos activos que se seguem.

-seba-E oil (*) foi outro dos meus favoritos, ou não fosse eu viciada em óleos faciais. Este ajuda a selar a hidratação, como de resto a maioria faz, e ajuda a combater a secura e carência de lípidos da pele. Usado em combinação com a bruma, ajuda a restabelecer o manto hidrolipídico da pele que é como quem diz, a barreira protectora. Subscrevo estas alegações pois de facto, esta dupla resultou fabulosamente bem na minha pele sedenta de lípidos, retribuindo com viço e radiância!


-super serum antioxidant (*) tem a finalidade é reduzir a pigmentação, inflamação e linhas finas e rugas. Não achei que tivesse grande impacto em linhas nem na pigmentação mas na redução da inflamação, sem dúvida!

-biogen c cream (*) é um creme finalizante que ajuda a estimular e a despertar peles apagadas e preguiçosas, sendo que ajuda também na oxigenação e reforço dos capilares.

{O tratamento foi pago por mim, mas os produtos foram-me oferecidos pela I love Skin Beauty, a quem reconheço o amor ao serviço da beleza e o empenho em cultivar peles bonitas.}

geek & gorgeous

geek & gorgeous


Descobri a Geek&Gorgeous assim um bocado por acaso, numa daquelas pesquisas por ingredientes, numa farmácia online. Andava eu à procura de séruns com niacinamida quando dou de caras com esta marca, muito bem apessoada e com preços apelativamente baixos. A Geek&Gorgeous é uma marca vegana húngara muito fresquinha no mercado e que me conquistou, desde logo, pelas embalagens simples mas bonitinhas e sobretudo, pela clareza dos ingredientes activos que podemos encontrar em cada um. Na formulação não encontramos fragrância, nem álcool, nem óleos essenciais mas encontramos uma série de activos dos bons, que é aquilo que interessa!

Quis testar antes de vos dar a conhecer, não fosse dar-se ser daqueles casos onde o barato sai caro e não valer a pena. Mas vale, e muito! 


Começo pelo único produto que ainda não testei pois quando comprei, não percebi que era tão pequeno e acabei por guardá-lo para uma viagem, sabe-se lá quando! Então, a Geek&Gorgeous tem uma lista de tónicos esfoliantes, que é a minha forma preferida de fazer esfoliação e eu, com base no perfil da minha pele escolhi o Calm Down- existem ainda o Chear Up e o Smoth Out. Este tónico contém poli hidroxiácidos - aka PHA - que é um parente mais suave dos alfa hidroxiácidos e que têm como função o de remover células mortas da superfície da pele. Para além disso, como contém ácido salicílico, possuí igualmente uma função anti-inflamatória.


Depois, comprei três séruns: O aPAD Tem uma textura super fina que fica em nada depois de absorvida e que tenho combinado com o creme Azelac da Sesderma, a ver se ajuda nas manchas que tenho em cima da rosácea. Este sérum usa um derivado do ácido azelaico que diz ser muito bem tolerado pela pele, que confirmo, e está adequado a peles com imperfeições, pigmentação e vermelhidão.


Depois, comprei também o HA 5 na versão rich (há a versão light, para peles oleosas) um sérum cujo objectivo é o de hidratar a pele e que combina 5 versões de ácido hialurónico. Este tipo de séruns convêm a todas as peles, de todas as idades e pode perfeitamente ser combinado, na mesma rotina, com outro tipo de ácidos. Podem também misturá-lo no creme, ou na base de maquilhagem, por exemplo.

O último sérum que comprei foi o B-bomb, que tem como ingrediente estrela a niacinamida que descobri ser muito benéfica na minha pele no que toca a paziguar borbulhinhas pós-retinol. Niacinamida é um ingrediente muito interessante para pele com acne e poros, e que sofra de hiperpigmentação.

A marca conta com mais umas coisinhas janotas, como o sérum com retinal ou o sérum de vitamina c, que tenciono experimentar, muito em breve, porque adorei tudo o que estou a usar da marca, neste momento!

Deixo-vos com uma tabela muito simples e clara com os ingredientes que devem procurar consoante as necessidades da vossa pele.


Fonte: geek&gorgeous

nuxe nuxuriance gold

nuxe nuxuriance gold


Recebi esta linha nuxuriance gold da nuxe há mais de um ano mas só agora a consegui por em acção. Sim, às vezes demora este tempo todo. Pois bem, eu gosto muito de todos os produtos nuxe que usei até hoje e acho a marca muito sensorial e agradável de se usar, com boas texturas, aromas marcantes e embalagens que conquistam pela simplicidade.

A nuxe já tinha a linha anti-idade nuxuriance ultra, que é a verde, mas lançou entretanto a nuxuriance gold que tem uma abordagem mais nutritiva, cujos ingredientes estrela são o açafrão e extracto de Bougainvillea. As embalagens são muito bonitas numa combinação de vários tons de dourado, potes maciços mas delicados ainda que, embalagens abertas nunca reúnam a minha preferência na hora de armazenar produto por considerar que  acontece deterioração de princípios activos e contaminação, pelo contacto com o ar e as mãos. Há outro detalhe que me desagradou, e que se prende com o perfume que é muito intenso. Não que seja mau, que não o é, mas desabituei-me de usar coisas muito perfumadas e agora, custa-me um bocado voltar a elas. Olhando para a lista de ingredientes, perfume vem antes do ácido hialurónico, e isso nunca é um boa bitola em cremes que se querem de qualidade!


Começo pelo creme de olhos -radiance eye balm (*)- que foi o primeiro que usei por me ter entusiasmado com a nomenclatura "baume", e me levou a idealizar um produto rico e untuoso. De facto, é bem mais denso que um creme normal  para o redor dos olhos mas, ainda assim, não tem a "oleosidade" que estava à espera. 

Já o Nuxuriance Gold Nutri-Revitalising Serum (*) tem uma textura muito aprazível e sinto que deixa a pele equilibrada mas sem pesar. De todos, tem o tipo de embalagem que vai mais ao encontro do meu agrado, airless e estanque. Aplico de manhã e noite, antes dos respectivos cremes e é, sem dúvida, o meu produto preferido de toda a gama. Deixa a pele luminosa, saciada e nutrida!


Passando para a dupla de cremes, que a linha disponibiliza na versão diurna e noturna, temos então o  Nutri-Fortifying Oil-Cream Nuxuriance Gold (*) e o Nutri-Fortifying Night Balm Nuxuriance Gold (*) os quais são, na minha opinião, muito idênticos. Nestes dois cremes, a fragrância é mesmo muito intensa, o que me desagrada, mas em termos de texturas, são muito confortáveis sendo o creme de dia uma versão mais ligeira que o da noite. Acho estes cremes bons para peles (extremamente) secas, não apenas as maduras, que carecem de lípidos e de nutrição, e peles apreciadoras de texturas ricas e untuosas.

cuidados de pescoço para textura e flacidez

cuidados de pescoço para textura e flacidez


No directo que fiz na semana passada com a Sara do blog Make Down, onde relatamos e pusemos em prática a nossa rotina noturna de beleza, o cuidado de pescoço foi tema bastante perguntado por quem nos estava a assistir. Não é para menos, já que tratar da zona deve ser das tarefas mais inglórias no que à beleza diz respeito e será, talvez, da área a que só prestamos atenção quando a coisa começa a descair e a ficar notoriamente má.

No meu caso, pela morfologia do meu rosto, cedo vi que essa zona me ia ser problemática e comecei a tratar logo do assunto com produtos próprios que fui mencionado por aqui. No entanto, a idade vai-se instalando e aquilo que era uma previsão começou a materializar-se e, sem dúvida que noto algumas manifestações de envelhecimento a instalar-se  como alteração da textura da pele, vincos mais profundos e alguma perda de definição na ligação pescoço-rosto. Se isto me chateia? Claro, anda uma pessoa há anos a tentar protelar a coisa e agora, parece que veio para ficar, sem dó nem piedade. No entanto, a luta continua e irei persistir na dedicação que dou a esta zona e por isso, hoje trago os produtos específicos que aplico. Um bom ponto de partida é estender todos os cuidados que aplicamos no rosto à zona de pescoço e colo, tentar melhorar a postura (a minha anda péssima) e sorrir, muito, que ajuda a esticar tudo!


Em termos de cuidados específicos tenho de momento estes dois. O Neck Elasticity da NIOD promete melhorar a hidratação, a textura e promover a elasticidade. Mas, esta marca, no geral, tem sido uma decepção e este produto não é excepção. Tem uma textura gelatinosa que não é a mais fácil de espalhar e suja bastante a roupa pelo que o tenho guardado para à noite. Ele tem um protocolo próprio, já que supostamente faz parte de uma rotina NIOD, mas combinado com produto de outras marcas sugere que se use após um sérum e antes de um creme.

Tenho também o Neck Line Correct Serum da Martiderm (*via sweetcare) do qual gosto bastante, desde logo pela textura fluída e fininha que desaparece rapidamente após a aplicação. Para além disso, nutro um fraquinho pela marca, que nunca me decepcionou. Ora bem, o produto defende as suas valências em termos de firmeza, tom, rugas e duplo queixo.  Honestamente não acho que este produto, nem nenhum em boa verdade, tenha poder de eliminar um duplo queixo mas acredito, e tenho sentido que no que toca a hidratação o seu efeito é mais notório.


No entanto, de todos os produtos que uso, o NeoStrata Skin Active Retinol + NAG Complex formulada com 0.5% de retinol é daqueles que noto de forma evidente a melhoria que aporta à pele. Este produto tem uma textura em gel que aplico uma a duas vezes por semana (mais que isso fico com a pele muito sensibilizada) e, ao fim de 2 ou 3 dias, fico com a pele a esfolar e é nessa altura que percebo o impacto que tem em termos de textura da pele. A embalagem estava a dar as últimas para a fotografia, daí que a tenha cortado (sim, eu corto todas as embalagens, incluindo amostras), mas tenho a certeza que a ele voltarei, logo que termine outros produtos com retinol que ali tenho a ganhar vez.


Uma das razões que me levou a empenhar um rim e comprar o nu face, foi exatamente pela suposta capacidade de tratar firmeza, em particular, a do pescoço. Este aparelho de microcorrente diz ajudar no contorno para tonificar e refirmar a pele através de uma corrente de baixo nível, que estimula tecidos e músculos faciais. Se não o tivesse visto num vídeo da Lisa, possivelmente não o teria comprado mas, se ela gosta e recomenda, a pessoa tenta comprar. O aparelho vem com um protocolo de uso, o qual recomenda o uso diário de 5minutos que pode ser direccionado para a melhoria em geral dos volumes do rosto e pescoço, ou para zonas mais necessitadas de tratamento. Eu, uso sobretudo na linha do maxilar e pescoço, pois é aí que sinto ser mais precisa a sua acção. No pacote inicial vinha um gel condutor da corrente, que se finou há séculos, e por isso, passei a usar algo semelhante de aloe vera (sugestão também da Lisinha) que não só funciona muito bem, como é muito mais barato e com a benesse de acalmar a pele. Usei bastante tempo um da Holika Holika mas no momento, ando a usar este Farma Dorsch. Em termos de resultado, ela jura a pés juntos que vê resultado mas eu, por outro lado, sinceramente não consigo afirmar isso com tanta certeza. Eventualmente alguma coisa fará e é a isso que me agarro para continuar  investir os tais 5 minutos diários.


Por último, esta máscara  de pescoço e colo da innisfree é o verdadeiro lençol para embrulhar toda a zona adjacente ao pescoço e contém coenzima q10 que melhora a elasticidade da pele. Sem dúvida que a máscara é óptima, a pele fica fresca e hidratada! E ainda, um dos primeiros massajadores faciais que comprei, este da YSL que serve para "puxar" a cara toda, e afinar os contornos do maxilar, é janota, sobretudo se usado frio. Não julgo que tenha um efeito dramático mas sinto que ajuda a estimular a pele e a deixá-la mais revigorada.

ouai haircare

ouai haircare


Não sou muito de usar produtos de styling porque se, por um lado, o cabelo fica mais giro, é certo, depois dá-me a sensação que fica sujo mais rápido o que me obriga a quebrar a regra de lavar o cabelo apenas uma vez por semana. Assim, se é comum encontrarem por aqui referência a produtos de tratamento, de styling arrisco a dizer que talvez seja mesmo a primeira. Mas, uma vez que comprei este trio da ouai para testar e que até gostei, vamos então a umas palavrinhas sobre os mesmos.

ouai é a versão menos formal de dizer sim em francês e foi criada pela Jen Atkin, uma hairstylist de celebridades, pela qual não nutro particular simpatia, é certo, mas que não significa que os produtos não sejam bons. Adoro o packaging e as cores ainda que, muito rapidamente e pelo uso, fiquem bastante desbotadas e sujas. Para além disso, todos têm um aroma muito intenso o qual, sendo bom, muito rapidamente se torna enjoativo.


Distâncias estabelecidas, vamos então ao que já experimentei, e começo pela Dry Shampoo Foam que não sendo um produto de styling foi aquele que primeiro me suscitou curiosidade já que estou habituada a usar champô seco mas em spray. Este produto tem a aparência e textura de uma espuma normal mas que, depois de seca, reaviva um cabelo já algo sujo para o fazer aguentar mais um par de dias. Gosto particularmente do facto de não deixar resíduo, como acontece nos pós mas, por outro lado, sinto que o cabelo fica algo melado. Ou seja, quando uso um champô seco em spray noto que o cabelo ganha textura, no caso desta espuma, reparo que o cabelo fica mais controlado e tratado.  Um truque que vos deixo é aplicar esta espuma ou o champô seco na véspera, sem massajar, e deixar actuar durante a noite, escovando apenas pela manhã. Diz-me a experiência que este procedimento ajuda a deixar menos resíduo e ser mais fácil manejar o cabelo. Já me aconteceu um episódio caricato com esta espuma onde a alavanca ficou presa  e começou a sair produto ininterruptamente para as paredes, para o espelho e por mim abaixo!


O wave spray é bom para cabelos naturalmente ondulados e para quem manter aspecto natural mas controlado. Normalmente uso após a lavagem e ainda no cabelo molhado, a fim de ajudar a manter as quebras naturais mas, em trabalho, adoro este produto no pós babyliss para conferir um aspecto mais despreocupado e fresco ao cabelo demasiado certinho e controlado. Este srpay deixa textura pelo que, dosear a coisa é aconselhável para não se terminar com a melena em palha.

Por último, o Texturizing Hair Spray que adoro, e uso sobretudo em trabalho, é um spray híbrido entre uma laca e um champô seco e gosto sobretudo para penteados e texturas mais  "ásperas"  já que dá grip ao cabelo e permite que se consiga modelar volumes com os dedos. 

A marca tem mais umas coisas apetitosas, como esfoliante, óleos e perfume mas confesso que cheirar dos pés à cabeça a ouai me assusta!

creme de mãos, bué deles!

creme de mãos, bué deles!


Nunca me pareceu tão fútil e supérfluo falar de beleza e, no entanto, já há muito que não tinha o tempo que tenho agora para o fazer. Tenho aproveitado para retomar coisas que estavam paradas por falta de disponibilidade ociosa, tais como dedicar-me a organizar o kit de maquilhagem, lavagens e organização em geral e, claro, voltar ao meu hobby favorito: escrever no blog.

Assim, e já que a ocasião o permite, repesquei todas as fotos de cremes de mãos que tinha por publicar. Sim tinha isto tudo....mas, numa altura em que nunca tive as mãos tão secas como agora, devido às lavagens mais frequentes e à desinfecção, acho que poderia ser útil partilhar o que de melhor, e de pior, claro, já me passou pelas manápulas nos últimos tempos.


Começando pelos tamanhos petit, muitos jeitosos para trazer pela mala e reforçar a hidratação das mãos a qualquer hora e, sobretudo depois de as lavar (ainda que na paranóia de as lavar de 10 em 10 minutos, de pouco ou nada servem) tenho este Gel purifiant mains&ongles da Rogger&Gallet no aroma Bois d'Orange que só me apercebi  que não era um creme quando o comecei a usar. Trata-se na verdade, de um gel desinfectante muito cheiroso e fofinho ao qual, nesta fase, não me fio para higienizar as mãos porque não sei qual a concentração do álcool que tem mas, a ele tornarei a seu tempo. Na mesma linha olfactiva, temos o Fleurs d'Oranger da Bastide com manteiga de karité que sacia as mãos secas, sem ser demasiado pesado. E ainda o Hands Cream Monoï-Tiaré da Peggy Sage que ainda não foi chamado a prestar provas mas gosto, por norma, dos produtos de mãos desta marca. É uma pena a expocosmética ter sido adiada, já que lá é o único sitio onde compro anualmente uns petits-riens da marca, mas em Outubro, lá estaremos!


No seguimento dos cremes de mãos para trazer pela carteira, continuo com este hand cream cumlaude da Rislastil que não deixou muita saudade. Um dos ingredientes principais é a manteiga de karité, que se nota pela densidade do creme mas, no que toca a regenerar a pele seca, não foi muito bem sucedido. No entanto consegue suavizar aquele repuxar pós lavagens das mãos durante o dia e, para isso, é ok.

O creme de mãos da Narciso Rodrigues que veio de oferta num coffret vale pelo cheiro que adoro, até porque já sou fã do perfume. É um creme generoso mas daqueles que é mais gordura que nutrição propriamente dita, pelo que, é um creme que uso mais como complemento ao perfume do que propriamente achar que me vai salvar as mãos da secura extrema. O tocca hand cream no aroma Cleopatra foi comprado exactamente pela mesma razão anterior, ou seja, porque é um belo complemento olfativo ao perfume da mesma marca, ainda que não lhe reconheça grande poder de tratar a pele das mãos. Claro que o packaging é delicioso e um mimo de se trazer pela carteira. Por último, nesta leva de cremes "piquenos", temos o mui afamado hand and nail cream da caudalie no aroma merlot, que veio num kit de 3 unidades tipo este. Cheira muito bem, a embalagem é muito riquinha e comodamente pequena, e é capaz de ser o melhor destes todos que aqui apresentei já que sinto que deixa as mãos saciadas mas não meladas, coisa que possivelmente se deve ao óleo de grainha de uva e à manteiga de karité.


Depois, duas latinhas muito fofas, tipo as da nivea, que albergam um creme menos espesso, é verdade, mas ainda assim, competente. Falamos da L'Argan Bio Body Butter da Melvita a qual, na verdade é uma manteiga de corpo mas que, pelo tamanho, a reservei apenas para mãos e pés. Tem glicerina, óleo de semente de girassol e manteiga de karité, e achei-o bem janota para usar à noite. A outra é da Kneip, uma marca que vale a pena conhecer se gostam de elevar o vosso banho a um nível mais luxuoso, já que tem imensas opções de sais, geles e espumas de banho. Divinas. Deste creme em particular, já não o encontro online para deixar aqui o link.

No registo de cremes em tubo, este Atoderm Mains da Bioderma é um clássico e, ainda que não seja nada de entusiasmante, lá vai dando para o gasto, até porque não é muito caro e por vezes apanha-se em packs de 2, que sai mais em conta. O creme é espesso e conta com manteiga de karité e glicerina para fazer a festa, e mais niacinamida em dosagem residual.

A nuxe bio é uma gama da nuxe nascida em 2008 feita com o ingredientes orgânicos certificados, e que julgo que não se encontra por cá. No entanto, conseguem ter uma amostra generosa dos seus produtos aqui. Este cold cream para mãos não arrebatou mas deu para o gasto e, para quem gosta desta abordagem à beleza, vale a pena espreitar, porque é tudo muito bonito e cheiroso.

Uma das coisas que tenho usado muito por estas semanas, são estas luvas de mãos, que coloco depois de generosamente massajar um naco de creme de mãos. Algumas têm um produto dentro, que intensifica a acção regeneradora mas podem fazer, como eu, uma versão caseira com aquelas luvas de plástico de escolher  pão. Existe também a verão mais amiga do ambiente que são as luvas de algodão, já que são laváveis no entanto, não consigo deixar de achar que o tecido absorve a maioria do produto. Esta IDC Caomille Hand mask é muito boa para o que custa mas podem encontrar coisas idênticas em várias marcas como aqui e aqui.


Ufa, já estou cansada de falar de cremes de mãos mas avancemos nesta tarefa que me auto-impus de arrumar este tema para os próximos tempos.



Um creme que uso em dias alternados nas mãos é o ketrel, à base de Tretinoína. Como gosto muito dele na pele do rosto, achei que poderia valer também à pele das minhas mãos, na tarefa de lhes conferir uma dose de rejuvenescimento. Não tem o mesmo efeito, é certo, até porque a pele é bem mais grossa e rugosa nas mãos, logo nãos esfola mas, lá vou usando na esperança que tenha algum efeito a longo prazo. 

Admito que não sei de onde desencantei este vprove hand butter e, honestamente já nem me lembro se prestava para alguma coisa mas, como fotografei, fica aqui referido.

O comfort zone Nourishing protective hand cream (*) é um creme que, ainda que tenha textura ligeira, o considero generoso deixando a pele bastante nutrida e suave. Com óleo de amaranto, laranja e rosa, é um creme sensorial que dá gosto massajar nas mãos, antes de dormir.

Os cremes de mãos da Rituals, ou pelo menos o Miracle Balm com Lótus Branco e Ginkgo Biloba foi, seguramente, o melhor creme de mãos que já usei mas, como a marca está constantemente a alterar as embalagens, confesso que lhes perdi o rasto. Este que aqui vos mostro, o Ritual do Dao Night balm, se não estou em erro, veio para o substitui-lo e, neste momento, já nem este encontro no site. Mas basicamente, era uma banha daquela mesmo espessa, que se aplicava nas mãos à noite e que de manhã, ainda ali estava sendo que, qualquer vestígio de secura, ficava saciado. Se alguém souber de algo equivalente na oferta actual da marca, por favor, agradeço a dica.

Fica também mais uma nota do que não comprar, e falo deste Creme de mãos reparador da Alvita que é muito fraquinho. Acho que veio de oferta numa encomenda, e compreendo perfeitamente porque o estavam a dar de graça!


Ainda no registo de cremes em pote, acabei por estes dias esta Hand spa da Peggy Sage que veio deitar por terra o que disse mais acima sobre a Peggy Sage ter coisas janotas para cuidados de mãos. Produto que augurava ser muito bom, já que ao apresentar-se como spa de mãos, não se espera outra coisa que algo bem exquisite, e não sofrível, como acabou por se tornar.Isto nem com as luvas lá ia e foi um alívio ter-se entretanto finado. 

Outro creme pelo qual desenvolvi uma grande expectativa foi este O'Keefe Working Hands, depois de ler várias reviews que o apontavam como sendo o melhor creme de todos os tempos na tarefa de sanar mãos muito maltratadas. Isto acompanhado de imagens que atestavam a capacidade milagrosa deste produto. Tudo mentira já que depois de usar o pote todo, continuava a sentir as mãos desconfortavelmente secas. A textura e bastante próxima às manteigas da The Body Shop e contém ácido esteárico, parafina e ureia mas, nem assim se safou.


Já o Crème Jeunesse des Mais da Clarins é coisa boa, de textura fluída mas consistente e cheirinho bom. Quanto ao Kiko Intensive hand balm, que se não estou em erro, foi-me sugerido por uma leitora, julgo que já não existe e, na verdade, também admito que não me lembro se gostei dele por isso, fica a indicação mas não a apreciação. Um dica que vos deixo, é juntara, gotas de óleo ao creme de noite, para assim tornar a fórmula mais rica e generosa. Par o feito andava usar aquele que está ali a espreitar atrás da fotografia. Julgo que era de argão mas, como não gostava dele para o rosto, assumi-o para esta tarefa e correu bem!


O creme de mãos da martiderm, cuja embalagem julgo ter sido entretanto alterada, contém ureia e centelha asiática e foi ok. Não conquistou mas cumpriu os requisitos mínimos. Já este Sacura Winter Skin foi comprado nuns saldos da space nk e foi, sem dúvida, um dos piores produtos que já usei na vida. O cheiro era absolutamente horrível ao ponto de o ter deitado fora. Muito mau mesmo! (Isto dito e feito por uma pessoa que corta as amostras a meio, para aproveitar tudo, atesta que de facto, estamos perante coisa péssima).


Cicabiafine Baume Réparateur é das melhores coisinhas que aqui vos trago. Serve para tratar zonas rugosas e extremamente secas do corpo, com fissuras ou gretadas. A textura não é muito espessa mas é daquelas que pega e, de manhã, quando o usava com luvas, ainda lá está, a dar o ar da sua graça. Contém parafina líquida, pantenol, ácido hialurónico.


Nesta última leva, (e se alguém me conseguiu acompanhar até aqui, obrigada) temos o Hand Chemistry do qual não desgostei e, para quem tem pele normal, ou para usar durante o dia, será suficiente. Mas, no meu caso, fiquei bastante desconsolada, pois não achei que tivesse qualquer impacto positivo na pele e fica-se pela mera hidratação superficial.

Para terminar, e em bom, acho este Ducray Ictyane Dry Hands bem simpático e já o comprei algumas vezes sendo que o considero bastante competente. Tem, como já é apanágio na maioria destes tipos de produto, manteiga de karité, glicerina, parafina liquida e ácido esteárico, que é bastante emoliente.

Posto isto, se alguém tiver uma sugestão milagrosa de cremes de mãos, será muito bem-vinda!

Bases favoritas II

Bases favoritas II


Ora vamos a mais um texto sobre as bases de maquilhagem que uso em mim própria, e que traz algumas novidades relativamente ao post anterior que podem ler aqui.

Importante fazer a ressalva de que a minha pele é mista, desidratada, não preciso de muita cobertura e gosto de acabamentos luminosos e naturais. Odeio bases de acabamento mate, seco e opaco por isso, as minhas escolhas recaem sobre as minhas preferências, obviamente. Em termos de cor e tom, sou clara de subtom amarelado, por isso qual quer coisa mais quente ou neutra me assenta bem.


Começo pela Moisture Foundation da Koh Gen Do, marca da qual tenho a Aqua Foundation (que adoro), que tinha ficado em lista de espera e que resolvi experimentar agora, pois tudo o que promete me soa divino. Para além dos ingredientes que tratam e mimam a pele, temos uma base hidratante, de acabamento luminoso e natural, muito cremosa e com capacidade reflectora, o que a torna ideal para fotografia.


Uma base que também adorei, e que me falhou no post anterior, é a Oxygenating Foundation da Oxygenetix. Esta marca é especialista em peles problemáticas, que sofram de rosácea e acne por exemplo, logo as bases também incorporam essa dedicação de não só corrigir esses problemas mas simultaneamente os tratar. Contém aloe vera e capacidade antibacteriana e calmamente, é muito leve, tem SPF e é vegan. Podia ser isto tudo e não ser boa, mas é. É maravilhosa! Usei numa fase particularmente difícil de alergias e adorei o acabamento luminoso e competente na hora de tapar misérias, mas simultaneamente transparente e muito natural. 


Avancemos para a L'Essentiel da Guerlain, uma base bastante adorada e badalada pela Internet fora, merecidamente, a meu ver. É uma base de textura cremosa e consistente, mas que se espalha divinamente e deixa a pele corrigida mas sem aspecto artificial de maquilhagem por cima. 


Ainda no seguimento de acabamento natural, mas muito mais fina e leve, tenho o compacto da YSL Touche Éclat le cushion. A embalagem é muito bonita e elegante, como de resto todo o packaging da marca. Comprei-a no seguimento da base da mesma linha Touche Éclat de teint, que gosto da textura mas a cor não me assenta muito bem, por achar que seria uma boa opção de levar na carteira, já que muitas vezes dou um jeito na cara já fora de casa. De facto, gosto muito do acabamento luminoso e leve, como uma espécie de aguinha condensada. No entanto, uma nota MUITO negativa vai para a esponja aplicadora que é miserável Não acontece apenas nesta marca, mas ao fim das primeiras aplicações, o aplicador fica muito sujo e saturado, e perde a capacidade de fazer a base aderir à pele, sendo que apenas espalha a base de um lado para o outro. A dica que dou, que é a que sigo, é a de usarem uma beauty blender para o efeito mas, lá está, a vantagem portátil perde-se um pouco no processo.

Outra base que comprei pela praticidade, foi a Cushion Stick da Estée Lauder que é bastante mais densa que qualquer cushion que já tenha usado mas que tem igualmente um acabamento como pele, com a benesse de ser de longa duração. No entanto, padece do mesmo mal já que a esponja aplicadora fica suja (no meu caso até já saltou fora) e invalida o seu objectivo, que é o de facilitar a aplicação de base, ou retoques. 


Não que precisasse de mais bases mas, quando deitei o olho à Skin Fetish da Pat McGrath tive de experimentar e acabei mesmo por comprar, pela pele que me fez. A marca diz que esta base está infundida com tecnologia Diamond Core Powder Technology que supostamente permite desfocar poros e imperfeições. Honestamente, não achei que tivesse essa capacidade mas também, em boa verdade, não tenho grande imperfeições nem poros para disfarçar. Assim, do que gostei foi da cobertura média que garante um acabamento imaculado de longa duração, mas sem sacrificar a naturalidade. Não é muito luminosa mas aprecio o acabamento mais aveludado sem ser reboco, por exemplo, no verão.


A Les Beiges Eau de Teint é a base menos base de todas porque na verdade, trata-se de uma água com cor que não tem capacidade de tapar nadinha desta vida mas que confere aquele efeito de pele como que acabada de sair de um tratamento de rosto, depois de umas férias. Boa para quem tem pele seca, desidratada e quem não procura pele perfeita mas sim uma versão mais viçosa e saudável daquela que tem. O pincel é absolutamente imprestável para o efeito, mas isso não torna este produto menos espectacular daquilo que é!


Por último, uma super novidade que a marca me deu a conhecer: o Serum de Teint da Biologique Recherche (*)! Este produto  que vem numa oferta de 5 tons, combina uma acção de tratamento com a de aperfeiçoadora, o que o torna ideal para quem quer atalhar na hora de ter uma pele bem cuidada e bonita. É um sérum/base hidratante de acabamento natural e leve, como se de uma segunda pele se tratasse, e tem um acabamento semi-luminoso. Tenho a cor 2 e 5 sendo que a 2 é a minha exacta e a 5, que é mais quente e avermelhada, uso para modelar o rosto, nas maçãs e têmporas. Mas onde gosto mesmo de usar é nas pálpebras, já que dá aquele efeito de sombra cremosa e natural, que dá definição mas sem marcar. Fica mesmo muito bonita! Para além disso, a marca diz que tem propriedades antipoluição e de escudo protector o que ajuda não só no seu aspecto actual mas como forma preventiva de termos uma pele mais bonita a longo-prazo. 


máscaras faciais

máscaras faciais


Máscaras faciais continuam a ser dos produtos que mais prazer me dá usar. Há uns tempos tinha, como sempre, demasiadas coisas abertas e aproveitei a ocasião para fotografar e fazer um apanhado geral das impressões que tenho já que o plano é que, em breve, eu consiga reduzir esta quantidade obscena de coisas a uso em simultâneo. 

Começamos então por duas máscaras que comprei a propósito das férias de verão e que estão a dar agora os últimos suspiros. 

SUMMER FRIDAYS Jet Lag Mask

É uma máscara bastante badalada pela internet e comprei porque tendo em conta o que promete, achei que seria uma boa aposta para a viagem que me aguardava então. É uma máscara que se apresenta perfeita para reforçar o efeito que dias de férias têm na pele tal como viço e repouso. Ora eu deveria ter desconfiado que qualquer coisa que as Kardashian recomendam, não deveria ser coisa que eu fosse apreciar mas, mesmo assim, quis experimentar e continuo sem entender o hype. A embalagem é uma bisnaga de metal muito bonita, não nego, mas desde logo torna difícil terminar a 100% o produto e depois, tem termos de eficácia, acho-a uma boa máscara hidratante e refrescante como tantas outras que já experimentei. Ainda assim, a lista de benefícios é impressionante já que diz ter vitaminas, ceramidas, antioxidantes com ceramidas, vitamina C e niacinamida.

Lanolips Face Base Aussie Flyer Recovery Mask

Foi mais uma máscara que comprei na expectativa de mitigar efeitos que constantes viagens de avião têm na minha pele, pois li na descrição que renova a pele baça e seca, recupera a hidratação, luminosidade e radiância, coisa corroborada pela lista de ingredientes que contém lanolina, manteiga de karité e glicerina. Mas estas promessas saíram goradas e não apreciei a textura grossa que seca e deixa a pele com uma sensação de repuxanço que dispenso. Para mais, também não acho que seja eficiente na hora de cumprir o que promete e por isso, estou mortinha que se fine e poder dar à minha pele coisas bem melhores.


Vamos a mais uma tripla de máscaras que usei para saciar a hidratação:

Givenchy Moisturizing & Embellishing Foam Mask

É das máscaras com um dos packagings mais bonitos que já tive e é, no entanto, das coisas mais fraquinhas que já me passou pela cútis. O conceito é interessante, pois trata-se de uma máscara em espuma consistente, num cinza azulado e muito fresquinha e leve mas que depois, em termos de eficácia, não aporta grande coisa à pele.

Paula's Choice Skin Recovery Hydrating Treatment Mask

Apesar de ainda não ter testado até ao momento nada da Paula's Choice que me proporcionasse uma experiência "uau", o certo é que tudo que já usei é super bem formulado e continua a merecer a minha confiança. Neste caso, temos uma máscara hidratante que de facto deixa a pele hidratada mas, mais que isso, muito apaziguada, razão pela qual foi usada sobretudo em casos de acessos de vermelhidão. No entanto, há algo nesta máscara que me inibirá de a voltar a comprar e que tem que ver com a textura que é seca e, que se deixada na pele algum tempo (coisa prevista como normal, se se usar durante toda a noite) despoleta aquela sensação de repuxamento que eu abomino. 

Youth Lab Thirst Relief Mask (*)

Ora aqui está uma máscara hidratante super acessível e maravilhosa! Generosamente cremosa, é daquelas máscaras que adoro porque não seca, aplica-se como um creme e trabalha no sentido de deixar a pele saciada, sem complicações. Existe a versão sachet, caso queriam testar antes de comprara o full-size, ou para levar em viagem. É vegan e contém ceramidas, óleo de jojoba, mimosa, girassol e manteiga de karité. Uma das minhas favoritas deste ajuntamento!


Vamos a mais três máscaras, uma refirmante e duas de limpeza:

Renu Flash Relax Mask

Comprei estas máscara nuns saldos, já não sei bem onde e jugo que foi descontinuada. Nada temam porque não perdem nada de especial já que está máscara foi das coisas mais inócuas que usei nos últimos tempos. Então se falarmos na firmeza que promete, é para esquecer. Ainda assim, por sem em gel e conter aloe vera, acabou por ser uma boa aliada na hora de refrescar e acalmar a pele e foi com essa valência que foi usada, e nada mais. E não, não conheço nenhuma máscara que ajude na firmeza da pele, quanto muito, conferir uma ligeira sensação tensora, mas nada que dure nem que seja realmente eficaz.

Tensoderm Mask

É uma máscara de limpeza de base argilosa, daquelas que seca e que não gosto nada. Não é que tenha a pele oleosa ou com imperfeições mas, ocasionalmente, gosto de recorrer a uma máscara de limpeza profunda na zona de nariz e queixo, porque tenho tendência a pontos negros nessa área. Esta pasta rosada seca horrores e há que ser cautelosa na sua remoção sendo que recomendo que primeiro se humedeça com a mão e água morna e só depois se proceda à sua remoção com um turco.

Darphin Lumière Essentielle

Gosto muito desta marca e das coisas que já usei, pois sou muito fã de óleos essenciais, ainda que seja um grupo de ingredientes controversos. Neste caso, temos uma máscara em dois passos, sendo que no primeiro temos um creme com argila kaolin, que normalmente não adoro, mas que neste caso, não chega a secar a ponto de ser desconfortável. Esta fase serve para melhorar a textura da pele e limpar os poros. Numa segunda fase, temos um gel amarelado fresquinho que serve para ajudar na luminosidade da pele e conta para isso com ácido hialurónico e extratos de algas. A embalagem é muito engraçada onde num duplo compartimento, temos as duas fases acomodadas lado-a-lado, que agiliza o processo na hora de trabalhar para uma pele limpa e luminosa!

 


Bobbi Brown Skin Nourish Mask

Ora aqui está uma máscara divina que foi muito estimada até ao último miligrama. A embalagem é muito linda mas é daquelas metálicas que tem de ser muito espremida para se conseguir usar até ao fim, ou perto disso. No que toda a eficácia, é maravilhosa pois trata-se de um creme generoso e rico, que desliza na pele, favorece a massagem e nunca chega a secar nem ser absorvida totalmente pela pele, o que a torna ideal para usar em substituição do creme noturno ou então, tem que se retirar o excesso com algodão. É boa para peles secas a muito secas já que é altamente emoliente e hidratante!


comodynes

comodynes


Hoje um post que há muito estava em gaveta...mas a pessoa não consegue valer a tanta coisa que usa e dar conhecimento disso em tempo útil. Mas antes tarde que nunca e por isso, falamos da comodynes, uma marca que tem uma selecção bastante particular de produtos, com foco em coisas práticas e rápidas.

Começando por aquilo que mais salta à vista, a comodynes tem uma vasta gama de toalhitas de limpeza facial como não conheço outra.  Acontece que eu sou muito reticente relativamente à limpeza do rosto com recurso a este tipo de meio e, quem me conhece sabe que já disse várias vezes que toalhitas só são opção quando a outra opção é não limpar de todo. Não considero que ofereçam uma limpeza a fundo, acho o material agressivo e, para além disto, é importante pensar um bocadinho no impacto ambiental que têm, ainda mais porque comummente se metem erradamente na sanita. Por isso, caso tenham de recorrer a elas, deitem a coisa no lixo, "peloamordasanta"!

Quando a marca me enviou os produtos que aqui veem achei que no mínimo os deveria experimentar, até porque em casos pontuais, pode ser algo útil de se ter à mão. Mas, em boa verdade, a minha opinião continua a ser a mesma: limpeza com toalhitas, só na falta de outra opção. No casos que usei, que foram sobretudo em trabalho (como a de limpar a pele antes da maquilhagem, eliminar sombras que caem na pele, corrigir pequenas coisas como batom, por exemplo) podem juntar-se outros como estar em viagem, no ginásio ou em acampamento, que podem justificar o recurso às toalhitas. Nos casos em que isso aconteça, mais vale que sejam boas e estas, do que experimentei, são-no!

O que mais gostei nas toalhitas da marca foi da suavidade da folha, que não arranha nem é demasiado abrasiva, e do facto de algumas variedades virem bem impregnadas em molhanga, o que as torna não só mais eficazes, como facilita o deslizamento na pele, evitando que sejam demasiado agressivas.

Temos então os make up remover micellar solution para peles sensíveis (*), pele normal (*), pele seca (*) e os para peles mistas e oleosas (*). O que quer dizer que nenhuma pele fica de fora! Depois há as toalhitas Purifying Cleanser para peles oleosas  acneicas (*) (achei estas menos saturadas com produto que as restantes e um pouco mais ásperas) e depois as minhas favoritas, as make up remover com creamy milk (*) super ricas e untuosas.


Testei também a Água Micelar em Spray (*), cujo conceito me despertou interesse mas depois achei que o borrifo era um pouco grosseiro, que quase me vazava uma vista caso não fosse certeiro, o que me levou a usá-la com recurso a algodão, como faço normalmente. Em termos de eficácia, não é muito competente na hora de remover maquilhagem e por isso, usei de manhã, tarefa que desempenhou perfeitamente por ser muito levinha e fazer o serviço suficiente quando na verdade, não há muito para limpar.


Por último, os meus favoritos! A dupla de latinhas mimosas de esfoliante+lip balm, em sabores vários: maçã (*), mel (*) e uva (*). Os esfoliantes são um produto dispensável, é facto, mas sem dúvida que também são bastante prazerosos por causa da textura abrasiva que sabe bem tanto na hora de retirar peles dos beiços, como pelo sabor. O lip balm são igualmente deliciosos, com cera de abelha e azeite, deixam os lábios bem untados. Como a textura é leve, tem que se reaplicar frequentemente e cuidado para não os deixarem demasiado tempo abertos, porque o cheiro descai.


os preparadores de pele

os preparadores de pele


Numa rotina de beleza objetiva e reduzida ao estritamente essencial, os produtos que hoje vos trago não fariam falta nenhuma. No entanto, nunca gostei de ser minimalista em nada e por isso, mesmo que em termos de eficácia as essências, emulsões, loções e produtos afins possam não ter grande impacto, eu continuo a usá-os de forma diária porque gosto e porque sinto que reforçam a hidratação da pele.

Este tipo de produtos figuram sobretudo nas rotinas coreanas que tiram partido da sobreposição de várias texturas em prol de uma pele luminosa, a chamada glass skin. Já vi várias definições sobre loções, tónicos, séruns, e essências e o certo é que não existe um consenso, até porque marcas diferentes também dão usos e definições por vezes contraditórias. Assim, convém ler a indicação de cada produto e o que aqui vos trago advém da minha experiência que organiza a aplicação de texturas pela consistência:

tónico: aplica-se com um algodão logo a seguir à limpeza da pele. Ainda que o seu papel tenha evoluído, pode ser usado para retirar resíduos de sabonete ou leite de limpeza, equilibrar o ph da pele e até funcionar como esfoliante.

essência: é normalmente um pré-sérum, de textura líquida e leve, que supostamente permeabiliza a pele para os produtos de tratamento que se seguem. Atenção que há marcas que propõem uma agregação destes dois passos com os chamados essence toner, híbridos entre tónicos e essências.

loção: para algumas marcas pode ser já uma espécie de hidratante leve, para outras, que é como as entendo, é uma espécie de essência mais concentrada e espessa.

Se eu quisesse ainda complicar mais a coisa, adicionaria a emulsão que pode, nalguns casos, ser similar à loção. Dou o exemplo da primeira marca que conheci que propõe este tipo de rotinas em duplas - a Sensai da Kanebo - e que leva ao extremo as opções que oferece (é só espreitar o site). Na kanebo, a loção é sempre emparelhada com a emulsão, e  intercalada com a essência, sendo que dentro de cada uma delas, existem opções para todos os tipos de pele. Se funciona? Sem dúvida, a pele fica enriquecida, viçosa e com aquela película húmida de cútis fresca e jovem.

Confusão total? Não é para menos e por isso, e para me orientar, aplico sempre pela consistência da textura sendo que as mais escorregadias e aquosas vão primeiro e as mais espessas, vão depois. As essências e loções, ao contrário do tónico, são aplicadas com as mãos num chap-chap vigoroso pelo rosto e com ligeiras pressões. Outro uso que lhes dou é o de humedecer as sheet-masks, quando as quero reutilizar ou fazer máscaras personalizadas.


fresh Black Tea Kombucha Facial Treatment Essence

É uma essência com kombucha que é um chá fermentado, e que diz aumentar a hidratação e luminosidade da pele. Pelos ingredientes, a marca assegura que este líquido mágico tem capacidade antioxidante e de reter a hidratação na pele. Por acaso gostei bastante ainda que haja coisas mais baratas com efeito semelhante. O frasco é em vidro fosco pesado, muito bonito e a fresh marca pontos, a meu ver, mais pelo design do que propriamente pelas formulações, já que nunca fiquei assim apanhadinha por nenhum produto em particular.

svr Hydraliane essence

É uma essência janota, acessível e que usei regularmente para impregnar sheet masks já que assegura sobretudo hidratação à pele. Não contém álcool mas tem perfume do fundo da lista, ainda que seja bem ligeiro. Para quem se quiser iniciar nestas lides das essências, pode ser uma boa opção!

Missha First Time Essence

Esta essência é um best seller da marca ao qual não resisti pela embalagem de edição especial de inspiração animal. Diz ajudar a reparar danos na pele e uniformizar a textura da pele, reter a hidratação e reduzir a pigmentação. Tudo isto é assegurado pelo extracto de levedura fermentada aliado à niacinamida. Gostei muito, ainda que se tenha ido num ápice, pois senti que de facto fez alguma diferença na minha pele em termos de luminosidade. 


Guerlain Abeille Royale Youth Watery Oil

Mesmo tendo perfeita noção que o que pago pelos produtos de cosmética da Guerlain é bastante superior à qualidade que obtenho dos mesmos, o certo é que não lhes consigo resistir. As embalagens são lindas de morrer, e depois as texturas e os aromas fazem o resto na hora de me fazer soltar as "lecas". Esta água enriquecida que a marca vende como um "óleo aquoso da juventude" foi arrumada na categoria das loções, pois apesar de a marca o apresentar como um híbrido entre um sérum, uma loção e um óleo, achei que pelas suas características ela se aproxima mais de uma loção do que qualquer outra coisa. Este produto faz parte da linha de mel e geleia real, toda ela deliciosa e super cheirosa, e gostei sobretudo da textura leve mas rica na pele, deixando aquele rasto viçoso que eu tanto aprecio. Tem que se agitar para elevar as bolinhas que ficam depositadas no fundo do frasco, e que não sei o que são (a marca também não explica, pelo menos no site) mas imagino que seja algum ingrediente encapsulado que se activa na aplicação.

Guerlain Super Aqua Lotion

Mais uma loção da Guerlain que me levou a melhor, porque simplesmente adoro esta linha no que toca a conferir hidratação à pele (adoro igualmente a máscara Super Aqua Mask). Ao contrário da anterior, que tem um rasto algo mais oleoso, este produto dá apenas água à pele. E se dúvidas há sobre o que faz uma loção, este produto não ajuda em nada pois aparece tanto a palavra tónico como loção no nome. Vai daí, uso-o na versão loção, como o chap-chap e gosto muito, mas sem dúvida que produtos com este nível de perfume não são a melhor coisa para peles ultra sensíveis, por isso, fica o alerta para quem quer e consegue evitá-los (eu ando a tentar, mas nem sempre com sucesso, como se vê).

Lotion Organic Flowers da Whamisa

Apesar da textura cremosa, e a mais densa de todas, esta loção fica em nada na pele depois de absorvida. Curiosamente, não tem água na composição e é formulada com manteiga de karité, óleo de semente de avelã e oliva, e aloe vera. É um passo extra na rotina, que adoptei sobretudo à noite e que tem feito as delícias da minha pele!

Uma dica que vos deixo, caso queiram enveredar pelo empilhamento de produtos, é a dar uns minutos à pele entre cada aplicação, para que as texturas vão assentado entre si e conseguirem, no final, uma pele luminosa ao invés de produtos a esfarelar por todos os lados.

óleos faciais

óleos faciais


Depois dos ungentos, vamos a outra estirpe de produtada daquela bem untouosa, para peles que gostam de nutrição e conforto, sobretudo as mais maduras ou secas.

Tenho consciência que tenho demasiados produtos abertos e estou a tratar de corrigir isso, mas estou com dificuldades em dar término aos óleos porque de facto, rendem imenso. Mas lá chegarei.

Gosto de óleos pela textura rica que favorece a massagem, pelo conforto que aportam à pele e pela versatilidade. Um bom óleo cura todos os males e pode ser usado directamente na pele, misturado com creme, máscara ou a base, e como produto finalizador da rotina noturna, ou diurna, antes do protector solar.


Herbivore Phoenix

Pequeno e ideal foi o óleo que levei de férias e gostei bastante. Tem uma textura densa  e assume-se como regenerador na missão de nutrir, iluminar e e repulpar. Tem poucos ingredientes, entre os quais a rosa mosqueta, rosa damascena e vitamina E. Contém óleos essenciais e por isso, quem quer evitá-los por serem potencialmente irritantes, talvez esta não seja a opção mais adequada.

Sunday Riley Juno

Ao que parece a senhora Sunday Riley andou a fomentar reviews falsas no site da sephora durante dois anos mas eu sei que me interessei pela marca bem antes, exactamente por causa dos óleos. É inegável que os frascos são lindos e o Juno, o mais de todos. O vidro faz uma gradação de laranja ao framboesa e o óleo é bem rico e denso. Diz que pode ser usado por peles oleosas, coisa que duvido, e diz também promover a radiância da pele, competência que vai buscar à lista de ingredientes fortes em poderes antioxidantes: vitamina C, óleo de romã e mirtilo, óleo de argão, entre outras coisas boas! Pode ser usado, por esse motivo, de dia e volta e meia, misturo-o no creme, ou dou umas amassadelas ao rosto com umas esparsas gotas, no final da rotina. É muito bom e não havia necessidade de forjar reviews, na verdade!

Estée Lauder Estee Lauder - Advanced night repair Recovery mask in oil

Não é bem um óleo per se, mas um híbrido de máscara e óleo, que tenho mesmo de exterminar porque anda há demasiado tempo aberto. Ao contrário dos anteriores, temos um óleo bem mais leve e fino que pode ser aplicado a seguir ao sérum, como forma de selar os seus benefícios ou como último passo da rotina. Contém esqualeno, óleos de girassol e alperce, camomila, entre outras coisas boas com propriedades antioxidantes, e não tem perfume. 


Estes dois óleos da comfort zone já apareceram por aqui e estão na fase terminal, pelo que me resta fazer uma apreciação muito positiva!  O óleo da linha REMEDY(*) vale muito a pena para quem tem pele sensível: é untuoso mas não pesado e deixa a pele resplandecente. Seguidamente, e da linha RENIGHT, o Renight Oil (*) que conta com uma miscelânea de várias plantas de acção nutritiva e antioxidante é também muito bom. Nota também para as embalagens que são lindas! 


Innisfree Olive Real Essential Oil

Comprei este óleo para fazer brumas faciais caseiras, com glicerina e aloe vera, e funciona muito bem. Sozinho, usei-o um par de vezes, e gostei. É um óleo acessível e termos de valor, e extremamente nutritivo com a vantagem acrescida de ser também antioxidante.


La Sultane de Saba Huile Visage Argan - Rose

Este óleo fazia parte de um kit com vários produtos de rosto, tem vitamina E e ácidos gordos e a base é o óleo de argão. Não morro de amores por este óleo porque acho que deixa a pele muito gordurosa e como é não absorvido pela pele, deixa uma película excedentária que dispenso, pelo que o reservo para a massagem.

Aveda Tulasára oleation oil

Foi um produto que me chamou a atenção pela escovinha específica para a técnica de dry brushing, da qual já era adepta no corpo, e que consiste em esfregar uma escova de cerdas na pele em seco para promover a microcirculação e eliminar células mortas. A fórmula  resulta de uma mistura de óleos de seis plantas: sésamo, girassol, jojoba, rosa mosqueta, alperce e amêndoa. O processo de "oleação" é inspirado numa técnica ayurvedica que elimina as impurezas do corpo. Após o processo, que podem ver neste vídeo aqui, massaja-se o óleo, deixa-se durante 4 minutos e procede-se à lavagem e restante rotina de beleza. Faço este ritual uma vez por semana e gosto bastante do resultado porque a pele fica mais leve e muito luminosa!


Por último, o Oil-absolut da Filorga (*via sweetcare) que também tenho de dar fim, é fabuloso! É um óleo/sérum aveludado e denso, mas não pesado, com óleo de camélia, buriti, jojoba e alperce (conhecidos pelas suas propriedades anti-oxidantes, anti-inflamatórias) e que está mais adequado a uma pele seca, madura e desvitalizada.Tem quatro objectivos ambiciosos de amaciar, refirmar, iluminar e uniformizar a pele, sendo que julgo que ele é bom sobretudo para nutrir. A embalagem é luxuosa, e na linha do design do resto da marca, e conta com uma pipeta para dispensar o óleo.

E desenganem-se as peles oleosas, que acham que não podem usar óleo facial. Aqui fica uma selecção de coisas boas que podem incorporar na vossa rotina sem prejuízo de agravar a produção de sebo já que estas fórmulas ajudam na tarefa de o regular.


Herbivore Lapis Facial Oil

Clarins Lotus Face Treatment Oil - Combination/Oily Skin

SUNDAY RILEY U.F.O. Ultra-Clarifying Face Oil

unguentos para peles secas

unguentos para peles secas


É incrível como a minha pele variou em termos de tipo, estados e necessidades, ao longo dos últimos anos. Neste momento tende para a mista e desidratada, sensível e com apontamentos de rosácea. Vou partilhando o que uso convosco e existe um tipo de creme que, mesmo não tendo a  pele seca, de momento, não dispenso. Eu chamo-lhes de unguentos, porque associo a sua textura a uma pasta tipo emplastro, que serve para barrar a pele. 

E porque gosto deste género de cremes? Porque adoro a textura macia e generosa, que se dá muito bem para a auto-massagem, e porque acordo ainda com a pele resplandecente. Este tipo de textura não aporta necessariamente algo mais que um creme mais leve,  mas há um conforto inegável que a minha pele aprecia neste tipo de densidade, e que não encontra em versões mais ligeiras.

Assim, fiz um apanhado dos vários cremes que se enquadram nesta tipologia de produto, sendo que uns uso na cara toda, enquanto que outros uso apenas pontualmente em zonas de maior secura como lábios, cantos do nariz e cantinhos dos olhos.  Começando pelos potes, que digamos ser a pior forma de apresentar este tipo de cremes (porque já sabeis que dedos e manápulas dentro de potes, não será a melhor forma de conservar o produto), temos:

Lumene [Balance] Harmonia Nutri-Recharging Skin Saviour Balm

Esta marca nórdica, vegan e cruelty free, tem umas coisas catitas, mas esta pomada chamou-se a atenção, desde já, pelo nome. Normalmente, este tipo de produtos que se apresentam com as  características que enunciei atrás, assumem-se como multi-funcionais para todas as áreas  mais secas do corpo, nomeadamente cutículas, cotovelos, pés e joelhos. Digo-vos digo que se não fossem caros, me barraria inteira nele mas, costumo ser  mais ponderada nas áreas onde é aplicado. No caso deste produto, aplicava no rosto  e pescoço, com massagem e, não só respeitava a minha pele sensível como acordava com a pele saciada. De salientar que conta na sua composição com óleos bons de amêndoas doces, de girassol, manteiga de karité, entre outros. Nada contra óleos minerais, mas nutro um fraquinho por cremes honestos e bem formulados, de acordo com o nível de preços, como é o caso.

Charlotte Tilbury Magic Night Cream

Lutei para não comprar este creme, pois além de ser caro, os ingredientes não correspondem àquilo que seria de esperar para este patamar de preços. Mais, olhando para a formulação, ainda menor deveria ser a vontade de o comprar. Só que acontece que experimentei uma amostra e a minha pele adorou! Tem uma consistência pegajosa e pesada, que cobre a pele tipo banha, e de manhã, a pele está incrível. Radiante, hidratada e confortável. Não acredito que tenha capacidade de refirmar ou tratar sinais de idade, como reclama fazer mas, a favor do facto de satisfazer as necessidades da minha pele, não tenho outros argumentos.

Eight Hour Cream Nightime Miracle Moisturizer

Este creme é um derivado do famoso tubo eight hour cream, que é banha pura, e este, é algo semelhante mas mais "espalhável". Também gostei muitíssimo desta versão já que, no seguimento das anteriores, é altamente emoliente. Tem lanolina, óleo mineral, ceras, manteiga de karité entre outras coisas. Bom para a pele do rosto, pescoço, lábios e mãos!

ren Evercalm Overnight Recovery Balm

De todos desta leva, é o único específico para peles sensíveis, ainda que, na verdade, não achei que tivesse ajudado grande coisa nesse quesito. De qualquer forma, temos na mesma um unguento daqueles mesmo maravilhoso, mas que não prende tanto na aplicação, o que faz com que seja excelente para massajar. 

Ponto negativo, para todos os produtos? Virem em pote, o que os obriga ao contacto com o ar e à contaminação inevitável. Por isso, isto foi a última vez que tive tanta coisa aberta para o mesmo fim.


Passemos agora à mesma tipologia de cremes mas em bisnaga que, vale o que vale, na hora de salvaguardar a formulação:

Lancôme Nutrix-nourishing and repairing treatment rich cream(* via sweetcare)

A formulação conta com óleo mineral, cera de abelha, lanolina, e está destinada a nutrir, suavizar e dar conforto à pele. A embalagem é gigante e adoro, de paixão, este creme. É mais leve que o dos potes anteriores, mas muito generoso, cheira bem e deixa a pele elástica e nutrida. Aplico localmente ou no rosto todo, de manhã ou à noite, principalmente em fases de secura mais acentuada, aquando da aplicação de retinol, por exemplo.

Lanolips Lano Allover skin salve

Apresenta-se como super hidratante e protector para pele extremamente seca, rugosa e comprometida. Na composição temos Lanolina, mel de Manuka e vitamina E. É bastante forte e espesso, e principalmente no inverso, torna-se difícil de espalhar. Por isso, há que recorrer ao truque que a marca sugere de aquecer produto nas mãos ou entre os dedos, antes de aplicar. Uso quase sempre apenas nos lábios e é muito bom, mas para o rosto inteiro, acho demasiado pesado.

Pier Augé délicate

Este creme foi o primeiro desta tipologia que usei em toda a minha vida, já lá vão uns 20 anos, e que me fez perceber o quanto gosto de besuntices.É um best-seller da marca desde 1961, e completamente justificado, a meu ver. É para as peles sensíveis, fragilizadas e secas e funciona como um verdadeiro escudo contras as agressões exteriores, como muito frio ou vento. É maravilhoso para aplicar no rosto todo em em zonas mais pontuais. Já perdi as vezes que o recomprei e permanece como favorito dentre cremes deste género.

Weleda skin food

Aqui na versão de 30ml, porque anda comigo para todo o lado, é um creme que já uso há alguns anos (sobre o qual podem rever post aqui).  Contém vários tipos de óleos, como amêndoas e girassol, conta também com lanolina, glicerina e cera de abelha. Pode ser usado no rosto todo (e no contexto de trabalho, no cenário de uma pele mesmo muito seca, uso) mas em mim gosto de o aplicar nas zonas estratégicas, já  apontadas. A textura é mais lustrosa e menos manteiga, mas nem por isso menos capaz de tratar qualquer zona seca ou rugosa que lhe seja posta à prova.