flower (power) beauty, by Drew Barrymore

flower (power) beauty, by Drew Barrymore


E sai mais um post com uns valentes meses de atraso!!

Na ordem do dia está escrever sobre os (poucos) produtos que tenho da linha de maquilhagem Flower Beauty da Drew Barrymore, que não só é dona da marca como ainda exibe a sua carinha laroca na campanha, com maquilhagens maravilhosas. Fiquei encantada logo à primeira, não só pelo design dos produtos mas também pela paleta de cores suaves e alegres. Claro que ser fã do estilo da Drew, ajudou a consolidar o amor.

Pois bem, na visita a Nova Iorque no ano passado, não consegui visitar o Walmart, que adianto já ser o único sítio onde se vende, para muita pena minha. Assim, só uns meses mais tarde, e pela mala da Margarida do Salinha de Estar, consegui comprar estas coisas fofas que aqui vêem.

A selecção não foi fácil (basta dar uma volta pelo site para perceber porquê) e a escolha foi orientada no sentido de aferir assim, muito ao de leve, a qualidade dos produtos de diferentes categorias. Vieram então: uma máscara de pestanas Zoom in, uma sombra cremosa Color Play na cor Awesome Blossom e outra em lápis Eyeshadow Chubby na cor Teal we meet again, um blush em creme Win Some, Rouge Some na cor Forget me not e um batom Kiss Stick na cor Tulips 2 Kiss You


De todos, os produtos em creme são os que reúnem a minha preferência e que os distingue dos restantes. O blush tem uma cor maravilhosamente pêssego rosado, é macio e aplica-se muito facilmente. Não é super pigmentado nem tem a maior duração do mundo,  mas também para o dia-a-dia e para dar um ar levemente ruborizado, serve perfeitamente.

A sombra em creme acompanha o blush em qualidades e estou apaixonada pela cor e pelo acabamento. Trata-se de um castanho avermelhado com uma declinação ligeiramente metalizada, que se espalha bem, tem duração razoável e, apesar de gostar de ver esta cor em todos os tons de olhos, nos verdes fica mesmo power.


Avancemos para os mais valia-não-ter-gastado-dinheiro e para este batom rosa histérico que fotografado até parece bonito mas que já fui confirmar que não. Não é. É uma cor que muito dificilmente usarei em mim e que vou ter de estudar o caso para perceber (em quase um ano, ainda não consegui) com o que o irei combinar, porque é de facto muito pirosinho.

Depois, a sombra-lápis é muito querida e tal, a cor é maravilhosa mas os adjectivos positivos ficam-se por aqui. A aplicação não é opaca nem homogénea, tem uma textura cerosa e pior, não seca. Portanto, não estou a ver grande utilidade para este catraio e ainda tenho de ver se resulta trabalhado com sombra em pó e primer. Confesso que ainda não me atrevi a usar em trabalho porque acho que me vai deixar ficar mal.



Por último, a máscara de pestanas que confesso que abri e andei a usar apenas e para vos dar um parecer, já que tenho ali a uso mais meia dúzia delas. O que vale é que não veio tirar vez a nenhuma das minhas favoritas, porque é mediana. É um gadget engraçado e tal, que dá para torcer e obter uma escova que ora dá volume, ora dá alongamento, mas coitadinha, não dignifica ninguém com um pestanão mesmo combinando funcionalidades. Fica para aqueles dias em que só quero um bom ar (o que quer que isso seja mas serve como desculpa para não a arrumar a um canto).



Pesando na balança os pontos positivos e os negativos, a marca fica a perder mas acho tudo tao lindinho que, se as coisas estivessem ao meu alcance, comprava mais - ainda dizem que o que interessa é o interior e que o packaging não vende.

Ah, se tiverem curiosidade, espreitem os tutoriais da marca pela cara e voz da Drew herself, que são deliciosos!

A Trafalgar e uma tarde muito bem passada, com a Dior

A Trafalgar e uma tarde muito bem passada, com a Dior


O meu sentido de oportunidade é péssimo e dou comigo muitas vezes a escrever sobre assuntos que já deveria falado há muito. Esta semana é a semana de tentar rectificar essa “virtude” em dois posts super atrasados. Este é um desses casos, mas amanhã vem outro, não se preocupem.

Para perceberem a dimensão do atraso, foi já em agosto do ano passado que fui convidada pela Dior e pela Perfumes&companhia para conhecer as novidades que iriam entrar no mercado em Setembro. Claro que não podia deixar de fazer um breve relato da experiência, mesmo que agora já esteja em pulgas é para conhecer as novidades da estação que andam a ser apregoadas em vídeos da marca.

Mas remetendo-nos para seis meses atrás, foi então com grande expectativa que fui conhecer o anfitrião do evento, José Teixeira - maquilhador da marca. Depois de uma explicação das novidades (estava então para entrar no mercado a base Diorskin Star, os correctores reformulados, blushes com cores de cair e novas paletas de cinco cores, que de resto, são dos produtos favoritos que tenho da marca, logo a seguir à base Nude) foi eleito o look Bar para ser recriado. Sombras, batom e verniz em sintonia.

Todos os passos da maquilhagem foram feitos com atenção aos produtos, explicação de cada um e das novidades de então. É óbvio que para quem é fã assumida da marca que de resto, tem a base que mais gosto e as sombras que mais uso em trabalho, a vontade seria de trazer tudo para casa. Houve, no entanto, de todos, um produto que se me colou na retina e no coração e que entrou imediatamente para a lista de desejos. Falamos daTrafalgar, pois claro!

Passadas umas semanas de enamoramento platónico, a compra seria inevitável e foi o que acabou por acontecer. E tenho-vos a dizer que é das coisas melhor conseguidas, a nível de harmonia de cores, que já vi. É impossível ficar indiferente à cor central, um rosa difícil de definir e já a tender para o vermelho que de resto, é para mim a estrela do quinteto. Mas o mais interessante é que, mesmo para quem não se atreve a usar esta cor (apesar de que fica linda em qualquer cor de olho mas em verdes ou azuis, é de estalo), as outras são perfeitas igualmente para todas as cores de olhos e para construir looks mais casuais e leves, mas também mais dramáticos e intensos. Em termos de pigmentação, a qualidade é a que já estamos habituadas, a aplicação macia e fácil de esbater e fundir. Um sonho.

Temos amor mas admito que já ando de olho nas coisas que aí vêm! Ai!!








obs: todas as fotografias, excepto a última, foram cedidas pela Dior.

Tive acne": história com final feliz

Tive acne": história com final feliz


Os cremes são um amor bem mais antigo que a maquilhagem e, desde que me recordo, sempre cuidei da pele.

Por volta dos 10/12 anos adorava fazer máscaras de Nívea (eu sei, seu sei!) e por volta dos 14 usei o meu primeiro creme da Pier Augé, marca pela qual nutro um grande carinho. Seguiram- se a Avène e a Galénic. Adorava sair das aulas e enfiar-me na farmácia a experimentar tudo o que podia.

Lembro-me perfeitamente que foi por volta dos 16/17 que tratar da pele se tornou algo prioritário e o episódio que marcou tal consciência. Tinha uma colega linda de morrer, de olhos azuis e cabelo escuro, que andava sempre impecavelmente maquilhada. O meu interesse pela maquilhagem ainda não se tinha manifestado, mas conseguia admirar as skills alheias e gabar a aparência cuidada da colega. Até que um dia, depois de uma aula de educação física, e de um banho mais descuidado, parte da maquilhagem despareceu. E eu vi a pele nua, que nunca tinha visto...O horror! Pele seca, vermelha e a escamar. Tendo em conta esse episódio e a minha experiência, até hoje, mantenho a minha opinião: o melhor produto de maquilhagem que podemos ter é mesmo um bom creme.

A par disso, e no meu caso, tinha uma pele normal a mista, e que nunca me tinha dado grandes preocupações. Até que me começaram a aparecer, muito ocasionalmente uma ou outra borbulha. Como teenager que se preze e dada ao drama, fiz logo um filme, e vai de comprar a linha da Vichy para peles com acne. Big no! A pele reagiu mal, andou vermelha e irritada durante uns tempos, até que normalizou. Aprendi a lição e a coisa andou controlada até por volta dos 19 anos.


E foi então que aconteceu um episódio dramático. Do nada, engordei 10 quilos e pelas minhas contas, apareceram-me borbulhas na mesma quantidade na cara. Foi terrível! Muitas borbulhas e grãos de milium, incluindo nas costas e braços, pele muito oleosa e um desconforto constante. Esta situação mereceu um tratamento de choque e comecei a fazer limpezas de pele de três em três semanas. A pele ficava razoável, mas daí a 3/5 dias, voltava ao mesmo. Shiseido, Clinique, Givenchy, foram algumas das marcas que usei para tentar controlar a situação, e nada.

E um aparte para dizer que não, o sol não ajudava. Aliás, piorava! A pele engrossava e tudo o que descrevi, ficava mil vezes pior. Aproveito para falar noutro mito urbano que atribui ao frio a capacidade de normalizar a pele oleosa. Ou pior, que não pôr creme é que é!! Não, não seca as borbulhas. Desidrata a pele e sim, uma pele oleosa, por mais que o seja, precisa de água. E muita!

Casos desesperados merecem medidas na mesma proporção e comecei a frequentar um dermatologista assiduamente, que cobrava couro e cabelo pelas consultas e tratamentos. Mas quem padece deste tipo de estado, dá o que tem e o que não tem para se ver livre da maleita. Das consultas resultaram três microdermoabrasões e tratamentos à base de Roacutan e a temível isotretinoína.


Nas microdermoabrasões. o processo era iniciado pela inspecção minuciosa da superfície da pele e couro cabeludo, numa máquina, seguido de uma passagem com um algodão de uma substância que ardia bastante (peeling) na pele do rosto. Confesso que não me lembro de muito mais afinal, já lá vão mais de 15 anos. Saía de lá com a pele muito brilhante e vermelha, e dali a uns dias, tinha a pele a cair. Resultado: pele muito sensível, irritada e intolerante não só ao sol, mas à luz. Para compor esta sinfonia do terror, o médico indicava, como tratamentos de manutenção, produtos da Lutsine, indicados para peles com acne. O efeito era ainda mais catastrófico, pois a pele além de ficar seca (principalmente quando iniciei o tratamento com Roacutan), estes produtos tinham a capacidade de agravar o estado descamativo e o constante desconforto.

Em qualquer lugar que fosse de quente ou frio, era como se a pele esticasse ao seu limite e fosse estalar a qualquer momento. Andava sempre com a água termal atrás, que dava conforto momentâneo, mas a sensação generalizada era de desconforto e vergonha. Ainda por cima, não percebia nada de maquilhagem e não podia contar com ela para me ajudar. Soubesse eu o que sei hoje e talvez esta época tivesse sido menos solitária.


Na altura, frequentava o centro de estética F13, e a minha querida D. Fátima, que foi quem me valeu ao me aconselhar a equilibrar a minha rotina (a par dos cremes prescritos pelo médico) com cremes calmantes e tratamentos de cabine que me ajudassem a recuperar a resistência e elasticidade da pele. Foi aí que descobri a Guinot e a Phytomer e da época ficou o meu amor incondicional pelos óleos faciais. E sim, uma pele oleosa pode usar óleos faciais, desde que sejam para esta tipologia de pele!

Entretanto, depois de mais de dois anos sem resultados definitivos e satisfatórios a nível de pele, e num exame de rotina, descobri que tinha quistos nos ovários, o que me andava a desregular o sistema todinho! Ficaram as perguntas, que até hoje permanecem sem resposta. Porque é que o médico não mandou fazer análises a nível interno, já que claramente os tratamentos não estavam a fazer efeito a nível externo? Até hoje não sei, e não voltei lá mais.

Comecei a tomar a pílula e todos os problemas foram apagados para todo o sempre: borbulhas e o peso a mais. Ficaram as mazelas: sensibilidade e rosácea. Mantiveram-se os hábitos de manter uma rotina e a perseverança nos cuidados que são precisos ter com a pele.

A verdade é que, depois de tudo isto, não me posso queixar porque não fiquei com marcas na pele que, não sendo perfeita mas com os cuidados certos, não é (muito) complicada.

Infelizmente, é provável que muitas de vocês se identifiquem com esta história e sei compreender a frustração que este tipo de situação traz. Mas esta narrativa relata a minha experiência pessoal. Cada caso é um caso, e aquilo que funcionou bem para mim, pode não se adequar a todas. É a conversa cliché, mas se têm problemas neste âmbito, aconselho sempre a procurarem ajuda competente e alguém em quem confiem, para vos acompanhar. 

Lápis bege - os preferidos e os preteridos

Lápis bege - os preferidos e os preteridos


E como o prometido é devido, cá está o post sobre os lápis bege.

E então para que serve esta cor de lápis? Assim, de forma mais imediata, é para aplicar na linha de água e dar a ilusão de olho maior porque faz um prolongamento ente a zona "branca" do olho (que na realidade não é branco puro e daí o bege acabar por ser mais natural) dando a sensação de que a mesma está expandida. Para além disso, a linha de água é uma zona sensível, comummente avermelhada e sinalizadora de noites mal dormidas, olhos irritados ou cansaço. Um lápis de cor bege corrige a coloração da zona e confere um ar mais descansado.

Mas este não é a única valia do lápis bege e, se espreitarem este post e este vídeo que fizemos há uns meses, explico na prática outras valências deste produto, que são: iluminar o canto interno do olho (alternativa ao brilho), passar na arcada da sobrancelha para iluminar e elevar a zona bem como a definir, e ainda, no contorno externo do lábio, para que, por oposição a um batom de cor por exemplo, fique muito mais definido. Uma outra possibilidade, é fazer eyeliner com esta cor que fica muito subtil mas que, por contraste a umas pestanas bem negras e definidas, acaba por funcionar como um elemento inesperado.


Vamos então passar revista aos que tenho, e são eles:.

1. Chanel Stylo Yeux Waterproof 102 Béryl é um lápis que não é bege (é lilás) e que coloquei nesta categoria porque é uma alternativa muito interessante. Comprei por sugestão da Lisinha por, segundo este vídeo, tem a capacidade de iluminar a linha de água e pode ser aplicado nas zonas que enunciei (excepto no contorno exterior do lábio). A teoria é boa e a duração do lápis também mas ajudava se pintasse alguma coisa de jeito, coisa que não o faz.

2. Revlon Photoready Kajal 003 Emerald Empire (*) é de todos o bege mais amarelo. Vem como meia parte do lápis verde que, sem nenhum demérito pois a cor é de facto linda, para mim vale mesmo a pena pela cor neutra. A duração é razoável e a aplicação macia e rápida.

3. Rimmel Scandaleyes Waterproof Kajal 005 nude é das melhores coisinhas que aqui aparece e deitei logo a unha a três quando estive em Nova Iorque porque cá não vejo disto à venda. Alguém já viu?! (Vá-se lá saber os critérios de selecção de produtos da Rimmel que se encontram por cá.) A duração é boa, a aplicação eficaz e a cor talvez possa ser classificada como o bege mais neutro que aqui vêem (se é que isso faz algum sentido) pois nem é demasiado amarelo nem rosa.

4. Nars Larger than life na cor Rue Bonaparte é um bege clarinho, num lápis retráctil ao qual fiz logo asneira mal o usei pois pensava que se tinha de afiar. A dinâmica do produto é mais fancy que isso, pois tem no lado oposto ao da mina, um afia própria, e é assim que deve ser feito. Fica o aviso! É dos meus lápis favoritos mas não faz jus ao seu nome já que não é o que mais dura na linha de água, apesar de ser dos melhores. Mas tem uma maciez e uma aplicação exímias, e isso, é inegável.

5. Mac chromagraphic pencil nc15/nw20 é outro favorito pelos mesmos motivos que o anterior. Aplicação maravilhosa e deslize de manteiga, cor ideal para tons de pele clarinhos a médio, sendo que para peles morenas e mais escuras existe as cores nw25/nc30 ou ainda a nc42/nw35. Já a duração, não é all day long, mas ainda assim, é das melhorzinhas.

6. Chanel Le Crayon Khôl Clair 69 é dos piores produtos que testei da marca (e o pior de todos os que aqui estão). Mina dura, pigmento medíocre, aplicação deficiente e a duração, péssima.

7. Beyu Soft liner for lips and more na cor 512 é um lápis de lábios mas o "more" e a cor que tem, levou-me a usá-lo na linha de água e não se sai nada mal. A aplicação não é das mais marcantes mas tem uma duração boa e a cor também é muito bonita.

8. Max factor Kajal Natural Glaze é de tom parecido ao da Nars, apesar de ser mais rosado e de aplicação muito mais dura. A duração é média e foi o primeiro lápis que tive do género.

9. kiko sumptuous kajal 01 é aquele que mais próximo está do branco, sem o ser. A aplicação faz-se sem grande dificuldade, é cremoso q.b. e a duração média. E aproveito para divulgar que o conseguem arranjar em promoção, o que o torna bastante apetecível.


Como podem ver, dentro da categoria “lápis bege”, existem muitas declinações, mais próximas do branco ou mais queimadas e, de acordo com o nosso tom de pele, podem resultar num maior ou menor contraste. Depois, em termos de durabilidade, aviso já que nenhum deste meninos que aparecem aqui em cima é de longa duração (no sentido de durar o dia todo), mesmo os que avisam sê-lo, e é necessário ir retocando de vez em quando, se não o contraste vai-se desvanecendo.

E agora contem-me, como vai a substituição do lápis preto?

Cinco razões para deixar de usar lápis preto na linha de água

Cinco razões para deixar de usar lápis preto na linha de água


Quando pergunto às minhas clientes, se costumam usar alguma maquilhagem, 90% das vezes (não sei se será esta percentagem, mas gosto de dramatizar e a verdade é que são mesmo muitas) respondem que, ou não usa nada ou usa o "risco preto". E é tão frequente esta resposta, comprovado pelo que acabo por ver na rua, que me levou a questionar o porquê de as meninas adoptaram como único passo da maquilhagem, aquele que menos as favorece (na maioria das vezes).

Assim, em jeito de sugestão e justificação pelo qual o deveriam deixar de fazer, aqui ficam cinco motivos, que eu quero acreditar que sejam dos bons:

1 - É pouco favorecedor para a maioria dos formatos de olhos. Fecha o olhar, torna-o mais pequeno ou até mesmo descaído e triste. O ideal é que na maquilhagem os ângulos sejam trabalhados de forma ascendente e de dentro para fora, caso contrário, estamos a dar uma ajudinha à gravidade que já por si, não é piedosa. Seria muito mais profícuo, aplicarem-no na linha de água superior e entre as pestanas (tightlining). Experimentem e digam-me qualquer coisa.

2 - É descontextualizado quando usado como único acessório de maquilhagem. Corrigir a olheira, usar máscara e nem que seja só mais com um hidratante de lábios com cor, há que equilibrar a sua aplicação com outro elemento.

3 - Dá um ar desleixado porque se o lápis não for de qualidade, acompanhado de alguma técnica na aplicação, passadas umas horas, está tudo borrado e fora do sítio.

4 - Exige manutenção e cuidado extra na aplicação. Como disse acima, um lápis à prova de água é, na maioria das vezes, indicado para esta zona. Mas também ajuda se se aplicar um pouco de sombra na linha das pestanas inferiores para fixar e estancar a migração. Para além disto, exige que se ande sempre com cotonetes atrás para ir remediando o caso. Aplicar lápis preto às 7 da manhã e esperar que tudo corra bem durante o dia, e que não se vai fazer figuras tristes, é ser crente. Mais vale ficarem mais 5 minutos na cama e não perderem tempo com a maquilhagem.

5 - Acentua a olheira apenas e porque, se sai do sítio, tem tendência a escurecer uma zona que já por si, é escura. Por outro lado, se a olheira estiver bem corrigida, o lápis preto pode ajudar a equilibrar a zona. Mas este post não é sobre as vantagens do mesmo, certo?

E, piora com a idade. O olho vai perdendo definição e estrutura, fica mais caído e, em alguns caso, tende a lacrimejar mais. O lápis preto vai acentuar tudo o que enunciei em cima e confere um ar demasiado duro.

Se realmente não conseguem deixar de usar, pela força do hábito, um lápis preto nessa zona, sugiro e uso, na maioria das vezes, lápis de outras cores. Ora aqui estão alguns dos meus favoritos.


Existe o já tradicional bege, para aliviar olhos cansados e dar a ilusão de serem maiores (Mac chromahraphic pencil nc15/nw20). Mas se querem cor, o castanho fica lindo em olhos verdes ou azuis (* Revlon eyeliner pencil earth brown). Já o bronze, dá luz a qualquer cor de olhos e para os castanhos, evidencia e destaca, sem pesar (Clarins lápis de olhos na cor 06 copper). Outra cor que uso muito é o toupeira (Peggy Sage lápis de olhos na cor taupe) que define mas não pesa. E, já para não falar noutras cores, como turquesa ou verde, que trazem cor e destaque para a maquilhagem, mas de forma discreta.


Consegui convencer-vos com estes argumentos ou nem por isso?

Para a semana acho que vou fazer um post só sobre lápis bege (actualização: já disponível). O que acham?

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