Como tapar os cabelos brancos, sem recorrer a coloração

Como tapar os cabelos brancos, sem recorrer a coloração


Quando li esta entrada no blog Patuxxa, prometi a mim mesma escrever sobre o assunto. E promessas são para cumprir, mal se possa! Mesmo que isso signifique voltar ao tema um ano depois.

Os primeiros cabelos brancos começaram a aparecer depois dos trinta anos. Um aqui, outro ali, não seria caso de alarme, ao início. Na realidade, ainda agora não o é porque o problema é (por agora) quantificável nas dezenas. É apenas e somente aborrecido, ainda mais pelo facto de o cabelo escuro fazer sobressair a situação.

Normalmente pinto o cabelo cerca de duas vezes por ano, sendo que agora, e por causa disto, tenho ido retocar a zona trimestralmente - mais ou menos. Só que como sou “abençoada” com baby hair, que caem e nascem a uma velocidade desmedida e vêm de branco, temo que os retoques trimestrais não sejam suficientes. Posto isto, entre retoques e colorações, resolvi adoptar estes produtos que aqui vêem.

A marca chama-se Cover Your Gray e tem uma oferta gigantesca de opções (desde batons, sticks, máscara, pó solto e compacto, lápis) e para todas (ou quase) as cores de cabelo. As mais genéricas, pelo menos.

Pela ordem acima temos então o Root Touch up & Highlighter em forma de pincel, cuja compra foi uma peripécia já que me venderam a caixa vazia (isto numa loja em Nova Iorque.). Ora há coisas que parece que estão embruxadas desde início e, para além desse percalço, ao chegar cá verifiquei que a embalagem estava partida, o que impossibilitou o seu uso. Guardei apenas para vos dar a conhecer esta opção de aplicador em pincel e cremoso, que se revela muito prática mas não sei se, pelo explicado, eficaz.

Depois, o Touch Up Stick, uma espécie de batom e produto em cera que tem a vantagem de cobrir uma área generosa de cabelo a precisar de retoque. O facto de o aplicador ser mais largo, torna-o apto para isso mesmo mas, no caso de o retoque ser mais cirúrgico, recomendaria por exemplo o Root Touch Up, versão aplicador de esponja (tipo do gloss) e em creme.

Assim, mostro o meu antes&depois de aplicar o Root Touch Up. A aplicação é fácil e relativamente rápida para o efeito: basta passar nas zonas brancas, escovar o cabelo para uma distribuição uniforme do produto, e já está.



No entanto, tenho de apontar os defeitos do produto, já que nem tudo são rosas. Pelas imagens, podem igualmente verificar que a cobertura não é perfeita, mesmo que admita que também não me esforcei para que fosse. Para além disso, não dura mais que um dia (apesar de existir a versão à prova de água,não testada) o que não faz do produto uma opção prática, se tiverem mais que vinte cabelos brancos. Encarem isto como um penso rápido e apenas para emergências.

Nos Estados Unidos, isto vende em todas as esquinas, tipo pão quente, mas por cá só vos consigo encontrar à venda na amazon ou ebay.

Se eu maquilhasse a Felicity Jones para os Óscares...

Se eu maquilhasse a Felicity Jones para os Óscares...


A convite da skin, o Look Wanted deste mês teve como ponto de partida, as actrizes nomeadas para os Óscares. 

O desafio consistia em prever qual será a intérprete a levar para casa a estatueta no próximo domingo, e eleger uma cor de batom à altura. Ora eu, como ainda não consegui ver todos os filmes e, apesar de ter a Julianne Moore, como uma das minhas actrizes favoritas de todo o sempre, avancei com a Felicity Jones.

Assim, se tivesse o privilégio de maquilhar a Felicity para os Óscares, primeiro tomava um Inderal. Depois, se ela fosse louca de me pedir opinião sobre o que vestir, enfiava-a num Valentino pastelito e num apanhado bonito no cabelo. E, para complementar, de todas as cores lindas que a nova gama HD da Revlon apresenta, escolheria um bonito batom laranja na cor Marigold.

“Felicity Jones interpretou de forma cativante e encantadora, o papel dramático de Jane, companheira de Stephen Hawking no The Theory of Everything. O estilo, fiel à época, retrata-a como feminina, elegante e airosa mas que vai sofrendo algumas transformações, à medida que o contexto se agrava. Acabo por encontrar algum paralelismo ao seu estilo real, onde várias referências vintage são niveladas de forma contemporânea. Gosto muito o contraste da pele clara com o cabelo escuro e olhos verdes e, apesar de que as evidências apontem para Dior, como estilista eleito (no seguimento daquelas que têm sido as sua opções em algumas aparições) não me importava de a ver num Valentino Couture pastel. O batom laranja vivo iria ser o complemento perfeito, em termos de maquilhagem.”

O batom eleito está com 25% de desconto, até domingo, dia 22.

Fonte das imagens:

www.fashiongonerogue.com/tag/felicity-jones/

http://tomandlorenzo.com/2015/01/golden-globes-2015-werq-felicity-jones-in-christian-dior-couture/

http://celebs-life.com/felicity-jones-coming-26th-annual-palm-springs-iff-awards-gala/#axzz3RiV7ktly

www.srtajara.com/2011/09/08/vintage-valentino-couture/

DVINE, uma marca portuguesa de cosmética

DVINE, uma marca portuguesa de cosmética


Aqui há uma semana, bateram à porta do atelier, para me fazerem uma entrega especial. No colo de um nervoso rapaz de smoking (bem apessoado, diga-se) vinha, com balões gordos em forma de coração à mistura, este coffret da nova marca portuense de cosmética, DVINE.

As fórmulas são infundidas por meio de uma fragrância exclusiva, criada a partir do primeiro Vinho do Porto de produção inteiramente orgânica, com ameixa, cereja, madeira, chocolate e frutos silvestres à mistura. Características, que a marca diz, serem o seu cunho especial.

Assim, numa primeira aproximação, posso falar de alguns pontos que me agradam, nomeadamente, a inexistência de certos ingredientes que, (alguns) não sendo propriamente maus, a sua ausência assegura-me estarmos perante um produto de luxo. Assim, para começar, a marca não testa em animais e nos cremes não encontramos parabenos, petrolatum, parafina nem vaselina, nem silicones (entre outros).

As embalagens são fabricadas em papel proveniente de florestas sustentáveis e são recicladas e, a embalagem dos produtos em si, é de vidro com um sistema dispensador airless, para que não haja entrada de ar nem dedos sujos a contaminar as fórmulas.

A marca Dvine ramifica-se em duas gamas: Light Harvest e Gold Harvest.

Da Light Harvest, existem dois produtos disponíveis: o leite de limpeza com óleo de uva (*) indicado para todos os tipos de peles, incluindo as mais sensíveis e reactivas e o creme de dia poder dinâmico de uva (*), para todos os tipos de pele, com propriedades antioxidantes, hidratantes e nutritivas.

Da linha Gold Harvest, existem mais dois: sérum ouro invencível (*) com efeito lifting, iluminador e alisante, ideal para peles já maduras ou envelhecidas mas também para as que sofrem de falta de firmeza e que se apresentem desidratadas e desvitalizadas, e o creme de noite ouro invencível que luta contra o envelhecimento da pele, é hidratante, reafirmante e renovador intensivo.

Ainda não testei absolutamente nada, nem sequer o aroma. Aguentei estoicamente até fotografar tudo e agora sim, vou integrá-los na minha rotina e, logo que tenha coisas novas para vos contar, cá estarei! E tenho de admitir que, olhar para uma embalagem de cosméticos e ler "made in Portugal", deixa-me um "nadinha" contente!





Esfoliantes de corpo

Esfoliantes de corpo


Hoje trago-vos um post rápido, para vos dar conta de um produto que uso pouco e que deve ser a segunda vez que aqui aparece no blog - esfoliante de corpo. Se há coisa que não sou esquisita, na hora de exigir qualidades, é este. Basta ter a seu favor o tamanho certo de grão, e de conter óleo, que temos eleito.

Já sabem, para uma acção mais intensiva, aplicar o esfoliante com a pele seca, ou húmida, para uma acção mais suave. Gosto de aplicar em movimentos circulares e ascendentes, insistindo (muitas vezes com violência, admito) na zona dos pés, cotovelos, joelhos e mãos, cerca de uma vez por semana.

Vamos então passar vistoria de forma sumária aos que moram, e aos que moravam, aqui em casa.


Do lado esquerdo temos então, o peeling corporal com polifenóis de uva da Bruno Vassari, que contém sal marinho e algas, na sua composição. É uma pasta super apetitosa que apela aos sentidos, já que não só cheira maravilhosamente bem, como tem uma cor avermelhada muito convidativa. Os grãos, são do tamanho e quantidade certas, para eliminarem asperezas da pele e deixarem-na lisa e levemente nutrida, como eu gosto.

Acima, temos uns cristais que fazem parte do Thalasso Scrub da Deborah. Não vou entrar em grandes descrições porque este esfoliante é hediondo e estou a ver-me à rasca para o terminar. Consiste num produto bi-fásico que casa, na mesma fórmula, "sal marinho" e óleo. No entanto, o sal é muito grande para ser agradável e, além da dolorosa aplicação, o óleo não é capaz de o suster colado à pele, para que se possa proceder à massagem. Que “é só” aquilo que activa a esfoliação (física, neste caso). Conclusão, o sal cai todo mal toca na pele e nem por sombras cumpre a sua função. Temos divórcio!

Depois, passemos a outro esfoliante que adoro, adoro - esfoliante divino da Caudalie (*). É composto, diz ele, por cristais de açúcar escuro (no tamanho certo, digo eu) e ainda quatro óleos vegetais (uva, argão, hibisco e sésamo) que, lá está, deixam o tal rasto de lisura nutrida que eu tanto aprecio. Isto tudo, sob o aroma característico desta linha. Divino, é sem dúvida o adjectivo que melhor o qualifica!

Por último, tenho este esfoliante da H&M (*) que penso que se trata de uma edição limitada. Mas não temam, que não perdem nada, porque era de facto fracote. Grão demasiado fino e esparso, que nem cócegas faz, submerso num creme agradável mas que não acrescenta nada ao produto.

De resto, já se finaram praticamente todos e ando à procura de substitutos. Por isso, aconselham algum? Tem que ter óleo à mistura.

Charlotte Tilbury

Charlotte Tilbury

 

Antes que este post se torne num daqueles que fica demasiado tempo em banho-maria, aproveito a onda de entusiasmo pelos produtos da Charlotte Tilbury, para vos falar dos que moram em chez moi.

Ora permitam-me avançar, que fui daquelas que foi algo resistente a dar a primeiro passo - que é como quem diz, a passar o cartão na ranhura - não só porque as coisas são caras (e bastante) mas sobretudo porque acho a Charlotte, ainda que inegavelmente talentosa, muito “cheia de si”.

Para além disso, tenho uma teoria que aponta que, todo o trabalho no blog (desde o aparecer nos vídeos da Lisinha, à criação do blog próprio) não se tratou senão de uma bela estratégia de marketing que antecedeu a chegada da marca. Ora eu, que caio nestas estratégias que nem um patinho e muitas vezes nem me importo (basta porem-me à frente um produto de edição limitada, que é logo a escorregar) neste caso importei-me, porque achei a entrada da senhora em cena, algo sub-reptícia. E, não gostei de sentir que foi tudo um grande ardil para que, primeiro a conhecêssemos (pessoa que admito ser desconhecida até então, para mim), depois as skills dela e por último, não teríamos outro remédio senão comprar tudo o que a mulher nos pusesse à frente, mesmo que isso signifique desembolsar dezenas de euros. E se isto não foi de génio?!

Mas isto são apenas fábulas minhas sendo que, na realidade, o que interessa, são mesmo os produtos e é sobre eles que tenciono escrever.

Como ando obcecada com produtos de contorno (assunto que vos darei a conhecer em post próprio) não consegui resistir àquela que foi a primeira compra da marca, a paleta Filmstar Bronze&Glow, que permite esculpir e iluminar as maçãs do rosto. A embalagem, como de resto todas as restantes, é um deslumbre: cromada em rosa dourado e que alberga então dois pós compactos, sendo que é um castanho intermédio (com uma pitada brilhante) e o outro, um iluminador com ligeiras declinações douradas.

Já me perguntaram se este duo valia o dinheiro e a verdade é que, se pensar apenas no produto em si (e esquecendo que embalagem é sem dúvidas das mais bonitas) eu diria que não. Apenas e porque o sculpting powder do Kevinzinho é o melhor produto de contorno que alguma vez experimentei, mesmo que feitas as contas, acabe por sair mais caro. De qualquer forma, é um belíssimo produto, muito bem conseguido onde julgo que, a sua mais valia reside não apenas na qualidade, porque existem outros igualmente muito bons, mas pela combinação exímia dos dois pós, que dialogam de forma sublime na maquilhagem.

Comprei também um revirador de pestanas que, enquanto durou, foi dos melhores que alguma vez manuseei. No entanto, e apenas após duas semanas de uso em trabalho (porque em mim nunca uso), o dito começou a oxidar, o que me deixou verdadeiramente irritada. Como é que um produto desta marca e calibre se estraga assim?! Contactei a marca que me encaminhou para o Net-a-Porter, onde na realidade havia sido feita a compra, e ao que apurei, este aparelho foi retirado do mercado por acarretar este tipo de problema. Inaceitável, a meu ver, em qualquer marca, e muito menos numa de luxo e em apenas duas semanas. Conclusão: foi devolvido ao remetente e agora tenho de comprar outro para fazer companhia ao meu Shu Uemura, sendo que talvez opte pelo da Suqqu, por recomendação da Coisas&Cenas. Só preciso de alguém que mo contrabandeie para cá, e temos o caso arrumado.


Depois, num outro momento, comprei um batom de acabamento cremoso, cuja escolha da cor recaiu no Penelope Pink, porque adoro todos os nudes que a actriz enverga e assim constacto que este nome está muito bem apanhado. Posteriormente, ganhei esta mini embalagem com mais duas cores (porque uma é repetida) e são elas a So Marilyn e Bitch Perfect.

As embalagens seguem a mesma apreciação que o duo anterior, e os batons em si, são excelentes: cremosos e pigmentados, como manda o figurino. Não diria que são os melhores batons que tenho, porque honestamente, nem sei se conseguiria eleger tal coisa (Estée Lauder e Mac, continuam a reunir a minha preferência pela diversidade da paleta cromática e versatilidade de texturas) mas são de facto bons.

A escolha do blush Cheek to Chic foi para este nude - First Love – cor que tem prendido a minha preferência e as minhas escolhas, no que toca a maquilhagem. Temos portanto, na mesma embalagem, duas variantes de nude, sendo o de fora mais claro e ligeiramente cintilante e, o de dentro, mais pêssego/rosado. Cores que podem ser usadas em conjunto ou separadas, se na hora de o aplicar quiserem definir e fazer um pouco de contorno e iluminador. 



Já tenho mais umas coisinhas em lista de espera, nomeadamente o famoso Magic Cream e um ou dois batons mate, que me parecem divinos. E gostava de comprar para trabalho, o Super Model Body. Coisa pouca portanto!

Wellness & Beauty Lab no Porto Palácio

Wellness & Beauty Lab no Porto Palácio


O Porto é fantástico, disso não tenho dúvida. Sítios novos abrem todas as semanas e, para além desses, existem outros tantos que já fazem parte do património da cidade e que ainda não conheço. Quando, a pretexto de descobrir alguns desses locais a oportunidade surgiu, na forma de um convite duplo, a resposta não podia ser outra, que positiva.

Assim, no sábado passado começamos o dia no Wellness & Beauty Lab do Porto Palácio e acabamos a noite, como já sabem pelo post da mana, a jantar no The Artist Porto Hotel & Bistrô, onde ficamos alojadas. Verdadeiros oásis na cidade e na nossa semana.

Tentei andar sempre com a câmara para registar algum dos momentos do nosso dia, mas admito que nem sempre consegui, porque o deleite não se coaduna com máquinas. Mesmo asim, fiz o meu melhor e, sem mais demoras, vou dar-vos conta dos highlights.

•Começar a manhã no spa do hotel onde pudemos usufruir do circuito Acqua Sensations, do qual fazem parte: uma piscina maravilhosa com jatos e cadeiras de hidromassagem subaquática, jacuzzi, banho turco, laconium, fonte de gelo, duche suíço e duche sensações.

•Como se isto não bastasse, tivemos direito a deixar as nossas costas desfrutarem de duas massagens. A primeira, com objectivo terapêutico e para lá de divina, proporcionou-nos 30 minutos nas mãos abençoadas das terapeutas. Com direito a baba e tudo!

•A segunda, já da parte da tarde, foi feita em cadeira ergonómica, com o objectivo de aliviar a tensão muscular. E digo-vos, conseguiram!

• Houve ainda tempo de uma pequena palestra direccionada para a saúde, onde foram afloradas terapias e práticas que o Wellnes & Beauty Lab disponibiliza, como a Osteopatia, Reiki, Acupuntura e Pilates. 


Outro ponto alto do dia, foi o almoço no Vip Lounge, do qual não vou tecer muitos comentários porque o sabor correspondeu à apresentação - magnífico. E, se não for apenas pela comida, vale a pena conhecer o restaurante pela vista de 360º que temos do nosso Porto.




A noite, como já adiantamos, foi passada no The Artist Porto Hotel & Bistrô, um hotel estupendo, mesmo na baixa do Porto, na antiga escola Soares dos Reis. A decoração é simples e elegante, mas o que me cativou verdadeiramente foi ver desenhos, pinturas, e esculturas (do acervo da escola) a cobrir as paredes dos quartos, sala de jantar e bar, alguns com mais de 60 anos. Um museu vivo no qual a máxima "a arte de bem-receber" faz todo o sentido.

Os quartos são super confortáveis, sossegados e o jantar....o jantar, foi a verdadeira surpresa. Recebidas com simpatia pelos alunos da escola onde, a cada novo prato, tivemos direito à sua apresentação - do conceito e dos ingredientes. Saboreamos o menu Mito, composto por cinco pratos que, acompanhados de muita conversa e risota, tornaram o serão memorável.







Só nos resta assumir uma posição formal e agradecer o convite e esta oferta, com todas a experiências que nos proporcionaram. Adoramos conhecer melhor a nossa cidade!

The Artist Porto Hotel & Bistrô

The Artist Porto Hotel & Bistrô


{Fotografia de Luísa Rodrigues no The Artist Porto Hotel & Bistrô, a quem muito agradecemos o convite, a simpatia e disponibilidade}

Depois de um sábado passado a relaxar no spa do Hotel Porto Palácio, o fim-de-semana passado culminou no alojamento (com a mana) no The Artist Porto Hotel&Bistrô. A antiga Escola Artística Soares dos Reis foi transformada num hotel de 4 estrelas, com 17 quartos, onde os alunos da parceira Escola de Hotelaria e Turismo do Porto aprendem in loco, a arte de bem receber e cozinhar.

Todas as áreas estão decoradas com trabalhos dos antigos alunos da escola de artes e, apesar de sentirmos alguma nostalgia pela transformação e mudança desta emblemática escola, ficamos muito bem impressionadas com a hospitalidade, comida e decoração do espaço. 

É possível tomar o pequeno almoço em qualquer dia da semana, por 8,5€, entre as 07h e as 10h30, mesmo não estando alojados no hotel. O mesmo se passa no restaurante The Artist Bistrô, onde podem provar ao jantar, os três menus de degustação (diferentes em todos os dias da semana), também eles preparados e servidos pelos alunos da escola, de onde fazem parte: Mito, menu composto por 5 pratos (20€), Musa, menu composto por 7 pratos (25€) e ainda o Bistrô, menu composto por 9 pratos (30€). No bar e cafetaria B`Artist, podem ainda provar os maravilhosos e variados cocktails, assim como diversos snacks.

Em suma, a experiência não podia ter sido melhor e queremos voltar em breve! Na terça-feira contaremos o resto mas até lá, mostramo-vos o look desta semana.























 Casaco  Vintage (Portobello Market, Londres)     Camisola  H&M     Calças e Óculos  Zara     Anéis e Relógio  Parfois     Carteira  Chanel     Collants  Calzedonia     Sapatos  Miu Miu  

mimos para o cabelo

mimos para o cabelo


Depois de ter mostrado aqueles que têm sido os produtos que tenho usado para tratar do cabelo (que entretanto mudaram porque terminaram, mas isso fica para outro post), hoje trago-vos alguns mimos que uso diariamente ou de vez em quando, seja qual for a rotina que esteja a seguir e que fazem toda a diferença. E são eles: uma escova (das boas), cápsulas de manutenção da cor, um jacto de queratina e uma touca de aquecimento (para uma acção mais intensiva da máscara).

Avaliar produtos de cabelo tem o seu quê de complexidade, porque sendo champôs ou condicionadores, cujo efeito e eficácia é quase instantânea, a coisa é mais ou menos fácil. Em caso de produtos de tratamento ou outros, que visam sobretudo tratar o cabelo a longo prazo (reforçar a haste do cabelo ou evitar a oxidação da cor) a coisa é mais complicada. E é neste ponto que acho que estes meninos que aqui vos mostro, fazem a diferença.

Não se constata uma alteração drástica mas uma melhoria sustentada e profunda no estado do nosso cabelo.

Comecemos por este Keratin Molecular Restructuring da Simone (*) que me foi enviado para testar já há uns valentes meses e que consiste numa espécie de tónico capilar que se aplica na raiz do cabelo. A Simone é uma marca da qual já falei aqui e centra-se sobretudo em linhas de tratamento do cabelo, com especial atenção ao cuidado do couro cabeludo e a problemas como queda, alopecia, caspa, etc.

Segundo explicação do produto, quer a cutícula quer o cortex (zonas exteriores do cabelo) degradam-se, em parte devido aos factores que enunciei atrás. O resultado é um cabelo desidratado, sem brilho e encrespado.

Este tratamento em particular - Keratin Molecular Restructuring- é indicado para minimizar comichão e irritações do couro cabeludo bem como regenerar as fibras de cabelo estragadas por vários motivos bem nossos conhecidos (meus pelo menos): tratamentos químicos (culpada), tensão no cabelo, secadores e exposição a sol, vento ou água com sal ou cloro, etc. Por estes motivos e habilidades, pareceu-me uma excelente opção para o meu cabelo.

Veredicto: o produto é agradável de se usar e faço uma aplicação semanal (de forma intermitente, admito). Não mela o cabelo (que é sempre um ponto a favor em produtos deste género). E tendo em conta as promessas que faz, dou-lhe aval positivo mesmo tendo consciência de que não devo a ele a exclusividade do bom estado do meu cabelo. Espero não soar convencida mas a verdade é que não tenho pontas espigadas, e o cabelo anda brilhante e sedoso.

Depois, e para tratar os comprimentos e a cor quando faço coloração, que é cerca de duas vezes por ano e sobretudo devido aos cabelos brancos (malditos sejam que se multiplicam como cogumelos!) uso estas cápsulas - True Hue, color protecting treatment - da Senscience (ó marca maravilhosa). O objectivo é fixar a coloração e evitar que a cor se desbote precocemente, ao mesmo tempo que afirma proteger e reparar a estrutura interna dos fios. Uso após a lavagem do cabelo, aplicando nos comprimentos. Mas uma boa dica é juntar uma cápsula destas que tem silicone (dispensável mas diz ser dos bons), vitamina A e E, e proteínas de seda, à máscara de tratamento, e deixar actuar. Uma maravilha!


Passemos agora a algo cuja importância sempre desvalorizei, até ter começado a usar- uma boa escova de cabelo. Sempre usei bons produtos de cabelo mas no que toca a escova crinas, nem por isso. E de facto, nem sempre valorizamos pequenas coisas, e uma delas, que faz toda a diferença, é a escovagem. Uma escova desadequada ou de parca qualidade, parte o cabelo, deixa-o com electricidade estática, sem brilho e promove a descamação da haste. Enfim, um desgaste acrescido àquilo que já sabemos não ser bom para o cabelo.

A melhor escova para mim, é sem dúvida a Tangle Teezer, mas já há muito que suspirava por uma Mason Pearson, uma escova cheia de história desde 1885 (altura em que foi criada) e que poucas alterações sofreu desde então. Parte do seu encantamento advém do facto de se tratar de um produto que foge à produção em massa e que é feita à mão. Para além de ser linda de morrer (já viram bem este azulinho?!), tem uma linha bastante diversificada não só em tamanhos (de acordo com o volume dos cabelos a escovar), de feitios (para trazer pelo bolso, com e sem pega), diferentes cores, mas ainda, e mais importante, de cerdas, para oferecer resposta a todos os tipos de cabelo.

Eu tenho o modelo Sensitive SB3 Blue em Pure Bristle (adequada a cabelo longos e finos) mas podem ver mais modelos bem como dicas que ajudam a escolher a escova mais apropriada, aqui.

A pega, suficientemente bem desenhada para ser confortável a sua manobra, suporta a base larga da escova que é flexível, e permite que as cerdas se afundem de maneira a que se adaptem à fisionomia do nosso couro cabeludo, promovendo uma suave massagem. Para além disso, apanha de uma vez o cabelo e permite que o desembarace em dois tempos, sendo que o mais admirável é mesmo o facto de minimizar os cabelos partidos que ficam no lavatório e que não pressagiam coisa boa a longo-prazo.

Continuo a preferir a Tangle Teezer para usar em cabelo molhado mas com esta, encontrei a dupla perfeita para a escovagem e cuidado do cabelo. Pelo preço, pela qualidade e pelo desempenho, é uma escova para a vida.


E para último, deixei aquele que será, provavelmente, o objecto mais desinteressante (e difícil) que tive de fotografar aqui para o blog, sem ficar muito feio. Mas a partilha das coisas que valem a pena assim o obriga e por vós, cá está ela. Uma touca que se acopla ao secador e permite que tenhamos em casa os cuidados que teríamos num spa para cabelos (sort of). O que faço é, quando tenho tempo (e pachorra), aplicar a máscara com uma daquelas ampolas ali de cima ou óleo, massajar o cabelo e envolvê-lo com película aderente. E por cima, este capacete. A figura de polvo alienígena insuflado não é digna de ser partilhada mas que se lixe, o resultado é espectacular e isso é que importa.


Se quiserem partilhar os vossos truques, é favor preencher o formulário abaixo. Não custa nada e eu quero muito saber!

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