Phyto: Huile Soyeuse & Huile Suprême

Phyto: Huile Soyeuse & Huile Suprême


Phyto é “marca da semana” na loja online sweetcare (com a qual temos parceria), a qual me enviou dois produtos para eu testar: o Huile Supreme Óleo Disciplinador (cabelos secos e rebeldes)* e o Huile Soyeuse Fluido Lácteo Hidratante (cabelos secos e finos)*.

Ora eu, que da Phyto já usei um par de produtos e que não posso ver óleos à frente, fiquei extasiada com a possibilidade de experimentar este duo, que representa duas opções para diferentes tipos e necessidades de cabelo.

Assim, o Huile Soyeuse Fluido Lácteo Hidratante (*), por ser mais levinho, é ideal para cabelos finos mas que nem por isso deixam de ser secos e que são, na maioria das vezes, difíceis de desembaraçar pois partem-se com facilidade. Com óleos vegetais de calêndula e alecrim, e extractos naturais de alteia, este produto promete agir directamente na fibra capilar, no sentido de devolver suavidade e vitalidade ao cabelo, e pode ser usado diariamente não só depois da lavagem, mas no cabelo enxuto, como forma de auxiliar a escovagem.

Depois, o Huile Supreme Óleo Disciplinador (*) de acordo com indicações da marca,"é formulado para tratar, controlar e iluminar os cabelos secos, espessos e rebeldes, de nutrição profunda e de rápida absorção, age na fibra capilar para hidratar o cabelo tornando-o saudável e brilhante proporcionando-lhe uma suavidade incomparável". Borrifa-se uma pequena quantidade directamente no cabelo ou na mão, e deve ser aplicado nos comprimentos de cabelos húmidos ou secos.


Numa primeira abordagem, o conceito parece-me interessante, as promessas e os ingredientes também. No entanto, como lavo o cabelo apenas uma vez por semana, não consegui usar o suficiente para aferir a fundo a qualidade destes meninos. Assim, ainda que os tenha usado apenas um par de vezes cada (vou usar de forma regular e daqui a umas semanas, dou notícias) posso adiantar já algumas notas. 

A primeira vez que usei Huile Suprême (*) foi o descalabro. Exagerada como sou, atirei-me logo ao que é mais intenso e rico e, entusiasmei-me de tal maneira, que encharquei o cabelo de tal maneira (que é o que costumo fazer com outros óleos) que ficou todo melado e oleoso. Por isso atenção, que isto é coisa da potente e devemos mesmo seguir as indicações do produto e aplicá-lo de forma ligeira. O remédio foi lavar o cabelo novamente no dia seguinte e aprender a lição, mas como o cabelo ficou tão bonito, adianto que talvez o vá o usar como tratamento pré-lavagem já que acho que se vai sair muitíssimo bem nesta tarefa. Mas quem tiver daqueles cabelos mesmo encrespados e rebeldes, espreitem este produto, que me parece ser coisa capaz de domar qualquer fera.

Já o Huile Soyeuse (*), na sua apresentação leitosa e leve, é de facto adequado a cabelos finos, já que o usei quer em cabelo seco, quer enxutos, e não pesou. Até porque, a textura é completamente diferente  e, com o exemplo do outro, moderei a aplicação. O cabelo fica soltinho mas domado, e as pontas amaciadas . Penso que dos dois, este será o eleito para usar de forma regular.

Por agora, a nota é positiva para ambos, dentro das suas especificidades, mas voltarei a falar deles assim que puder acrescentar mais coisas ao que já adiantei, sim?

~Até sexta-feira está em vigor a promoção na sweetcare, onde na compra de 2 produtos Phyto, têm de oferta 1 máscara capilar de 100ml ~

Bustelo(ve) e a Vacaria na Vinha

Bustelo(ve) e a Vacaria na Vinha


Lembram-se deste post? Pois bem, o que parece ter-se passado ontem, já foi há um ano, e desta feita fomos novamente de férias, a convite da Benedita, para o campo. Não para o belo celeiro (à esquerda), mas para a antiga Vacaria da Vinha (à direita).




Confesso que me é difícil escolher entre as duas, porque se o celeiro tem um ambiente mais shabby chic, a vacaria apresenta-se mais masculina, mais crua, com as suas paredes e chão em cimento, paredes de vidro com vista para a vinha, celeiro e solar, igualmente acolhedora e confortável. Da decoração não esperava outra coisa que não perfeição e harmonia absoluta, porque a Benedita põe muito do que é nas recuperações que faz. Muita alma e amor, que se sentem mal se passa a porta de entrada. 

A recepção, apesar da chuva e extremo mau tempo que obrigaram ao uso de galochas, foi como já nos habituaram, warm and fuzzy, como retornar a casa! À nossa espera tínhamos tudo o que se precisa para viver com qualidade. Sim, viver e não ir de férias (embora fosse esse o propósito). A casa, tal como a outra, dispõe de tudoooo o que precisamos, internet incluída, claro, e uns miminhos de boas vindas que incluíam: uma broa, um queijo de cabra, azeitonas temperadas, um bouquet de ervas frescas variadas e uma cesta de fruta. Uma maravilha! É perfeita para uma escapadela a dois, mas também aloja 6 pessoas confortavelmente, entre dois quartos de casal e um com duas camas de solteiro. 







(Luggage Bag  Parfois)



(Bag  Parfois . Shoes  Softwaves (*) . Luggage Bag  Fred Perry)







Já estão convecidos?

Se no ano passado o tempo estava soalheiro, apesar da piscina não estar pronta, quis o acaso que desta vez estaria frio e cinzento. Perfeito! Com o conforto e quentinho que se fazia sentir no interior, e a necessidade extrema de relaxar e descansar, ninguém precisa de estar a suar em bica e a torrar, para ter as merecidas férias de papo para o ar (rimei). Ficou para mim decidido, o Celeiro seria o destino de calor e a Vacaria, destino de frio.

Entre um aniversário, com uma ida rápida para jantar em Penafiel com a mamã, a visita da nossa Luísa Rodrigues, para que este ano tivessem fotos decentes e que fizessem jus à casa, e um convite para jantar na casa grande, com a Benedita e o marido, de onde saímos às 3 da manhã, a semana passou a voar e cumpriu o objectivo estipulado. Muito descanso, telemóvel em silêncio e sem horas marcadas para despertar, brunchs e jantares tardios, muito bem apetrechados, filmes e séries!









(#adifoiparaaaldeia @ di_prettyexquisite)






Mais uma vez, foi com alguma tristeza que regressamos ao rebuliço do Porto, mas a vontade e promessa de voltar veio connosco. Já consideramos Bustelo um bocadinho nosso e é daqueles afazeres que vão ficando na agenda de um ano para o outro.


(Beanie unknown . Coat Vintage . Dress Zara . Green ring & Bag Parfois . Lilac Ring Pandora (*) Armazéns Marques Soares . Wellington boots unknown)

P.s. Não posso deixar de agradecer novamente à Benedita e ao Paulo, pelo convite e as maravilhosas férias que nos proporcionaram!

Dior Kingdom of colors

Dior Kingdom of colors


Não será novidade, já que faço questão de apregoar várias vezes, que a Dior reúne a minha preferência na hora de eleger uma marca de maquilhagem à venda em perfumaria. Até hoje nunca usei um produto que fosse mais ou menos ou assim-assim (e a fotografia não ajuda, é facto). É tudo de óptima ou excelente qualidade, a diversidade de produtos é tal que é capaz de satisfazer necessidades da consumidora comum mas também de profissionais e (não sei como consegue) lança colecção atrás de colecção que me deixam de queixo caído e de coração aos saltos. É tudo tão sublime, elegante, bem pensado e conseguido, que a vontade de chorar um bocadinho, sempre que saem novidades, é mais que muita.

Assim, mal saiu a “produtada” da colecção Kingdom of Colors, fui espreitar e testar, e de tudo, sobressaiu a paleta, que acabou por vir comigo e que alberga a monodose da sombra Wet And Dry 045 em Fairy Grey (3). Uma cor difícil de definir mas que posso tentar como sendo um malva prateado com pequenos brilhos rosa e azuis. É qualquer coisa de surpreendente e especial, a começar pelo monograma em alto-relevo que a torna candidata à minha colecção de produtos que #tenhopenadeteusar. A cor não é de aplicação  compacta e, apesar de já a ter testado molhada fica, ainda assim, transparente, o que a torna ideal para usar como uma aguada de cor e brilho num look simples ou então, aplicada por cima de outra cor que a complemente ou contraste. Eu adiantaria que este produto aplicado por cima de uma sombra cremosa, é de estalo e fica um sonho!


Passadas umas semanas, chegaram cá a casa mais uns produtos que me deixaram em lágrimas de felicidade de tão bonitos que são. A Paleta House of Pinks 856 (*) faz parte da família de quintetos de sombras que são os meus eleitos para trabalho. A pigmentação é suficiente para construir looks elegantes, e as harmonias de cores muitíssimos bem conseguidas e únicas. Assim, esta paleta que é de edição limitada, conta com (1) um nude casca de ovo, um rosinha desmaiado, um toupeira a fugir para o lilás, um beringela rico e um rosa barbie. Todas de acabamento acetinado e algum brilho, textura refinada, tonalidade fria e que permitem trabalhar looks mais suaves e discretos, mas também intensos e misteriosos.

Depois, a máscara de pestanas Dior Addict IT- Lash 982 em roxo (*), com aplicador grande e em silicone (4) promove mais o alongamento que propriamente o volume nas pestanas, que no meu caso, ficaram bem separadas e com um apontamento discreto de cor. Acho que este roxo, já com um pezinho no beringela, fica bem em qualquer cor de olhos mas é uma óptima alternativa ao preto, especialmente para olhos castanhos, já que os fazem parecer mais vivos e iluminados. Penso que recorrer a uma máscara colorida é uma abordagem interessante a quem está a introduzir cor na maquilhagem. 

Por último, o lápis jumbo Diorshow Khôl 039 (*) na cor pearly silver (2) que pode ser usado para delinear o olho, no canto interno para iluminar (como no tutorial abaixo), como sombra ou como base para sombras em pó, bastando para isso, aplicar na pálpebra toda e esbater com o dedo. A cor é bastante intensa e fidedigna ao que vemos no bastão, é macia como manteiga e, depois de seca, resistente.






Ainda não me recompus do lançamento desta colecção e já anda a dar sopa por aí, a colecção de verão Tie Dye. Ai Dior, Dior, assim o meu coração não aguenta!!

Glamglow: Supermud, Youthmud, Thirstymud & Brightmud

Glamglow: Supermud, Youthmud, Thirstymud & Brightmud


Continuando a empreitada de escrever uma vez por semana sobre máscaras de rosto, avancemos então para mais um post dedicado ao assunto e para tal, consegui juntar várias da família Glamglow, marca que disponibiliza uma série de produtos direccionados para o tratamento da pele no campo da limpeza e das máscaras faciais.

Assim, na altura do Natal, avistei este pack de três máscara da Glamglow, uma um full size e duas pequenas (que deram para três aplicações cada) e, pareceu-me inevitável comprá-las, já que tinha muita vontade de testar tão afamados produtos. Para além desse conjunto, veio também uma embalagem da máscara de olhos.


Assim, deste pack especial, faziam parte os seguinte produtos:

THIRSTYMUD (turquesa) indicada pra todos os tipos de pele de todas as idades, tem por objectivo dar hidratação e acalmar a pele. Pode ser usada duas a três vezes por semana, no rosto e pescoço. Geralmente acompanho a sua aplicação com uma massagem, já que a mesma o permite, o que é uma enorme vantagem para mim, pois sou apreciadora dessa capacidade. Deixo cerca de vinte minutos, findos os quais borrifo o rosto com água termal e passo um algodão para retirar o excesso. Pode ser usada como máscara nocturna ou ainda como tratamento durante um voo. Já a usei assim e resulta muito bem.

Afirma que o facto de conter ácido hialurónico e cítrico, contribui para a hidratação em profundidade da pele e, entre uma data de outras coisas, contém ainda ácido láurico do óleo de coco, cujo aroma é impossível desconsiderar. Resultado? Simplesmente fabuloso e fiquei a gostar muito deste produto. Primeiro, porque reúne tudo de que gosto numa máscara, e que tem a ver com toque e textura cremosas, aliados ao facto de ser mesmo eficaz e deixar a pele realmente bonita e saciada a nível da hidratação. O efeito calmante e apaziguante faz-se sentir durante horas, após a sua remoção, já que deixa a pele fresca e preenchida.

- SUPERMUD CLEARING TREATMENT (branca) que tem o objectivo de, imagine-se, combater todos os problemas de pele. Haja objectivos pouco modestos, digo, já que os mesmo seriam descoloração, pontos negros e de milium, pêlos encravados e erupções na pele .

O que acontece, na prática, é que este produto promove uma limpeza a fundo que permite que nos livremos da sujidade toda que se acumula na pele e que é, muitas das vezes, causadora destes problemas. Olhando para os ingredientes, há ali uma miscelânea de ácidos (glicólico, láctico, azelaico, salicílico, etc.) que ajudam de facto nesse sentido mas, no meu caso, como não tenho nenhuma dessas maleitas, acho que se trata de uma boa máscara de limpeza mas não consigo aferir a sua eficácia no resto.

A textura é de lama, claro, e contém umas partículas de esfoliante físico, pelo que a aplicação foi feita sem esfregar e de forma cuidadosa, evitando a todo o custo o contorno dos olhos e maçãs do rosto.

- YOUTHMUD TINGLEXFOLIATE TREATMENT (preta) é mais uma máscara de argila escura e com pedaços de folhas triturados à mistura, que reclama desobstruir os poros e eliminar impurezas graças à rocha vulcânica presente na sua composição. Após a sua aplicação, sente-se um ligeiro formigueiro, que me assustou na primeira aplicação. É coisa da potente (ou a minha pele medricas assusta-se com qualquer coisa) e diz que deve ser aplicada durante dez minutos, findos os quais se deve retirar em movimentos circulares, para estimular a esfoliação. Passei esta parte à frente, pelo que já se sabe, e retirei de forma cuidados com uma luva turca.


Confesso que adiei por semanas a estreia das duas máscaras mais pequenas, porque sei que fez alergia a algumas meninas. A minha pele, lingrinhas como é, e alérgica como andou, obrigou-me a ser cautelosa, já que sempre que abria os frascos, o aroma é bastante intenso. E, já se sabe, coisas fortemente perfumadas, são um big no para pele sensíveis. Assim, optei por aplicar estas duas últimas máscaras apenas na zona T e deixar as bochechas fora do assunto. A sensação, em ambas, é poderosa: sente-se um ligeiro formigueiro, como se o contacto com a pele despoletasse uma reacção e, ao início, esse efeito deixou-me receosa. Em termos de resultados, não achei que fossem estrondosos até porque, aquilo que elas ambicionam, não é algo que a minha pele careça.

A apontar algo de negativo, seria o tipo de embalagem, que não permite manter os ingredientes "frescos" durante muito tempo e que obriga a que enfiemos as manápulas dentro do frasco, para sacar produto. Mais grave ainda, no caso das máscaras de argila, já que têm tendência a secar muito rapidamente, em contacto com o ar. Para além disso, aponto o facto de conter alguns ingredientes potencialmente irritantes, nomeadamente, óleo de lavanda.

No que toca à aplicação, as máscaras dão tempo de pose, que para mim, termina no minuto que começam a secar e a mudar de cor. Não deixo nem mais um segundo porque tive receio de ser demasiado para a minha pobre pele aguentar. É de salientar, que nenhuma me fez irritação nem deixou a pele vermelha. 


- BRIGHTMUD EYE TREATMENT consiste numa máscara indicada para toda a zona periocular que garante dar, em três minutos, uma pele mais lisa, luminosa, e descansada.

Tem um packaging com muita piada, já que cada saqueta traz duas doses de máscara -um shot para cada olho - a textura é parecida à máscara hidratante (cremosa e elástica) e com umas folhinhas à mistura, e deve ser retirada três minutos após a aplicação, com um algodão. O risco de se deixar demasiado tempo é o facto de a mesma secar, o que torna a tarefa de a retirar mais penosa e arriscada para a zona sensível que trata. Gostei da máscara e acho que deixa a zona hidratada mas não notei nenhuma melhoria dramática na zona aplicada, apesar de a formulação conter umas coias interessantes para descongestionar e aliviar a zona, tais como cafeína e ectóina. É prática para levar em viagem ou para trazer no kit de trabalho, não só pela embalagem mas pelo rápido tempo de pose.


E porque nisto dos cremes, como em tudo na vida, não há verdades absolutas e cada pele é uma só, vale a pena ler a review da doce Raquel aqui, que tem uma opinião completamente diferente da minha.

Será que os melhores cremes de corpo têm embalagem azul?!

Será que os melhores cremes de corpo têm embalagem azul?!


Adianto já, que a julgar pelos espécimes que aqui vos trago, a resposta é não. Mas vamos por partes. Já há algum tempo que não trazia aqui uma remessa de produtos de corpo, ainda que na realidade, nesta categoria de tratamento, acho que não sou muito exigente e, tudo o que peço a um produto é que hidrate e trate da minha pele extra-seca, com tendência à descamação. Coisa pouca, portanto!

Por norma, opto por frascos de tamanho grandote, já que compensa em termos económicos e considero mais práticos na hora de usar, e dou preferência a texturas emolientes e ricas. Com isso em mente, andaram a uso (já há umas semanas) estes três cachopos: Bioelements - Extremely Emollient Body Cream, Embryolisse Lait Crème Fluide e o Uriage Supléance Lait Crème.


Assim, comecemos pelo Bioelements - Extremely Emollient Body Cream, marca que já foi mostrada aqui e que, apesar de despertar em mim uma sensação positiva, a verdade é que não fiquei fã de nenhum dos produtos. Neste caso, o nome não podia ser mais enganador porque quando leio algo como "extremamente emoliente" não espero menos do que uma textura rica e untuosa, capaz de saciar as peles mais secas O que não foi de todo o caso. Apresenta-se como uma fórmula rica, antioxidante capaz de nutrir e amaciar a pele, durante 24 horas e que conta com óleos essenciais na sua composição. A textura é mais espessa que um leito, é facto, mas depois na prática, a capacidade deste creme apaziguar peles mais secas, é muito fraquinha. O aroma porém, era agradável e cítrico, o que neste prisma, o tornou agradável de ser usar. Os ingredientes contam com algumas coisas boas como óleos de vários citrinos (lima, limão e tangerina) à mistura, valência que de pouco lhe serviu na prática.

Avançando para o Embryolisse Lait Crème Fluid, foi mais um creme farsola que andei a usar. Assume-se como a versão light para corpo do Lait-Crème Concentré, creme que gosto no sentido em que o acho simples e descomplicado, que uso sobretudo em trabalho e que deixa a pele bonita e pronta a receber a maquilhagem. No entanto, este creme na versão leite e fluida acabou por ser uma decepção no sentido em que pouco ou nada saciou a minha pele muito seca. Gosto no entanto do sistema bojudo do frasco e do pump, que o tornam prático para ter na prateleira, sempre pronto a dispensar produto. Assume-se como indicado pra todos os tipos de pele e pode ser usado não só como hidrante de corpo, como para remover maquilhagem, para depois do sol ou ainda para bebés, versatilidade que até o torna interessante mas ainda assim, pouco eficaz, na minha opinião.


E por último, o leite creme de corpo da linha Suppléance da Uriage, o qual, apesar de não me ter enchido as medidas, acabou por ser o “melhorzito” deste conjunto. É um produto cremoso, mas não pegajoso, ideal para peles secas e sensíveis, que se espalha bem e seca num instante. Coisa que, como já afirmei aqui, excepto se for para cremes de dia, não aprecio. Para mim, quanto mais gorduroso e rico for um creme, melhor. Mesmo que depois isso signifique ter de lavar os pijamas a altas temperaturas.

Os ingredientes não são nenhuma obra-prima da cosmética e acho muito estranho um creme indicado para peles sensíveis, gabar-se de ser perfumado, ainda que ligeiramente. Conta com água termal, como de resto, todos os produtos da marca, manteiga de karité e mais alguns componentes emolientes. Veredicto? A pele ficava saciada mas aquém daquela sensação extra que aprecio e preciso.

Conclusão, nenhum destes cremes me encheu as medidas e de facto, texturas em leite não são para mim. Neste momento ando a usar outras coisas bem melhores que partilharei em breve, vale?

Saem mais 3 máscaras: Noreva, Uriage e Algotherm

Saem mais 3 máscaras: Noreva, Uriage e Algotherm


Como prometido, cá estou eu de volta para assegurar que sai mais um post sobre as máscaras que moram, ou moravam cá em casa.

Assim, desta leva, temos mais três espécimes, todos com objectivos diferentes que uso de forma rotativa e conforme a vontade e a necessidade.


Comecemos então por esta Express Moisturizing Mask da Noreva da linha Aquareva, que promete dar um banho de hidratação à pele. Textura em gel translúcido, fresquinha, basta uma camada fina para actuar, coisa que, segundo a mesma, garante preencher a pele com água e deixar a pele “repulpada” e preenchida. Em termos de composição, contamos com alguns humectantes (como glicerina e zemea) e ácido hialurónico. Costumo usar esta máscara cerca de três vezes por semana, aplicada depois de limpar o rosto, sendo que retiro o excedente com água termal e um algodão. É um produto descomplicado e despretensioso, acessível e que cumpre o que promete. Não sinto a pele dramaticamente diferente mas sinto-a hidratada e mais, não posso pedir.

Para outros objectivos, existem outras máscaras e, para o caso da minha rosácea e sensibilidade que, ora me dá tréguas ora resolve dar um ar da sua (des)graça de vez em quando, ataco logo com uma máscara para o efeito. E máscaras com propriedades calmantes, é algo que jamais podem faltar cá em casa. Assim, andei a usar esta Roséaline Anti-Redness Mask da Uriage, adequada a peles sensíveis com tendência a vermelhidões e rosácea

A textura é untosa, das que gosto, e de facto o alívio em peles sobreaquecidas, é notório e imediato. Promete ajudar a restabelecer a barreira cutânea, acalmar e hidratar a pele. Aplico sempre de forma generosa, em todo o rosto ou nas zonas problemáticas (maçãs do rosto), deixo actuar e normalmente sobra muito pouco produto para retirar, que o faço, com água termal e algodão. A formulação contém coisas das boas como humectantes e agentes emolientes, manteiga de karité, apesar de que também andam ali uns silicones a ajudar à festa. Em suma, é uma máscara que me tem ajudado no controlo da vermelhidão e que acho que se tem safado muito bem nessa tarefa.

Entretanto, recebi uns produtos da marca e desta linha para testar (que inclui mais uma máscara desta), e vou em breve dedicar-lhes um post próprio, já que acho que quem sofre do mesmo mal, vai gostar e é coisa da boa.

Por último, a máscara do contorno de olhos da Algotherm- Eye Relaxing Mask. Começa a ser difícil encontrar máscaras diferentes para testar e como já tinha comprado uma igual para a mana, pareceu-me ser uma opção a seguir. A Algotherm é uma marca marinha com origem na Normandia, com uma vasta linha de produtos de rosto e corpo, e tratamentos para spa que sempre me despertou imensa vontade de testar coisas mas que, depois desta máscara, não me deixou impressionada.

Assume-se como uma máscara de textura untuosa e fresca, que relaxa a zona periocular de forma imediata. Não contém parabenos nem fragrância, o que é de louvar, principalmente em produtos para esta zona que é bastante sensível (quer dizer, pelo menos a minha é). Mais uma vez, o protocolo indica que se deve deixar cerca de dez minutos em pose e retirar o excesso com algodão. O produto é agradável mas, lá está, para esta zona, prefiro texturas mais deslizantes, untuosas (coisa que este afirma ser, mas não o é, de todo) e ricas. Para além disso, não acho que traga nenhuma melhoria substancial à zona do contorno dos olhos, apesar de a mesma assumir que ajuda em termos de papos e olheiras e que actua a nível da tonicidade da zona.Têm alguma sugestão que me possam fazer, nesta gama de produtos?

 

E é isto, por hoje! Para a semana, volto ao mesmo tema, sim?

Mais Sheet Masks: Isdin (Hidrogel), Mizon & Planter's Sun

Mais Sheet Masks: Isdin (Hidrogel), Mizon & Planter's Sun


Ponto da situação: tenho mais de dez posts começados sobre máscaras. Pensei em falar durantes duas semanas intensivas sobre máscaras mas depois caí em mim, e pensei em vocês (e sobre a possibilidade de deixarem de cá vir). Por isso, resolvi começar a fazer obrigatoriamente um post sobre o assunto, por semana, se não, nunca mais me safo disto. E espero conseguir cumprir.

Para começar, vou pegar naquela que foi das minhas últimas compras na área das máscaras em papel/ tecido, ou, no caso da Isdin, em hidrogel.

Já gastei o meu latim aqui, e espero não me estar a tornar repetitiva, sobre o quanto adoro máscaras de rosto. Faço todos os dias, por vezes mais que uma, e é daquele tipo de produto cujos resultados são imediatos e que faz a diferença entre uma pele bonita e uma pele maravilhosa. Podem ser usadas por qualquer tipo de pele (já que as há em diversidade suficiente para agradar a gregos e troianos), em qualquer idade, a qualquer hora.

No caso particular destas máscaras que aqui vos trago, as mesmas são embaladas individualmente sendo que cada uma serve uma aplicação. E, no que toca a resultados (comparando com as cremosas) são das que, no meu caso, têm um efeito mais notório.

Ao longo de quatro anos de blog, fui mostrando alguns produtos de cosmética e maquilhagem coreanos e japoneses (ver aqui, aqui e aqui) e confesso que nos últimos meses, os mesmos haviam caído no esquecimento. Alguns são bons, outros nem por isso, mas sinto dificuldade em aferir os nomes dos produtos, ingredientes e funcionalidades, algum tempo após a sua compra, porque ou se tem acesso a essa informação no site de compra, como no ebay, por exemplo, ou depois, esqueçam. Tudo na embalagem é indecifrável. Mas assim que a Coisas&Cenas, cuja opinião considero muitíssimo, gabou alguns produtos da marca Mizon, acrescido do facto de os ver referenciados em alguns artigos de beleza, não podia deixar passar a oportunidade de os testar. Assim, entre outras coisas que comprei, mandei vir estas três qualidades de máscaras, na tal modalidade "papel embebido em sérum" que, sendo todas diferentes, em termos de efeito visível na pele, o resultado é o mesmo: pele radiante, preenchida e “repulpada”, níveis de hidratação abastecidos e toque de veludo.


Dita o ritual coreano, que se deve limpar a pele+ tónico+ sérum/loção/ampola e por cima, a máscara, de modo a selar todos os produtos aplicados. E é assim que eu as uso. Deixo actuar cerca de vinte minutos, dou umas batidinhas com os dedos para absorver o restante produto, se o existir, e depois aplico toda a restante parafernália de tratamento.

De forma resumida, vieram então estas três versões da Ampoule Essential Sheet Mask:

-Hyaluronic Acid: assume-me como tendo 50% de ácido hialurónico na sua composição, que aparece em sexto lugar na lista de ingredientes, o qual tem a capacidade de estimular a hidratação da pele, reduzir a inflação e prevenir a perda de água na pele.

-Placenta: a marca considera que este ingrediente tem poder reafirmante e reparador, além de ajudar na regeneração da pele. Para além disso, promete impedir que a pele desidrate.

-Peptide: contém peptídeos enriquecidos, e afirma a máscara que ajuda a reforçar a pele, estimular o colagénio, assegurado hidratação e elasticidade à pele.

A verdade é que as promessas são ambiciosas e o produto, barato. Não sei até que ponto as conseguem cumprir, mas como disse, a pele fica mesmo muito bonita e isso, por agora, basta-me para me manter interessada.

Existem outras versões para explorar, como Collagen, Snail Syn-Ake, que vou querer experimentar.



Depois, passemos às rainhas deste post: as máscaras em hidrogel da ISDIN. Mal lhes pus as vistas em cima, faz já uns dois meses, tratei logo de pesquisar pela novidade, já que, como sou super fã dos protectores solares, isto só podia ser coisa da boa. E não me enganei!

Assim, a Maskream existe em três versões: Hidratante, Anti-idade e Matificante sendo que optei por comprar as duas primeiras. Mas antes de avançar para a minha apreciação, não posso deixar de assinalar que, quem tem pele oleosa ou com algumas imperfeições, deveria espreitar esta última, já que a mesma tem função anti-inflamatória, e antioxidante.

Esta máscara difere de tudo o que já experimentei, em primeiro lugar, pelo tipo de material. Ao invés do costumeiro tecido ou papel, é um gel fininho e transparente que se acomoda muito bem na pele. Contém 30ml de sérum e tem um efeito refrescante que se sente mesmo depois de a mesma ser retirada. Afirma que, com a tecnologia slow release, consegue optimizar a penetração do sérum e tem um efeito flash mas que se prolonga durante algumas horas.

A Máscara Hidratante é ideal para pele normal a seca, com vitaminas B e C, efeito revitalizante, consegue melhorar a captação de água pela pele.

A Antiaging é ideal para todos os tipos de pele que apresentem sinais de idade já que promete melhorar a densidade, elasticidade e tonicidade. Afirma melhorar a uniformidade, bem como estimular a síntese de colagénio, e contribui para suavizar as linhas e rugas de expressão.

Com objectivos distintos, a verdade é que ambas são excelentes e a pele fica deslumbrante. Podem ser compradas à unidade mas a embalagem de 3+1 fica mais em conta.Podem espreitar a forma de aplicar aqui.


Por último, esta Planter's Sun After Sun Face Mask é ideal para depois do sol do qual, como sabem (ou desconfiam) fujo a sete pés. Ainda assim, nutro um fraquinho por produtos pós solares já que geralmente têm propriedades calmantes e apaziguantes, que a minha rosácea gosta muito. Nos ingredientes encontramos, como não podia deixar de ser, o Aloé Vera e vitamina E, que prometem pele hidratada e luminosa. No meu caso, achei a máscara fraquinha, quando comparada com as outras companheiras mas que, pelo preço, vale a pena o teste, nem que seja porque é muito prática para levar em viagem ou num fim-de-semana prolongado.

E agora, tenho de perguntar: depois de tantos posts sobre máscaras em papel, já alguém experimentou? 

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