Máscaras refirmantes e Anti-idade

Máscaras refirmantes e Anti-idade


Acho que ninguém reparou mas na semana passada não fiz o post prometido sobre máscaras. Mas não queria deixar de continuar esta saga, porque estou mesmo empenhada em terminar este assunto (se bem que com as novidades que ali tenho, dificilmente teremos encerramento definitivo) e dar vazão à “produtada” que está a ganhar teias de aranha ali no armário.

Assim, esta semana traz à minha lente de análise a tipologia de máscaras adequadas para refirmar a pele e combater os sinais de idade.

Permitam-me apenas retractar-me pois na história deste blog, sempre usei a palavra reafirmar (e que consta nas bulas dos produtos) mas que se constata agora estar errada e que me foi esclarecida pela Coisas&Cenas através desta explicação.


Assim, é por essas mesmo que vou começar e a primeira máscara refirmante sobre a qual vou tecer juízo é esta Renaissance A.R.N -A.D.N Firming Cream Masque da Coryse Salomé. Não vou dedicar grandes linhas a este produto porque não gostei nada e foi o verdadeiro suplício terminá-lo. Consiste numa pasta branca que não chega a secar completamente e que promete refirmar a pele e hidratá-la. Garante ainda, que a pele fica mais luminosa e clara. A esta altura do campeonato, em que a embalagem foi para o lixo e não consigo encontrar os ingredientes online, só vos posso dizer que não vale a pena. Não faz absolutamente nada de bom para a pele, nem acho que cumpra minimamente aquilo que até nem é muito difícil de conseguir que é dar a básica hidratação à pele. A marca tem uma abordagem e uma panóplia interessante de produtos que estão a preços super simpáticos aqui, mas que nem assim me cativa a usar mais coisas. Porque 5€ por um produto é barato, mas se não valer a pena, é mal gasto.

Já a máscara seguinte - Ice Mask Switzerland - é das melhores cosias que já usei para o efeito. É simplesmente brutal! Está incluída naquela tipologia de máscara em tecido embebido, que exige preparação já que as máscaras vêm embaladas individualmente numas cápsulas que servem de contentor para misturar o líquido que vem na garrafinha. Podem ver o vídeo de explicação aqui. Depois, aplica-se na pele limpa e é só usufruir do efeito altamente refrescante e tensor que acontece porque a superfície da epiderme fica tonificada e contraída e a vitamina C faz o seu papel no que toca a estimular o colagénio. Isto promove o efeito lifting não só de forma imediata mas a longo-prazo, que na realidade, é o que se quer.

Portanto, esta máscara pode ser usada de forma contínua, para um efeito mais efectivo a nível de firmeza, rugas e hidratação ou então, em jeito de boost imediato, antes de uma festa, após um dia complicado ou num voo, por exemplo. Não deixa resíduos mas deixa um rasto ultra refrescante e tenso na pele, que se prolonga durante algum tempo, após a remoção da máscara em si. O líquido possui Aloé Vera, Vitamina C e mentol.

A titulo de curiosidade, esta máscara é muito usada após intervenções estéticas já que alivia inchaços, hematomas, vermelhidões e coceiras e o segredo é o Liquid Ice que é igualmente usado para tratar maleitas do corpo em atletas de alta competição no alívio de dores de costas e pernas, por exemplo.


Depois, temos a Masque Confort Anti-Age da Embryolisse que comprei no seguimento da qualidade que reconheço ao Embryolisse Lait Crème, como hidratante básico e eficaz que uso sobretudo em trabalho. Neste caso, estamos perante uma máscara adequada a todos os tipos de pele que vem numa bisnaga de plástico e consiste numa pasta branca que seca na pele. A formulação não é má e conta com ingredientes emolientes, reparadores da pele e uma data de óleos bons de alperce, amêndoa, girassol entre outros, e ainda com ácido hialurónico e vitamina E (ainda que estejam quase no fim da lista) e promete regenerar a pele, torná-la mais preenchida e firme, com as rugas alisadas e a pele luminosa. Promessas atractivas, certo? Mas a verdade é que não achei que fosse nada por aí além e apesar de até ser agradável de se usar, não senti que contribuísse de forma substancial para uma melhoria da pele em nenhuma das valências que reclama, excepto talvez na de deixar a pele hidratada e reconfortada.

Da Masque Tenseur Remodelant da Eisenberg Paris, já foram feitas todas as apreciações neste post mas para rematar, não achei que esta máscara fosse refirmante o suficiente para dar nota mas é sem dúvida um produto muito agradável de se usar, que deixa a pele muito bonita e repousada.


Depois, mais um flop encontrado nesta Algenist Firming&Lifting Intensive Mask que se assume formulada com uma combinação patenteada de ácido algurónico que tem propriedades anti-idade, diz a marca, e que promete que esta máscara recupere a elasticidade da pele, firmeza e suavidade.

Em termos de posologia, é a já habitual ou seja, aplica-se na pele limpa e seca evitando o contorno dos olhos e retira-se o excedente com um algodão. Olhado para os ingredientes, estamos perante coisa da boa, já que a mesma conta com poderosos antioxidantes como a raíz de ginseng e emolientes, e os péptidos anunciados. Mas resumindo e concluindo, não achei este produto nada de mais nem notei que contribuísse de forma notória para a firmeza da minha pele, pelo que, a demanda por produtos melhores nesse campo, continua.      

Por último, uma repetente e esta Daeses Firming Mask da Sesderma, que diz que o segredo do produto é o facto do mesmo incorporar “DMAE (dimetilamino etanol ou deanol) que é um nutriente natural obtido do peixe encapsulado em lipossomas que consegue que a sua pele fique mais firme, elástica e lisa instantaneamente mediante dois mecanismos:

1 - Aumenta a liberação de acetilcolina, um neurotransmissor que diminui à medida que envelhecemos. Este componente é responsável pelo envio de sinais dos nervos aos músculos e de nervo a nervo, como consequência produz-se um aumento do tónus muscular.

2 - Estimula a síntese de colagénio, reduzindo as rugas e aumentando a elasticidade da pele".

Ok, parece-me tudo muito bem mas como a menina não impressionou, nem um pouco, ao contrário de tudo o resto que já usei da marca, fui averiguar o que seria este ingrediente e encontrei opiniões contraditórias aqui ou nesta análise. À falta de conhecimentos a este nível de investigação, fico-me pela minha experiência com o produto, que vale o que vale mas que no meu caso, não valeu a pena. A textura é muito parecida a todas desta linha de acção - branca e consistente – e depois de aplicada e retirada, tudo o que noto é a pele hidratada e reconfortada. Nada além disso!                                                                                                        


Os agrupamentos de produtos estão algo esquizofrénicos porque as fotografias foram tiradas em diferentes momentos e eu resolvi juntá-las todas nestes post. Isto, caso se estejam a questionar o porquê de aparecerem máscaras repetidas.

Dermedic

Dermedic


Na Expocosmética última, que acabou por ser mais do mesmo (muita unha e cabelo e pouca cosmética e maquilhagem) deu para fazer as compras habituais de consumíveis e reabastecer stocks, pelo menos até ao próximo ano. Já à saída e prestes a queimar os últimos cartuchos (e enquanto esperava que o resto da malta acabasse de fazer compras no stand contíguo), numa mistura de curiosidade e tédio, comecei a mexer nuns produtos de cosmética que me captaram a atenção pela simplicidade das embalagens.

Espreitei os ingredientes e a palavra ácido hialurónico escarrapachada ali logo entre os primeiros da lista, fez soar o sinal de alarme. Assim de repente, a formulação parecia ser coisa da boa. Chamei a Sara, perita nestes assuntos, que depois de virar duas ou três embalagens, ficou igualmente surpreendida. A certa altura, começamos a falar com os representantes da marca por cá, a Dr.ª Filipa e Dr. Nuno, que pacientemente responderam a todas as nossas questões, e olhem que não foram poucas. A esta altura, já eles tinham três alminhas (entretanto tinha-se juntado a nós a Patuxxa) a perguntar e a mexer em tudo e mais alguma coisa.

Convencida de que estava perante uma marca que promete, e aproveitando a promoção que estava em vigor durante a feira, assinalei o que queria mas, para azar meu, estavam sem stock. Ficou a encomenda feita, que acabou por me chegar uns dias mais tarde, em forma de oferta.


Assim, começo pela Loção corporal emoliente Linum (*), que faz parte da linha adequada a peles muito secas, reactivas e atópicas. Vem albergada num frasco liso e simples de 400ml e é um produto fluido, daqueles que se espalha bem, sem grandes acrobacias ou força de braços, não deixa película gordurosa e é absorvido pela pele de forma relativamente rápida. A pele, a minha pelo menos (que é muito seca mesmo) sorve-o em dois tempos e a pele fica normalizada em termos de hidratação.

Em análise aos ingredientes (rótulo da esquerda) verificamos que é do melhor e está “pejadinha” de emolientes e agentes reparadores da pele, com capacidade para acalmar as irritações na pele.

No que toca a resultados, acho que é suficiente para uma pele normal e seca mas para peles extra secas, ou para zonas como joelhos e cotovelos, que são mais problemáticas e exigentes no que toca a cremes, gostava que fosse ainda mais untuoso. É certo e sabido que creme mais intensos não têm que ser forçosamente mais pesados, mas é uma questão de preferência pessoal, que nada tem a ver com a performance dos produtos. Assim, no meu caso, senti necessidade de adicionar umas gotas de óleo no sentido de enriquecer a fórmula e deixar a pele naquele ponto pegajoso que preciso e aprecio.


Veio também o sérum hidratante e anti-rugas Hialuro da linha Hydrain 3 (*), adequado a peles secas e desidratadas. Foi o produto que primeiro me chamou a atenção e que estou em pulgas por usar, coisa que ainda não aconteceu porque resolvi ter juízo e terminar primeiro o que anda a uso.

A analisar pela formulação (rótulo da direita) será coisa da muito boa a começar pelo primeiro ingrediente, a seguir à água, que é nada mais nada menos que hialorunato de sódio, que ajuda a pele a reter a água e a preencher os espaços entre as fibras, como o colagénio e elastina. Depois, o resto é uma data de emolientes e antioxidantes, coisas que a nossa pele aprecia. Não posso, no entanto, deixar de assinalar que no fim da lista, encontremos umas coisinhas menos boas a nível de conservantes, como o controverso DMDM Hydantoin e perfume.

Mais para a frente, incluirei este produto na minha rotina, e irei usar logo após a limpeza da pele e a seguir ao tónico, e antes de um sérum ou de um creme já que o mesmo actua a nível da retenção da água na pele e é nessa fase que ele melhor vai fazer o seu papel. Nessa altura farei também um relato de como se portou!


A Dermedic é uma marca polaca que por cá se encontra na Dermashop, e disponibiliza várias linhas, de acordo com diferentes tratamentos para a pele de rosto e corpo. Se ficaram curiosas e com vontade de conhecer mais, espreitem aqui ou o facebook da loja.

#ayaymadrid - parte I

#ayaymadrid - parte I


{Fotografia de Raquel Gomes}

Quem me segue no Instagram, sabe que estive em Madrid com mais três amigos, há um mês. O que não sabiam ainda, e por isso escrevi este post (primeiro de uma série de dois), era a minha opinião a respeito desta viagem.

O destino já há muito que constava da minha lista, mas acabava sempre, por um motivo ou outro, ficar para depois. Desta feita, juntou-se um grupo de amigos próximos, dos quais só a Raquel é que já conhecia a cidade. A casa de partida, passa sempre pela escolha de alojamento, da qual fiquei encarregada, e mais uma vez o airbnb não me deixou ficar mal. À chegada, já a horas tardias, foi com agradável surpresa que o T2, escolhido aqui, nos encheu de imediato as medidas, a par com a simpatia da dona da casa, a Maria. 



Deparados com a impossibilidade de jantarmos, quase à 01:00 da manhã, foi agradável perceber que a nossa zona (Lavapiés) era super central e que tínhamos um supermercado aberto até às 02:00 da manhã, a dois passos de casa. Mais uma vez, confesso que mesmo escolhendo as casas um bocadinho às escuras, acerto sempre na melhor das localizações. Centralidade e possibilidade de andar a pé para todo o lado, coisa que fizemos todos os dias à excepção das viagens aeroporto-centro e vice-versa. Aqui, ressalvo a simpatia e prontidão dos taxistas de carros brancos, com lista vermelha (importante memorizar), que asseguram o transporte de ida, ou volta, de qualquer parte da cidade para o aeroporto e vice-versa, pela módica quantia de 30€, já com bagagem e taxas. Caso os valores não correspondam aos 30€ no final, peçam recibo e verão a situação voltar rapidamente à normalidade.

Com o passar dos anos, considero que tenho encarado cada vez menos as viagens como turismo, e mais como ir viver para um sítio, ainda que por meia dúzia de dias. Assim, os planos e as atracções turísticas são cada vez menos assinalados nos mapas.


Dia 1 ( La Latina, Malasaña, Gran vía)

O primeiro dia foi reservado às compras e à arte de bem comer, ou assim o esperávamos. A verdade é que ao terceiro dia já estava farta de tanto frito, e cada vez mais me apetecia sopa, arroz branco e saladas frescas, sem as toneladas de molhos e misturadas de grelos de que tanto me falaram que eu iria adorar. Não! De facto, de todos os sítios que já visitei, ainda não houve nenhuma cozinha que me enchesse as medidas em termos de variedade e petiscos, como a nossa portuguesa, e certamente não a encontrei na comida espanhola. Não quero com isto dizer que detestei, mas não ficou gravada no palato. Dos famosos churros, só tenho a dizer mal, visto a Nutella a que eu, gulosa extrema, estou habituada nas festas populares, ter dado lugar a uma amostra de pudim de chocolate mal amanhado, que após uma primeira mordidela, foi parar ao caixote do lixo mais próximo, na zona da Puerta del Sol. Este episódio foi salvo pelo palmier de chocolate branco e de leite que encontrei logo de seguida. Aleluia! Não creio que seja um doce típico, mas confesso que me caiu que nem ginjas.

Entusiasmada com a promessa de várias lojas de segunda mão, e verdadeira apaixonada por este universo, também aqui fiquei decepcionada. Creio que devo estar muito mal habituada com a vasta oferta que já temos no Porto e muitas vezes me lembrei da nossa Joaninha da Absolutribut.

É bem verdade que quem nos faz feliz, fá-lo de forma universal, e o primeiro dia, tal como todos os outros, foi salvo pela boa disposição e risota dos quatro. Ok... isso, as margaritas que são francamente boas em qualquer espaço da cidade e a simpatia das pessoas e da própria cidade, que é no geral muito bonita do ponto de vista arquitetónico.

De salientar também pela positiva, porque de outra forma ficam a achar que odiei a cidade, o que não é de todo verdade, são os mercados de comida que visitamos também neste dia, o de San Miguel e o de San Ildefonso, ambos lindos de morrer e com bastantes opções, dentro do universo gastronómico espanhol.

O dia culminou com a visita aos outlets da Kling e Pepa Loves, para as fãs da marca, uma paragem obrigatória com preços muito apetecíveis em colecções antigas, e um jantar num restaurante típico ao pé de casa, em Lavapiés, onde comi um dos melhores hamburgers de sempre.




{Fotografia de Raquel Gomes}









{Fotografia de Raquel Gomes}



{Fotografia de Raquel Gomes}









Dia 2 (Lavapiés, Atocha, Sol)

O segundo dia foi passado na Caixa Fórum e nos museus Nacional Centro de Arte Rainha Sofia e do Prado. Do primeiro museu só posso dizer maravihas, tendo o momento alto sido, obviamente, o monstruoso e sensível Guernica e alguns traballhos da Sonia Delaunay. Já do museu do Prado, destaco apenas as pinturas negras de Goya e pelo lado negativo, a antipatia geral dos funcionários e ambiente.

O dia pouco apressado e descontraído, como se querem as férias pouco turísticas, terminou com um belo jantar de paella no La Soberbia (recomendado pelo Yelp, que foi uma excelente ajuda nestas férias) seguido de celebrações de aniversário da nossa amiga Sónia, na zona da Puerta del Sol.












Sob pena de se tornar muito longo, decidi dividir o relato desta viagem em duas partes. Stay tuned!

P.s.- À excepção das fotografias legendadas, e das obviamente (mal) tiradas com o meu telemóvel, todas as restantes foram captadas pelo Fred Gomes.


erborian - dongbaek camellia essence

erborian - dongbaek camellia essence


No seguimento do post sobre óleos, e a propósito do produto do mês que a sweetcare me enviou para testar (na verdade, foi no mês passado, mas é preciso algum tempo até ter alguma coisa para vos contar), faço uma análise mais pormenorizada do erborian - dongbaek camellia essence, sérum relipidante com óleo de camélia extra virgem (*).

Comecemos pela apresentação de um produto de nome complexo e extenso mas cuja composição é relativamente simples. Basicamente, temos 73% de Óleo de Camélia, que está associado a mais quatro óleos -Linhaça, Grainhas de Uva, de Coco e de Argão. Uma equipa forte, que promete proteger a barreira cutânea e combater o envelhecimento.

A título de curiosidade, pois não sabia, a Camélia (Dongbaek em coreano ou Tsubaki, em japonês) floresce no inverno e cai, quando está no auge da sua beleza. E que bonita é! {Permitam-me que faça aqui uma parênteses, para dar nota de que existe uma linha de produtos de cabelo que usa o óleo de Camélia como ingrediente chave - Tsubaki (marca subsidiária da Shiseido) - e que é magnífica!!

Mas voltando ao óleo de camélia, que faz parte do ritual de beleza coreano e no qual a erborian se baseia, o mesmo proporciona amplos benefícios à pele, já que tem propriedades hidratantes, anti-inflamatórias, antioxidantes, e anti-idade.

Em termos de posologia, a marca aconselha:

  1. Manhã: utilizar como sérum e colocar na mão 3 gotas. Aquecer e aplicar antes do tratamento diário.
  2. Noite: utilizar como bálsamo reparador, misturando 1 a 2 gotas no creme habitual, transformando-o num bálsamo nutritivo.
  3. Férias: após a exposição solar, aplicar uma fina camada do óleo de camélia para reparar os tecidos e acalmar a vermelhidão.
  4. Cabelos: ideal para reparar e suavizar as pontas dos cabelos.
  5. Peles Secas: utilizar como tratamento reparador intensivo, colocando 5 a 6 gotas na mão, aquecer e aplicar em todo o rosto.


E como é que integrei este produto na minha rotina? Ora bem, não sou pessoa de usar óleos diariamente. Tenho os meus séruns que uso fielmente todos os dias mas, quando à noite olho para a minha pele e a diagnostico mais cansada ou desidratada, costumo recorrer a produtos que permitam uma automassagem, no sentido de aliviar tensões e proporcionar um momento de relaxamento, que por vezes é tão preciso. No entanto, como queria ver o efeito desta dongbaek camellia essence (*), pus de parte os meus séruns nocturnos e usei-a diariamente, durante as últimas duas semanas. 

Não é tempo suficiente para aferir a fundo a qualidade e desempenho de um produto mas, na verdade, já tenho o olho treinado e, quando uma coisa é medíocre, noto logo na minha pele. Neste caso, não tenho tido razões de queixa: a rosácea anda calminha, a pele anda hidratada e luminosa que é diferente de gordurosa! Só tenho de me preocupar com a firmeza e as manchinhas idiotas, que ainda não desamparam a loja. De resto, a rotina que ando a seguir está correr bem e este óleo veio enriquecê-la e contribuir para que a pele se mantenha no rumo certo.


A essência é, em termos de apresentação, armazenada num lindo e elegante frasco opaco, que contém uma pipeta, a qual permite que doseemos o produto. O mesmo (que não sendo apenas um óleo, é bastante próximo dele) é diferente de qualquer outro que tenha usado até ao momento, já que na verdade, quando cai na mão, a densidade assemelha-se mais a água.

Sinto que é nutritivo e apaziguante para a pele e deixa-a bonita e luminosa. Usei uma vez durante o dia mas não resultou muito bem porque tenho a mão pesada e besuntei-me toda, o que resultou numa aplicação pouco inteligente de camadas de produtos e maquilhagem, que durou pouco e não ficou homogénea. De qualquer forma, como é apanágio em produtos de texturas mais untuosas, prefiro aplicá-los à noite e este foi usado de forma intercalada ora aplicado directamente na pele, ora misturado com o creme de tratamento. Ainda não usei na valência “óleo capilar”, porque ando a usar os da phyto e tenho receio que fique muito pesado e me obrigue a lavar o cabelo no dia seguinte. [First World Problem] Mas vou ver como se porta e darei nota por aqui, lá mais para a frente.

Permite a automassagem, como de resto tudo o que seja mais escorregadio, mas com a vantagem de ser muito leve e rapidamente absorvido. Para além disso, analisei os ingredientes e estamos perante uma selecção de coisas boas, que nem a presença de perfume, já mais para o fim da lista, consegue macular.


Como sabem, existem mil e uma opções de óleos e este pode ser uma opção interessante para quem tem peles ali entre o normal a seco (peles oleosas devem evitá-lo ou no caso das mistas, moderar a aplicação) para ser usado de forma mais esporádica, ou como cura e de forma mais intensiva. Ou ainda, como aconselha a marca, "depois de escutarmos a nossa pele” e sempre que ela pedir.

Dos óleos: rosto, cabelo e corpo

Dos óleos: rosto, cabelo e corpo


Hoje trago-vos um post centrado numa de tipologia de produtos que simplesmente adoro e que não será propriamente surpresa por aqui. Falo dos “mui” adorados óleos.

Há-os para todos os gostos, feitios e necessidades e espero converter-vos a adoptar um óleo para a vossa rotina de beleza porque garanto que vai fazer muita diferença. Assim, nesse propósito evangelizante, agarrei nalguns produtos que moram cá em casa (uns já usados, outros nem por isso) para mostrar que existe uma enorme diversidade no que toca à oferta deste tipo de produtos e que, só têm que encontrar o vosso. Ou vossos, vá, que depois de começarem a usar, duvido que se cinjam apenas a um.

Já uso óleos há muitos anos e penso que os primeiros aos quais me dediquei, foram os da Clarins e da Phytomer. A oferta não era como a de agora, mas lembro-me que sempre adorei aplicá-los, mesmo quanto tinha pele oleosa e com acne. E este é um dos maiores mitos no que toca aos óleos: "peles oleosas não podem usar óleo". Pois é, podem! Até porque muitas vezes, a produção exacerbada de sebo, tem a ver justamente com a falta de óleos naturais na pele.

Como usar? Misturando umas gotas no sérum ou no creme hidrante. Há quem diga que se pode aplicar directamente na pele mas a verdade é que ingredientes com densidades diferentes, podem não conseguir penetrar a barreira que se forma na superfície da pele. Por isso, normalmente, oriento-me pela textura dos produtos que aplico. Se o sérum for mais leve, aplico antes do óleo, se não, aplico depois. Aplicado em último lugar, na ordem de todos os produtos, funciona como elemento oclusivo que sela tudo o que tenhamos aplicado por baixo. Excelente solução para a pele desidratada que “mora” em ambientes climatizados.

Os óleos podem ter proveniência vegetal, animal ou mineral. No caso dos vegetais, temos uma panóplia enorme de possibilidades, como jojoba, argão ou amêndoa, sendo que cada um traz diferentes benefícios. O óleo de oliva ou de coco são excelentes hidratantes, e óleos, como por exemplo, o de argão, maracujá ou marula africana, são potentes antioxidantes. Já o de argão, consegue reduzir a inflação na pele, o que o torna ideal para peles sensíveis e com rosácea.

A nível de cabelo, o óleo tem a capacidade de o amaciar e condicionar, para além de hidratar, já que oprotege e evita a perda de água. Assim, na minha experiência com cabelo extremamente seco (daquelas aos quais basta uma lavagem semanal) o uso regular de óleo é a única forma de o manter saudável, elástico e com as pontas seladas. No caso de cabelo muito fininhos ou oleosos, os mesmos podem beneficiar igualmente das vantagens de um óleo, desde que seja indicado (ver os da phyto) ou então como tratamento que antecede o champô.

Ora bem, como prevejo que o post vai ser longo, e muita coisa vai ficar por dizer, avancemos já para os exemplos que vão ser apresentados de forma sumária (depois retomarei a cada um deles em posts mais detalhados) e que foram organizados em função da zona de tratamento a que se referem.


Para a secção "corpo", começo por este Sothys Lily and Bamboo Escape Nourishing Body Elixir, que é um óleo maravilhoso, de aroma viciante que se aplica em jeito de bruma. Com acção antioxidante, é um óleo leve, daqueles que quase não deixa rasto, excepto uma pele bonita e perfumada. Não gosto particularmente do borrifador, que dispensa muito pouco produto de cada vez mas entendo que de facto, não é preciso muito para cobrir uma área generosa de pele. Esta marca tem uma selecção exquisite de óleos para rosto e corpo que merece uma análise mais detalhada e um olhar atento, por parte de quem se interessa pelo assunto.

Depois, este Huile de Massage Minceur da Weleda, ao qual já andava a piscar o óleo e que resolvi comprar depois de o ver no blog da Sara. Ora bem, quem passa por aqui habitualmente, já se deve ter apercebido que não costumo falar em cremes de celulite e afins, porque simplesmente acredito que não funcionam. Aliás, não funcionam em pessoas como eu, que comem tudo o que lhes apetece, que não vão ao ginásio diariamente e que não têm um estilo de vida mais saudável. Portanto, estar a gastar dinheiro em cremes de celulite para a seguir enfardar um pote de 600gr de Nutella, são coisas incompatíveis.

Daí que, fico-me com a Nutella e mando os cremes às urtigas, mesmo que isso signifique ter celulite. Sou mais feliz assim, mas não quer dizer que seja desatenta e, uma coisa que noto que me faz maravilhas na zona amaldiçoada (e falo de coxas e rabo) é a massagem com luva, daquela que têm pitons. Acontece que essas luvas deslizam melhor quando massajadas numa zona lubrificada e, se hei-de usar um óleo qualquer, ao menos que seja um adequado.

Assim, este em particular, possui uma combinação de óleos que garantem ajudar na elasticidade e firmeza da zona, bem como com as lombas indesejadas. Vou no terceiro frasco de óleo, que adoro e que aplico depois do duche e massajo com a tal luva, sendo que aplico os restantes tratamentos de seguida. Acho-o deliciosamente divino mas sei que enquanto a Nutella fizer parte da minha "dieta", não vai haver milagres.

Depois, trouxe uma variante interessante do tradicional óleo, que vem nesta vela da La Cremerie, a qual já foi apresentada aqui. Mas basicamente, é uma vela em formato tradicional a qual, depois de acesa uns minutos, derrete e transforma-se em óleo que se usa em massagem. É uma forma diferente de hidratar a pele mas garantidamente mais deliciosa e relaxante.


Na secção cabelo, trago um favorito e uma novidade. O favorito é este Healing Oil Treatment da Macadamaia, que é qualquer coisa de sublime e cujos benefícios já foram apresentados neste post. E, vários meses volvidos, continua a figurar num lugar de honra na minha casa de banho e aplicado quase diariamente porque funciona lindamente em cabelo seco, para selar e uniformizar os comprimentos.

Depois, esta novidade, cujo uso foi interrompido para testar os da phyto, e que é este Rare Blend Oil da Ojon, num sistema trifásico, que só por si seria suficientemente interessante, mas cuja gradação de cores o torna irresistível. Existem várias versões, para diferentes texturas de cabelos e, este em particular, é para cabelos grossos e encrespados. Trata-se de um óleo polivalente que protege, amacia e potencia o brilho do cabelo e consagra, no mesmo frasco, uma selecção de óleos de diferentes proveniências. Ainda não lhe dei uso suficiente para mandar bitaites, mas a coisa promete e irei analisá-lo de forma mais regular, a ver como se porta.


Para o rosto, comecemos pelo óleo desmaquilhante, que nunca pode faltar na prateleira e no momento, o que anda a ser usado é este Extreme Cleanser da Make Up Forever. Este produto é coisa da poderosa, capaz de desmaquilhar a alma. Uso-o no meu kit de trabalho e basicamente, leva tudo à frente, ou atrás, como queiram. É pigmentos, produtos cremosos, máscaras à prova de água. Nada resiste à passagem deste óleo. Simplesmente fantástico. É um pouco "pesado" e gosto sempre de eliminar vestígios com um gel ou mousse, aplicados depois.

Ainda não vai ser hoje que faço uma análise mais detalhada a este Age Confidence Facial Oil da pai (que já me estou a esticar) mas o mesmo já mereceu honras na minha categoria de produtos de sonho, que de facto, são merecidas. Trata-se de um óleo anti-idade, adequado a peles sensíveis e que é indicado para todos os tipos de pele, com alguns sinais de envelhecimento. Fornece um shot de vitaminas, ómegas e nutrientes que são essenciais à pele. 

Depois, mais dois produtos que não foram encetados e falo deste Pure Maracuja Oil da Tarte, sobre o qual nutro grandes expectativas. Promete hidratar, refirmar, iluminar e amaciar a pele já que, como o nome indica, tem óleo de maracujá, cuja infusão de vitamina C promete deixar a pele mais iluminada. A ver vamos!

Outro produto intacto é este Marula Neroli Infused da African Bontanics que vai garantir, diz ele, quando o usar, uma pele profundamente hidratada e radiante. Rico em vitaminas C+E e ácidos gordos, promete ajudar a reduzir as vermelhidões da pele, sendo indicado para peles reactivas.


Por último mesmo, escolhi duas versões multiúsos, já que existem no mercado uma série de híbridos que permitem que se trate, com um só produto, cabelo corpo e rosto, o que pode facilitar todo o processo de olear uma pessoa. No entanto, e pela minha experiência, não os consigo aplicar no rosto, porque os sinto demasiado pesados e prefiro outros mais indicados para o efeito. 

Já vos falei dos afamados óleos da Caudalie ou Lierac mas hoje, e para esta categoria porque é o que ando a usar, trago-vos o nuxe huile prodigieuse (*) que dispensa apresentações e ao qual gabo a qualidade. No corpo, é usar à vontade, já no cabelo, prefiro-o como tratamento pré-lavagem e no rosto, descobri-lhe recentemente uma forma interessante de se usar. A mesma foi partilhada aqui e consiste em juntar duas ou três gotas deste óleo a um creme, e fazer uma espécie de máscara, que deve depois ser retirada. Assim, consigo usufruir dos seus benefícios, sem me pesar na pele. [E por falar em nuxe, a marca está com umas ofertas -pulseiras, velas, óleos e perfumes - bem jeitosas na sweetcare, na compra de produto da marca! Espreitem aqui]

Tenho ainda este Phyto Plage Aprés Soleil, Óleo Sublimador Cabelo e Corpo ao qual ainda não dei uso (também) mas que comprei porque não resisto a produtos para depois do sol, mesmo que fuja dele a sete pés. Isto, porque este género de produtos é forte na sua vertente regeneradora e apaziguadora, coisas muito apreciadas por estas bandas. Como não apanho sol, não usufruo da sua capacidade em subliminar o bronzeado mas estou ansiosa de ver se é tão bom como os irmãos.

O que retiro deste testamento?

1. Óleos são muito completos e têm inúmeras aplicações e vantagens. Basicamente, servem para tudo!

2. Espero ter conseguido convencer-vos a comprar um.

3. São um óptimo investimento porque duram meses.

3. Precisava ter três caras, para poder gastar isto tudo mais rápido.

Beauty For Every Budget

Beauty For Every Budget


A Sofia do Chick Habit convidou-nos a participar num circuito de posts, que saíram durante esta semana, com sugestões de produtos em vários escalões de preços. Este repto foi lançado a vários blogs (podem conferir na lista abaixo) com ofertas para vários patamares de preços, e o Pretty Exquisite ficou com os chamados "produtos de sonho".

Em primeiro lugar, permitam-me dizer que não sei se o que aqui vos trago faz parte dos sonhos de alguém além dos meus. O ponto de partida era fazer uma selecção de produtos no escalão acima dos 20€, que na verdade, não representa um desafio assim muito difícil (é mais difícil juntar os trocos para os comprar). E se é possível comprar muito bom e barato, de um produto caro, não se pode esperar nada menos que excelência. E foi isso que tive em conta, ou seja, a qualidade dos mesmos valerem cada cêntimo! Ou serem muito, muito bonitos, vá!

Assim, começo por um produto que se encaixa na categoria do "muito bonito e especial" e que é este Pó Compacto Translúcido da Estée Lauder, num edição (limitada, julgo) que trazia em relevo, os diferentes signos do zodíaco. O meu, que representa o signo virgem, tem uma silhueta de uma figura no meio de um campo de trigo (?) com uma pedra azul a trancar a embalagem. É sem dúvida uma peça especial e muito querida, que usei apenas duas vezes até me mentalizar que era demasiado preciosa para andar a tombos na minha carteira.

Para além destas relíquias, a marca vai lançado mais coisas de perder a cabeça e que nos fazem sonhar, como este compacto com tampa em relevo a imitar pele de crocodilo ou estas miniaturas amorosas que albergam perfume sólido.


Depois, uma dupla que só pelas embalagens, valeriam a loucura de serem comprados e que, além de bonitos, ainda conseguem ser muito bons. Falo então do Bronzing Powder do Tom Ford em Gold Dust, um bronzer super refinado com partículas ínfimas de brilho, capaz de transformar qualquer menina numa deusa do bronze (que não serei eu, com certeza, porque gosto de ser branca) e que vem alojado numa embalagem, digna de uma clutch de qualquer red carpet, em branco casca de ovo (dos de aviário). Se não me engano, as primeiras embalagens (dos batons pelo menos) eram neste branco retro, até que a marca resolveu enveredar pela cor mais escura, que caracteriza o packaging Tom Ford actualmente. Com muito pesar meu, admito, porque acho estas bem mais bonitas e delicadas.

Depois, a par, temos este Filmstar Bronze & Glow da Charlotte Tilbury, sobre o qual já teci alguns comentários neste post. Adianto já que não é o meu produto de contorno favorito (o Kevyn Aucoin continua a levar o prémio, nessa categoria) mas acho esta dupla fenomenal. O produto de fazer a modelação não é tão frio nem mate quanto se desejaria mas com o iluminador, constrói umas bochechas de sonho e funciona muito bem ao vivo, e em fotografia então, nem se fala. A embalagem é qualquer coisa de estonteante, os pós super refinados com uns brilhos imperceptíveis mas que sabem fazer muitíssimo bem o seu trabalho, que é uma iluminação natural mas com impacto.


Avancemos para as minhas sombras cremosas favoritas -Creamy Eyes- (as outras são as da Shiseido) que vêm abrigadas nestas canetas das Ellis Faas (como de resto, quase todos os produtos da marca). Já teci rasgados elogios às mesmas neste post e, no entretanto, mandei vir mais umas quantas cores, que serviram para reforçar a minha paixoneta pelo produto. A começar pelas cores, que são quase todas mate e inesperadamente únicas, a cremosidade das mesmas conquistou-me. Agarram-se à pele de forma aveludada, esfuma-se até ao infinito e são super pigmentadas. E se não valesse pelo recheio, já viram a preciosidade destas embalagens? A Ellis é um génio (na minha opinião), e a sua linha de maquilhagem sintetiza isso mesmo.

Temos depois a Sumptuous Extreme Lash Multiplying Volume Mascara da Estée Lauder, e caramba, se há produto que faz jus ao nome, é este. Já há muito que não usava uma máscara tão, mas tão boa. O aplicador é perfeito para o meu tamanho e formato de olhos e deixa as pestanas absurdamente longas, gordas e negras. Perguntam-me muitas vezes se tenho pestanas falsas, quando a uso. Mas não, é mesmo mérito desta menina. O único senão que lhe aponto é o facto de que para quem tem pestanas curtas ou olhos pequenos, a coisa não se dar, porque a escova é gigante. Mas eles têm uma versão parecida, numa escova que tem cerca de metade do tamanho e que vale muito a pena.

Depois, mais um iluminador dos bons e este Becca Shimmering Skin Perfector, que é coisa de qualidade notável e que já foi alvo de review aqui. É um produto iluminador que, pela sua textura e cremosidade, pode ser usado por baixo da base, ou por cima, em pontos específicos do nosso rosto (os tradicionais pontos de luz), ou ainda misturado com a base, para uma radiância generalizada. Enfim, é o iluminador perfeito para quem quer luz sem brilhos nem “cintilâncias” estranhas e gosta de pele natural mas muito mais bonita e luminosa. Ando de olho na versão em pó compacto!


Depois, no meio de tanto batom, seleccionei dois que primam pela qualidade e pelas embalagens. Simplesmente não consigo resistir a packaging que é pensado e desenhado não só para ser bonito mas funcional. Assim, tenho alguns batons desta linha Rouge G L'Extrait da Guerlain, e que são coisa da boa. A começar pela embalagem que pesa muito, é facto, mas que providencia um espelho, que tanto jeito dá na hora de retocar o batom. Podia ser mais discreta, como os da YSL, mas não seria a mesma coisa. Abrir esta embalagem é toda uma aventura de cliques no sítio certo, que põe a descoberto o tal espelho embutido, ao mesmo tempo que sacamos produto com um aplicador em esponja. O pigmento é do potente, a duração é boa, a selecção de cores é magnífica e luxuosa. O acabamento é aveludado (não chega a ser mate no verdadeiro sentido da palavra) e, quando se usa um batom destes (nesta cor, pelo menos), não se passa despercebida.

Já o Diorific em Diorling da Dior (tanto D!!) tem um packaging "mais discreto" mas nem por isso menos elegante nem bonito, em dourado e que recria a estética anterior da marca, inspirada no design dos anos 20. Comprei na altura da colecção Grand Bal, do Natal de 2012 e tenho sido retraída no seu uso porque são muito bonitos e especiais. O acabamento está ali entre o mate e o acetinado e as cores, todas variantes do vermelho, deslumbrantes.  


Trago-vos ainda, na categoria de tratamentos faciais, este Age Confidence Facial Oil da pai, recomendado pela Coisas&Cenas, numa altura em que a minha indecisão saltitava entre a compra deste ou do Rosehip Bioregenerate Oil. Como ela tinha gostado mais deste, e por eu achar que coisas anti-idade começam a ser mais que necessárias, acabei por optar pelo Age Confidence e não desapontou. Tenho usado de forma regular (ainda que não diariamente) há alguns meses já e é coisa da muito boa mesmo. Usei inclusive em alturas que a minha pele andava mesmo reactiva e sensível e este menino, foi muitíssimo bem tolerado. Não resisto a óleo, muito menos faciais, e ainda menos se forem dos bons.

Este em particular, é adequado para todos os tipos de pele, com alguns sinais de envelhecimento e garante uma boa dose de vitaminas, ómegas e nutrientes essenciais à pele. Para além disso, é um poderoso anti-inflamatório para quem, como eu, sofre de rosácea e pele sensível. É excelente e irei trazer uma análise mais completa para a semana!

Depois, escolhi este cheek Brush da suqqu, do qual já falei aqui e que é sem dúvida, o meu “xodózinho” na categoria “pincéis”. Juntei meses a fio para o comprar e em nenhum momento me arrependi. Muito pelo contrário, tivesse eu euros a sobrar, e vinham mais uns quantos. O pêlo é macio como nenhum outro que tenha (apesar de que os que tenho do Wayne Goss e da Rae Morris, poderão estar ao mesmo nível), aplica o produto de forma única e muito equilibrada, seja ele pó, blush ou iluminador. O facto de ter os pêlos alinhados de forma arredondada e de os mesmos serem extremamente flexíveis, faz com que o blush, por exemplo, fique aplicado de forma difusa, sem linhas rígidas nem marcações muito definidas.

Por último, e na secção cabelo, a minha escovinha Mason Pearson, que também já mereceu honras aqui. Com o cabelo comprido que tenho, considero fundamental ter uma boa escova porque se não, é o descalabro de cabelos partidos. Esta, juntamente com a minha Tangle Teezer, faz a dupla perfeita na hora de escovar, sem partir (ou o menos possível, vá) o cabelo, ao mesmo tempo que promove uma massagem no couro cabeludo. Esta marca tem uma variedade imensa de escovas para todos os tipos e comprimentos de cabelo, com ou sem pega, e pentes, o que ajuda muito na hora de adaptarmos o acto da escovagem, àquilo que o nosso cabelo precisa.

Pela qualidade e robustez, é uma escova para a vida!


Espero que tenham gostado da minha selecção e se quiserem rever todas as sugestões de produtos, para diferentes categorias de preços, é só passarem aqui:

/1 Junho Go Chick Habit / menos de 5€
/2 Junho Glimmer Le Blonde / menos de 10€
/3 Junho Malmequer / menos de 15€
/4 Junho Coquette à Portuguesa / menos de 20€
/5 Junho Pretty Exquisite / os produtos de sonho

Máscaras para o contorno dos olhos

Máscaras para o contorno dos olhos


Para fazer uma pausa nas máscaras de rosto, resolvi pegar nas de olhos. Espero que estejam a gostar destes posts, porque para mim, estão a servir sobretudo para pôr ordem cá em casa e para me disciplinar a não ter mil e quinhentas coisas abertas ao mesmo tempo. Apesar de que tenho de ter sempre algumas opões disponíveis, claro!.

Para esta ronda, reparei que tenho apenas máscaras em papel/tecido ou gel. No entanto, sou mais fã das cremosas, em termos dos resultados que oferecem e porque as consigo aplicar onde necessito, incluindo nas pálpebras. Neste caso, as máscaras já vêm recortadas e impregnadas em produto de tratamento e prontas a usar. Dão apenas para uma aplicação na zona abaixo dos olhos e, consoante o tamanho, podem cobrir até à fonte.

Começo então pelas Quies Tired Eyes Soothing Masks, das quais já falei aqui. São uma opção bem baratinha e simpática, que de facto cumprem aquilo que prometem, que é trazer frescura e descongestionar esta zona, com aloé vera e extracto de papaia. Só tem uma desvantagem (que não seria, caso eu tivesse mais tempo de relaxar) que é o facto de o sistema da máscaras ser uma tira inteira, que cobre pálpebras e que por isso, implica que tenhamos que estar deitadas quanto as usamos. Podem ser usadas durante um voo ou na praia, ou ainda depois de um dia de trabalho intenso, ou pela manhã, para quem acorda com papos e pálpebras inchadas.

Depois, da sesderma, tenho estes Eye Contour Patches da linha C-Vit e dos quais gosto tanto que já os recomprei umas três vezes. Os pacthes em si são enormes, o que permite tratar uma extensa zona abaixo dos olhos, até às fontes. Vêm fortemente embebidos num gel, cujo excesso pode ser usado para massajar a zona, após retirar o patch ou na rotina seguinte, e antes do creme de olhos. Este tratamento é imediato e alivia de forma eficaz o cansaço e sinais de fadiga que a zona periocular tão bem sabe acumular. Contém extracto de citrinos, cafeína, centelha asiática e vitamina E. Promete proteger e fortalecer a resistência da pele e acredito, porque vejo uma diferença notória após o seu uso. Em resumo, são excelentes e, nesta tipologia de máscaras, posso afirmar que se encontram entre as minhas favoritas.

As Signs Eye Mask da SK II, são já repetentes por aqui. Consistem num papel embebido em Pitera (uma fusão de vitaminas, aminoácidos e minerais) e vitaminas (B3 e B5), cujo objectivo é hidratar em profundidade, atenuar linhas e rugas da zona adjacente aos olhos. A máscara é boa e deixa a zona bastante alisada e hidratada.


Por sua vez, as Collagena anti-wrinkles eye contour care 16 hydrogel patches pareceram-me uma compra interessante pelo tratamento completo que fornecem: oitos pares de patches em hidrogel e um sérum.

Os patches são constituídos por uma base em hidrogel à qual é adicionada colagénio marinho, ácido hialurónico e polissacarídeos de algas. A marca promete que os princípios activos penetram imediatamente nas camadas superiores da pele para promover hidratação e corrigir rugas no contorno dos olhos. O sérum finaliza o tratamento e é composto igualmente por colagénio marinho e ácido hialurónico.

A posologia é de que, para prevenir, se devam usar a cada dois dias e, para tratamento, aplicar todos os dias durante duas semanas. Assim, promete: um efeito hidratante (já que promove a retenção de água na camada superficial da pele, assegurando hidratação e flexibilidade a esta zona), um efeito alisador e anti-rugas e um efeito relaxante e refrescante.

A formulação de ambos os produtos é boa (apesar que existe ali um óleo de lavanda que me chateia), o preço também e as promessas criam expectativa. No entanto, não morri de amores pelo produto. Não notei que fizesse algo mais que aliviar a zona onde são aplicados mas também é verdade que ainda não tenho rugas instaladas para aferir a potência nesse campo. Depois, outro ponto menos positivo, que tem a ver com a minha incapacidade de estar deitada a relaxar, e o facto de os patches terem tendência a escorregar pelo rosto.


Por último, uma versão DIY das máscaras de contorno de olhos. Basta comprarem os pacthes secos e embeberem-nos num sérum, loção ou tónico, que desejarem. Ou uma mistura de vários. Neste caso, andei a usar esta loção II da Kanebo (para pele seca e muito seca), já que a emulsão que faz parte do "método da dupla hidratação" terminou. Assim, uso quando tenho tempo e antes de aplicar o creme de olhos, já que este passo serve para preparar a pele e para o tratamento que lhe segue. Esta loção satura a pele com hidratação e deixa-a com uma sensação esponjosa e humectada. Adoro este produto!


Youth Lab

Youth Lab


Aqui há umas semanas já, chegaram aqui a casa produtos de uma nova marca de cosmética - Youth Lab. Fiquei um pouco apreensiva (além de contente, claro) porque tenho ali tanta coisa para usar que é complicado testar tudo como deve ser já que, como sabem (ou devem imaginar), sofro de uma certa irrequietude no que toca a cosmética. Assim, aguardei (pacientemente) que a rotina anterior terminasse (a qual irá ser partilhada aqui em breve) para poder começar a testar alguns dos produtos, nomeadamente o Restoring Serum e o Complete Cream. No entanto, como ainda não tenho muito para vos dizer, porque foi coisa recente, decidi fazer um post de apresentação da marca, já que é uma (quase) novidade, e dos produtos. Posteriormente e oportunamente, trarei aqui o resultado prático de aplicação dos mesmos.

Portanto, começando pela filosofia e conceito, a Youth Lab é uma marca que oferece uma gama simples de produtos direccionados para o tratamento dos principais problemas da pele e ideal para pessoas que procuram uma rotina descomplicada mas que garanta à pele aquilo que é essencial: limpeza, tratamento e protecção.

A linha, que não sendo extensa, apresenta produtos bastante acessíveis para todos os tipos e idades de pele (tratamentos de corpo e solares), garante que os mesmos estão livres de parabenos e derivados de petróleo, como a parafina e óleos minerais.

Com um design simples e despojado consegue, ainda assim, ter uma apresentação bonita e atractiva. Adoro o contraste do cartão reciclado com as cores cítricas dos rótulos, identificadores das diferentes linhas.

Veio também um manual da marca, onde não só pude verificar os produtos que a Youth Lab disponibiliza por cá, como a descrição de cada um e acesso detalhado à lista de ingredientes, coisa que me agradou de sobremaneira. A meu ver, isto garante transparência e entendimento daquilo que a marca oferece em cada formulação.


Os três produtos que chegaram foram então: o Daily Cleanser(*) na versão peles mistas e oleosas. Existe igualmente a versão para peles normais e secas. Este produto consiste num gel com acção purificadora que não só regula a produção sebácea como remove a maquilhagem. É indicado para peles sem brilho e propensa a acne ou com pontos negros, ou seja, o oposto do que a minha é e por isso, com pena minha, não poderei usá-lo. Ainda assim, para quem sofre das maleitas citadas, e quiser espreitar este gel, deve massajar uma pequena quantidade sobre o rosto, pescoço e decote, com movimentos circulares, de manhã e à noite, retirando com água e procedendo ao tratamento adequado. 


Veio também o Restoring Serum(*) que é indicado para o tratamento de rugas, perda de firmeza a luminosidade da pele, coisas que me interessam e à minha pele também. A formulação conta com vitamina C, elastina e Progeline (que a marca apresenta como sendo composto por “três aminoácidos peptídeos derivado da Elafina com acção imediata na remodelação dos contornos faciais, e Tens'up® com efeito lifting imediato e de longa duração”). As promessas são boas e estou com expectativa relativamente a resultados.

Gosto do sistema de dispensa do produto, que garante "frescura" aos ingredintes, sendo que a posologia é de o aplicar de manhã e à noite, em camada fina em todo o rosto e pescoço, seguido do creme de tratamento. Tenho usado apenas de manhã e para já, considero um bom sérum matutino, no sentido em que a textura é bastante compatível com tudo o que lhe aplico em cima, incluindo a maquilhagem. 


Para rematar, veio ainda o CC Complete Cream com SPF 30 (*), ideal para peles normais e secas. Existe a versão peles oleosas.

O CC Cream é um creme de cor e correcção, com protecção solar que traz alguma cobertura à pele mas que a mantém transparente e luminosa. Tem uma formulação boa e diz que contém ácido hialurónico (pelo menos na teoria, porque não o encontrei na lista de ingredientes) e deve ser aplicado como último passo da rotina de beleza, em vez da base, se assim o desejarem e ideal para quem gosta de pele igual a si mesma, mas mais bonita. Não sou grande fã de cremes deste género mas a verdade é que dá sempre jeito ter um por perto quando queremos um quick fix. Neste caso, e para já, o único senão que tenho a apontar, é a existência de uma só cor a qual, por mais universal que seja, será sempre mais parecida a umas que a outras e, no meu caso, até tive sorte, porque anda lá perto (é um nadinha mais escura e uso o número 20 nas bases da Dior, Chanel ou Mac, para referência).


Encontram a marca à venda em farmácias e parafarmácias e podem consultar os pontos de venda aqui.

Máscaras Eisenberg Paris

Máscaras Eisenberg Paris


Ai caramba, que quase não conseguia cumprir a promessa do post semanal sobre máscaras. Estive de férias uns dias (benditos foram) e, apesar de ter mantido o blog debaixo de olho, a ideia foi relaxar e desligar (dentro do possível, que parece que basta a pessoa colocar o pé fora do Porto por uns dias, que começam a chover telefonemas e emails). Assim, não nos alonguemos na introdução e vamos ao que interessa e às mascara da semana. Primeiro, façamos uns minutos de silêncio pelas finadas!

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Vamos então ditar umas palavras sobre cada uma destas máscaras, todas da família Eisenberg mas com finalidades diferentes, e que andaram a uso de forma rotativa, até a última gota.

Comecemos pela hidratação e pela Masque Hydratation Totale (2), que na verdade já foi apresentada devidamente aqui, e da qual gostei muito. Ainda que este tipo de textura não reúna a minha preferência, achei este gel transparente esverdeado muito agradável de se usar. Com a vantagem de conter ácido hialurónico, sinto que fornece o essencial para a pele, em termos de hidratação.

Avancemos para aquela que continua a ser a minha favorita e para a Masque Aprés-Soleil Anti-Âge Visage (1). Mesmo depois de ter usado as quatro, em modo simultâneo, sinto que esta é a mais eficaz pois vejo imediatamente o resultado da sua aplicação: pele apaziguada, fresquinha e hidratada. Já expliquei o que me fez gostar tanto dela, no post a ela dedicado e, apesar de ser indicada para usar após a exposição solar e para ajudar a conseguir e manter um bronzeado uniforme (coisa que na verdade dispenso) no meu caso resulta, porque com a rosácea, a minha pele aprecia coisas calmantes e frescas, e profundamente hidratantes.

Depois, a Pure White Masque Crème Relaxant (* 3) foi usada com algumas expectativa porque, como já disse, tenho aqui e acolá umas manchinhas de pigmentação, que me levam a adoptar produtos específicos para o caso (apesar de estar proibida de me aproximar de alguns tipos de ácidos, que seriam bem eficazes nesses casos, mas paciência). Ora com a consciência de que não seria uma máscara (não deste calibre pelo menos) a livrar-me das manchas do demónio, pensei que poderia ajudar um pouco mais do que na realidade ajudou. No entanto, luminosidade também é coisa muito apreciada por estas bandas e, nesse campo de competência, este produto acabou por se revelar mais eficaz. Além disso, esta máscara, que tem consistência de pasta cremosa, assume-se como sendo de relaxamento, já que tenta aliviar a tensão no rosto, o que não sendo aquilo que eu mais precisava, acabou por ser a forma como usufrui da mesma.

Por último, a Masque Tenseur Remodulant (4) que comprei porque uma das minhas preocupações, no que toca a cuidados de rosto a longo prazo, é a firmeza. Assim, tudo o que possa ajudar nesse sentido, é bem-vindo e normalmente tenho sempre a uso uma máscara que ajude nessa vertente. Neste caso, a compra deu-se por sugestão da funcionária que me disse que a máscara era tão boa que, caso eu a aplicasse de um lado do rosto apenas, no final, o resultado era comparável e visível. Tonta que sou, caí que nem um pato porque há coisas que queremos ouvir e que até fazem sentido já que, normalmente, produtos que agem a nível de firmeza (pelo menos de forma temporária, que é o que estamos aqui a falar) têm resultados imediatos eflash.

Acontece que a máscara é maravilhosa, cremosa e com umas esferas azuis minúsculas que se desfazem na aplicação e com a massagem, e deixa a pele fantástica. Mas não, não tem qualquer efeito nem melhoria a nível imediato de firmeza. Não nos vamos iludir, que não tem. Diz a Eisenberg que este produto contém vitaminas A e E (estrelas a tratar sinais de envelhecimento e de alto poder antioxidante) encapsuladas (penso eu que nas tais esferinhas azuis), óleo de semente de uva (antioxidantes) e extracto de chá verde. Diz ainda que ajuda a minimizar rugas e manchas de pigmentação, o que a julgar pelos ingredientes, tem capacidade para isso sim, apesar de que não consegui encontrar a lista detalhada de ingredientes para conferir.

Assim, apesar de em termos imediatos não ter verificado a tal firmeza prometida, considero uma máscara deliciosa para se usar no combate às peles cinzentas e contém ingredientes bons para cuidar da pele a longo prazo.



Todas as máscaras têm a vantagem em vir numa bisnaga, o que limita o contacto do produto com o ar e com as mãos e, em termos de aplicação, são versáteis no sentido em que podem ser usadas no pescoço e contorno dos olhos, em vários tipos de tratamento (excepto a White, que deve ser usada duas vezes por semana em poses de 15 a 20m). Assim, para uma curaexpress, deixar em pose 5 minutos. Para uma cura mais intensa, aplicar consecutivamente de 8 a 15 dias, em poses de 5 minutos. Ou então, para um verdadeiro Spa caseiro, em poses de 15 minutos, uma a duas vezes por semana, após os quais, devem ser retiradam com água ou com a loção tónica.

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