O capítulo seguinte

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"Um dia, a Ninfa Ida tentou apanhar algumas framboesas selvagens brancas para acalmar Júpiter, que estava em fúria. Enquanto apanhava a fruta, Ida arranhou-se nos picos dos arbustos. O seu sangue  tingiu para sempre as framboesas de cor vermelho vivo". 




Esta é a história que letra no rótulo dos produtos de corpo que tenho usado nas últimas semanas. O que mais me atraiu na marca Chapter foi o conceito de que cada linha tem um aroma e uma história a ela associada. Para além do preço amigo (entre 3€ a 7€), claro está!

Este "livro" está dividido em cinco capítulos, sendo que o Chapter 01 é de Conocut&Monoi, o Chapter 02 de Açai&Hibiscus, o Chapter 03 é de Berry&Amaryllis (que é o que tenho), o Chapter 04 é de Lychee&Lotus e o último Chapter, o 05, é de Peach&Orchid.

Da linha 03, tenho usado  a Body Lotion Moisturizing que alterno com o Body Butter Nourishing. Na maioria das vezes uso ambos com o Massage Oil Softening, e uma a duas vezes por semana, faço a esfoliação com o Body Scrub Smoothening. Comigo, anda sempre, o Chapter 5 Lip Balm de pêssego e orquídea. 

Ora bem, o que posso dizer sobre eles...infelizmente, enquadram-se naquilo que eu chamo de "produtos recreativos". Tal como alguns cremes de O Boticário ou da Body Shop, são bonitos, perfumados e de fácil aplicação. Uma tentação, portanto, para se querer comprar todas as variantes e mais algumas. Mas na prática, não acho que tenham resultados efetivos no que diz respeito a tratamento e hidratação da pele, pois algumas horas após a sua aplicação, tenho a pele a repuxar e a escamar em zonas críticas como costas, cotovelos e joelhos! Como não sou menina de deitar nada fora, o truque que faço é usar estes cremes juntamente com óleo ou intercalar a sua aplicação com outros produtos mais eficazes. Imagino que para peles normais e menos secas, sirvam perfeitamente como hidratante leve diário, mas para mim, que tenho pela extra seca, não dá mesmo! Já o lip balm, é bom e trata do lábio, e é portanto o meu favorito nesta "história" toda.

É uma pena, porque não me importava de "ler" os restantes capítulos desta coleção!





Pretty Exquisite People" for SpeakyTv- Paulo Santos Rodrigo

Pretty Exquisite People" for SpeakyTv- Paulo Santos Rodrigo


O terceiro episódio do Pretty Exquisite People para a Speaky Tv, já saiu! Vamos ver quem é?


Um PEP (Pretty Exquisite Person) é aquela pessoa, que quando passa por nós na rua, nos provoca um torcicolo, nos deixa sem ar e com um sorriso na cara o resto do dia. É um ser cheio de pinta, capaz de inspirar qualquer olhar desatento. Acreditamos que qualquer pessoa transparece o seu íntimo através do que veste. Assim, sabemos que a pessoa que nos deixa boquiabertos na rua, não é só um conjunto de peças de roupa bem coordenadas, mas sim alguém com um ponto de vista tão especial que se destaca da multidão. É impossível não querer conhecer uma pessoa assim! 

A nossa décima sexta exquisite person chama-se Paulo Santos Rodrigo. Fomos ter com ele à FAUP e depois a sua casa, onde o Fred Gomes capturou o momento não só em fotografia, mas também em vídeo. Nós já o conhecemos e vocês... já conhecem o Paulo?






Óculos- Sociel, Gondomar (custom made) .Casaco- Vintage (do avô) . Cardigan- Uniqlo . Gravata- Armando Sá, Porto . Lenço- Bon marché .Camisa- H&M .Cinto- Mango (mulher) .Calças- Vintage (do avô) . Meias- Pé de Meia . Sapatos- Crockett & Jones

Tem 44 anos, é arquitecto, Dj e cronista do P3. Neto de alfaiate, tem o seu primeiro contato com a Moda, nas tardes que passava na companhia do avô a ajudá-lo. Memórias que guarda com carinho e que recorda sempre que passa a ferro.

Teve a sorte , e os acasos felizes da sua vida, de ser filho de uma geração em que se consumiam muitos e bons filmes, livros e revistas.

Como qualquer jovem, Paulo queria ser como os seus heróis, mas estes eram de carne e osso e os super poderes que tinham, eram os do bem vestir, cantar e/ou ouvir boa música e representar, tendo mencionado várias vezes nomes como Elvis, Hemingway, Wilde, Scott Fitzgerald, Glenn Miller, Mel Tormé, Errol Flynn, durante a entrevista.

As várias paixões de Paulo, em que teve a sorte de trabalhar ou acompanhar de muito perto (música, cinema, moda, escrita) juntaram-se à paixão da arquitectura e para este, fazer arquitectura, é como vestir bem uma camisa, em que tudo deve estar à medida certa e servir a sua função.

"Nós vestimos a vida que temos!" é a máxima desta exquisite person, para quem o bem vestir sempre foi relevante e, o fazê-lo com paixão, uma verdade imperativa. Paixão essa que não descura e reporta para tudo o que faz e diz.

Partilhou em tom triste, que lamenta a sociedade em que vive, não saber a marca ( não apenas a label, mas algo mais abrangente) dos sapatos que calça e a sua história. Uma analogia que defende vigorosamente, em prol da consciencialização das paixões aplicadas a tudo o que fazemos.

Tem saudades do McQueen e do Galliano, luta contra a perda do hábito do vestir de forma adequada às situações (dress code) e considera que o estilo não se compra. "Devemos vestir a nossa pele e não parecermos caracterizados!"

O Paulo é das pessoas mais interessantes que conheço! Isto dito sem qualquer tipo de conotação pseudo-coisinhas de burro a olhar para um palácio, com ar de afetado e a fingir-se muito conhecedor. É interessante, sabe imenso e fala do que gosta com a honestidade e paixão que lhe são imensamente características.

A pessoa mais exquisite que conhece é o Chiquinho Garret.

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No fim do mês de Janeiro, mostraremos mais uma exquisite person! Curiosos?

Rotina de beleza noturna

Rotina de beleza noturna



www.cultofpretty.com

Depois de ter partilhado a minha rotina de beleza matinal , vou agora mostrar o que faço todas as noites, em nome da saúde da minha pele. Espero que estes posts sirvam como inspiração  para cuidarem mais e melhor da vossa pele, e que isso seja algo a adotarem neste novo ano, que agora começa.







Como me maquilho praticamente todos os dias, rapidamente me apercebi que precisava de algo eficaz da hora de remover, principalmente a maquilhagem de olhos. Muitas vezes dava por mim a pensar: será que logo vou ter paciência de tirar a maquilhagem de olhos? Não? Então não vale a pena pôr. Isto porque experimentei tudo o que é desmaquilhante específico de olhos...caros, baratos, bifásicos e sei lá mais eu o quê, e que só funcionavam após muitos algodões, esfregadelas e pestanas caídas. Not good. Assim, desde que descobri os óleos desmaquilhantes, que não quero mesmo outra coisa. São rápidos e eficazes, e sim, apesar de óleo, podem ser usados em peles mais oleosas. Basta procurarem por um frasquinho verde da YSL, por exemplo.  Portanto, o que faço é, entrar na banheira e massajar a pele do rosto, com o óleo, em movimentos circulares, insistindo principalmente nas zonas com mais maquilhagem. Depois, passo o chuveiro e já está! Geralmente fica bem à primeira, mas se for caso, repito e garanto que sai 99% da maquilhagem. Neste momento estou a usar o Shiseido Aqua Label Deep Clear Oil Cleansing (Whitening). Mas existem outros simpáticos que já usei, como o da SephoraBruno Vassari ou um maravilhoso da Lierac, o Démaquillant Velours. No entanto, e como a pele acumulou muita sujidade de um dia inteiro, gosto de passar um segundo produto, o qual é geralmente em gel (e neste momento ando a usar um da linha branqueadora da Bruno Vassari) ou uma água micelar .


Terminada a fase da limpeza, vamos aos cuidados. Voltei à Kanebo há uns meses, marca de paixão e à qual retorno ocasionalmente. O tratamento consiste num duo maravilha: a Loção II + Emulsão II, para peles normais a secas. É um tratamento caro...bastante, é certo. Mas é dos produtos que mais vale todos os euros que custa, seja pela qualidade, mas sobretudo pela quantidade (100 ml e 125 ml). Como podem ver, os frascos são grandes e como são bastantes fluídos, usa-se muito pouco produto de cada vez. Aliás, o meu frasco pequeno de viagem está a terminar e já tenho outro em tamanho normal de reserva. Posso dizer que a primeira vez que usei este duo, durou tanto, que ao fim de meio ano já estava farta de usar sempre a mesma coisa, mudei de marca e depois voltei aos mesmos, até terminarem! Existe a versão I da loção, que é mais leve para peles oleosas, e a versão I e III da emulsão, para peles oleosas e para extremamente secas, respectivamente. Eu com estes já fico satisfeita, e gosto de usar sobretudo à noite, porque deixam um filme na pele, que descobri serem algo incompatíveis com maquilhagem. Além disso, para potenciar a sua acção, deve-se fazer uma massagem toda "xpto", e de manhã simplesmente não há paciência para tanto. De facto, Japonese do it better!


Depois, vamos aos específicos: olhos, lábios e pescoço. O de olhos é da Bruno Vassari para peles sensíveis e faz parte de um kit de tratamento que inclui ampola + máscara a fazer duas vezes por semana, e que mostro mais em detalhe, em breve. Depois, o de lábios é da Jean D'Estrées, e comecei a usar porque acho que o meu sulco naso geniano está a ficar mais marcado. Por último, tenho este de pescoço da Collistar. Como já repararam na minha cara bochechuda, meti na cabeça que não quero fica como um Shar Pei com elas descaídas, e já uso deste tipo de creme há anos...e com massagem ascendente, não vá o diabo tecê-las. Elas vão cair, eu sei, mas não sem antes eu dar luta.

Como derradeiro passo, mesmo antes de ir para a cama, coloco um pouco do Lucas Papaw Ointment nas zonas mais propícias a secura e marcas como o contorno dos olhos e lábios. Tenho outros cremes SOS ali na prateleira (todos excelentes) como já mostrei aqui, mas decidi terminar este e tenho andado a ser perseverante.

Agora já só faltam os cuidados ocasionais. Ainda há paciência?


oh essie, essie....

oh essie, essie....



Quando esta caixinhada essie (oferecida pela marca) chegou à Pretty, a primeira coisa que fiz foi, correr a açambarcar todos os vernizes  que tenho da marca, e qual criança a brincar com os legos, comecei a organizá-los por cores. E é com essa visão que temos a consciência de que é impossível ter só um...porque é lado-a-lado que ele ficam bonitos!






(piroseira, eu sei)

Não me lembro ao certo onde vi a essie pela primeira vez, mas talvez tenha sido no blog Cupcakes &Cashmere. Claro que não tardou a crescer em mim o desejo de deitar a mão àquelas cores maravilhosamente pastel. Infelizmente, Portugal é quase sempre dos últimos países onde certas marcas teimam em chegar, mas isso não foi impedimento. Graças às compras online ou a algumas viagens esporádicas, consegui comprar um dos primeiros vernizes da marca que foi um top coat mate, e já lá vão uns anos. Aliás a embalagem já nem é igual como podem ver abaixo. Para além das cores indiscutivelmente cativantes, o que mais gosto, é o frasco simples e algo retro.




No iníco deste ano, numa visita à Expocosmética, tive pela primeira vez a experiência arrebatadora de ver cá, dezenas e dezenas de frascos e cores alinhados e ainda por cima a preços verdadeiramente apetecíveis (5€). Assim, fiquei com a Joaninha  (parceira na loucura dos vernizes) no balcão da essie, uns bons 40 minutos a enunciar, quais fanáticas em transe, os nomes mais badalados da marca:" ah...agora queremos ver o Haute as Hello. Ah, não...queremos o Mint Candy Apple". Temos a certeza que pusemos o cabelo em pé ao vendedor, mas adiante.

Nos novos frascos, reparei que o pincel foi alterado, e para melhor, na minha opinião, pois é mais largo e mais preciso. Em termos de cobertura, há cores ingratas de serem trabalhadas, mais concretamente, os pastéis e o fluorescente. São mesmo muiiito difíceis. Mas já se sabe que cores pastel exigem mão certeira e uma dose de paciência. Para além disso, alguns vermelhos também não são muito consistentes, e em todas as cores que tenho, são precisas no mínimo duas camadas. O top coat good to go é bom (não o melhor para mim) e tem a particularidade de perpetuar o brilho do verniz. Eu raramente aguento mais de dois dias com verniz sem ele começar a lascar, é certo. E por isso, resolvi experimentar um combo exclusivamente essie: base, duas camadas de verniz e o top coat. E adivinhem, durou três dias! Foi mesmo uma vitória!

Como já não é segredo, a essie resolveu reconhecer as muitas fãs que existem por cá, e diversificou os seus pontos de venda. Por isso, já não há desculpa para não se ter pelo menos um, mas pela minha experiência...não se vão querer ficar por aí, ou vão?














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