Cabelo de (em) Guerra

Cabelo de (em) Guerra



Imagem: weheartit.com

Lá diz o ditado "Quem vai à Guerra, dá e leva!", e como eu entrei em guerra com o meu cabelo, ele ripostou, e de que maneira!

(Aviso à tripulação: Este post não deve ser lido por pessoas sensíveis!)

Novembro de 2012 foi a última vez em que fiz a habitual descoloração de cabelo. Mas, já há alguns meses que tinha o desejo de deixar de o descolorar totalmente. Nunca gostava do efeito com que saía do cabeleireiro - cabeça rosada, textura e aspecto de Barbie, e queria dar um descanso ao meu couro cabeludo, deixando crescer a raíz natural. O problema? A barra de crescimento, ou aquilo a que eu, não tão carinhosamente, chamo de auto-estrada.


A alternativa e efeito desejado (na imagem em baixo e à esquerda) significou um sacríficio de crescimento de quatro meses, para depois se poder fazer uma espécie de madeixas em zig-zag.

Entretanto, cortei o cabelo, porque graças ao stress, pouco descanso e alimentação nem sempre cuidada (mãe não leias isto, por favor), o meu cabelo estava razoavelmente mais fino e baço e, a verdade, é que já o andava a desejar há uns bons meses. Comecei a cura da Pil Food (comprimidos + champô) da qual só tenho a dizer maravilhas, e esperei até Março.

A tentação de descolorar totalmente, foi muita, mas venci-a e lá se iniciou o processo de disfarçar a raíz.

E foi aí que a coisa começou a correr verdadeiramente mal. A imagem em baixo daria um perfeito exemplo para a dicotomia "expectations versus reality" e, infelizmente, o meu exemplo, é o da direita. Um verdadeiro desastre de ir às lágrimas (que foram mais que muitas) e me impediram de sair de casa nas 24h seguintes!!! 



Print dálmata (yes, please), mas não na minha cabeça!

A pessoa responsável por este trabalho, não entendeu nada do que eu queria, obviamente, apesar de ter mostrado imagens e de termos discutido várias vezes o que se iria fazer. A solução? "Tapar o sol com a peneira" e, 24h depois, numa tentativa de remediar a situação, a zona afectada foi tingida com a minha cor natural. Ou próxima disso, vá!


Conclusão, fiquei com uma auto-estrada maior que a que já tinha, mas graças ao cabelo estar descolorado e extremamente sensibilizado, a cor foi desbotando para um ruivo-alaranjado-castanho. Enfim! Feio e nada Diana! A solução foi aguentar e dar um descanso ao cabelo.

O facto de gostar de acessórios para o cabelo e graças à minha coleção de lenços, bandoletes e tudo o que por cá havia em casa, consegui aguentar-me as três semanas que se seguiram, tentando não pensar, nem "tocar" muito no assunto. E afirmo que não foi nada fácil!

Ansiosa por voltar a sentir-me bem com a minha pele (ou cabelo, neste caso) aconselhei-me com o Alexandre do Diff Hair Designers que, curiosamente, tem sido o responsável pelos trabalhos mais complexos, no meu cabelo e no da mana.


Ao consultá-lo, fiquei dividida, pois recorri a ele como segunda opção e creio ser extremamente ingrato, remediar a borrada dos outros. Mas o Alexandre fez-me sentir uma princesa salva pelo princípe encantado, pois ao ver-me naquele estado de guerra capilar, deu-me um abracinho (sem julgar) e a mão, prometendo que me iria salvar.

Fez-me uma série de transparências com pratas e o cabelo não ficou como eu queria inicialmente, mas melhor, pois está com o meu loiro claro de volta e com nuances mais escuras, que lhe conferem um aspecto mais natural, arriscando-me mesmo a dizer que quase de loira-clara verdadeira. O bónus? A manuntenção passar a ser de quatro em quatro meses (ou mais), em comparação com os dois meses que fazia anteriormente.

Durante o processo, o Alexandre utilizou uma série de produtos, que eu desconhecia totalmente e muito me agradaram, finalizando o styling com a exclamação- "O teu cabelo é de guerra!"


Revlon Anti-Porosity Milk

Antes: Foi aplicado nos meios e pontas, zonas onde o cabelo estava com a cor pretendida e não se queria agredir, com o descolorante.

Depois: Entre a lavagem e a aplicação da máscara de tratamento, para potenciar os seus efeitos. Isto é, acaba por funcionar como um sérum.

(Alexandre, se estiver a dizer alguma asneira, corrige-me!)

Senscience- Champô + Máscara (Silk moisture e Inner Restore Intensif) + C.P.R

Foi-me aconselhado, o uso do C.P.R (de que já falamos aqui), uma vez por mês, para fortificar, hidratar e proteger o cabelo. Assim o farei, logo que a linha Resistance da Kérastase, que estou a usar de momento, acabe. 

O trabalho ainda não está no ponto que eu queria, mas está a caminhar para isso, e em breve darei notícias a respeito da rotina capilar que ando a seguir.

Água Termal, brumas, face mist...e afins! II

Água Termal, brumas, face mist...e afins! II



Nem acredito que já lá vão dois anos desde a última vez que falei sobre este assunto: água termal, brumas e face mist. Enfim, coisas de borrifar no rosto!

Por isso, achei que estava na hora de fazer um update com o que comprei de novo e reparei que não é assim tanta coisa, já que há amores de sempre, que teimo em recomprar.

Gosto de usar estes produtos para despertar a pele pela manhã, antes de colocar os tratamentos de noite ou durante o dia, para refrescar e acalmar uma pele irritada e febril.

A primeira é Sea Lotion Firming and Toning da Bruno Vassari (em gabinete de estética) e é uma loção tonificante, rica em elementos minerais e vitaminas com ação regeneradora e revitalizante. Fazia parte de um kit de tratamento de rosto, que entretanto terminou, e agora uso o remanescente, como bruma reafirmante antes dos cuidados habituais. Excelente para ser aplicado na zona do contorno dos olhos, bastando para isso, embeber um patch na loção e deixar repousar.

As Eau Thermale d' Uriage e a da Àvene (em farmácia) dispensam apresentações. A primeira, reclama ser a única água termal com benefícios hidratantes, graças à sua concentração em minerais idênticos aos "fatores naturais de hidratação da pele" (informação retirada do site da marca). A da Àvene, é jeitosa para trazer na carteira e ir borrifando ao longo do dia.

A Charged Water da Mac é particularmente boa para preparar a pele para a maquilhagem, pois como indica o nome, carrega a pele de energia. Dá vida, radiância e revitaliza a pele e além disso, é super fresca pois possui na sua composição, chá verde e um aroma cítrico. Pode ser usada para fixar a maquilhagem, apesar de haver produtos específicos e mais indicados para esse efeito. Pode ser adicionada à base, caso se queira torná-la mais fluida. O único senão, é a Mac insistir em ser tão cara no nosso país.

A Eau Cellulaire da Esthederm (em gabinete de estética) é outra das favoritas, e funciona como uma bomba de energia. Garante uma osmose perfeita como a nossa pele (sem corantes, perfume nem conservantes) e afirma ser uma réplica da água encontrada na nossa pele. Tem a capacidade de otimizar as funções vitais das nossas células, e é indicada para todos os tipos de pele, mas especialmente para peles sensíveis, desvitalizadas e stressadas! 

Em seguida, tenho o produto mais barato de todos: água de rosas. Cumpre perfeitamente a sua função como tónico, após a limpeza da pele, ou então, coloco num frasco com atomizador e uso na versão spray refrescante para acalmar a pele, sempre que necessário. O seu complexo de plantas possui propriedades relaxantes, anti-inflamatórias e descongestionantes. Para além disso, possui um alto teor em vitaminas e antioxidantes, que protegem a pele da acção dos radicais livres.

A Eau Thermale Spa Instant Radiance Spray da Sothys (em gabinete de estética) é excelente, como tudo da marca. É refrescante e hidratante, com uma textura ligeiramente leitosa, deixa a pele fresca e macia. Possui eucalipto, cardamomo e neroli à mistura. No entanto, não gosto do atomizador, que em vez de uma bruma, dá uns esguichos para a cara. Não é agradável, e por isso, prefiro borrifar na mão e dar umas pancadinhas no rosto para promover a sua absorção.

E vocês, têm alguma "água" favorita?

Pretty Exquisite People" for SpeakyTv- Rita Roque

Pretty Exquisite People" for SpeakyTv- Rita Roque


O sexto episódio do Pretty Exquisite People para a Speaky Tv, já saiu! Adivinham quem é?

Um PEP (Pretty Exquisite Person) é aquela pessoa, que quando passa por nós na rua, nos provoca um torcicolo, nos deixa sem ar e com um sorriso na cara o resto do dia. É um ser cheio de pinta, capaz de inspirar qualquer olhar desatento. Acreditamos que qualquer pessoa transparece o seu íntimo através do que veste. Assim, sabemos que a pessoa que nos deixa boquiabertos na rua, não é só um conjunto de peças de roupa bem coordenadas, mas sim alguém com um ponto de vista tão especial que se destaca da multidão. É impossível não querer conhecer uma pessoa assim!

A nossa décima nona exquisite person chama-se Rita Roque. Fomos ter com ela ao Palácio de Cristal e depois a sua casa, onde o Fred Gomes capturou o momento não só em fotografia, mas também em vídeo. Vamos conhecê-la?






Óculos- Barton Pereira    Casaco- Zara   Camisa- Yves Saint Laurent   Calças- Zara   Botas- Antonio

Tem 28 anos e é crítica de arte e ilustradora. Nasceu em Genebra, onde viveu a infância e a adolescência e, ao ambiente escolar, familiar e da cidade, foi buscar a sua imensa riqueza estética.

Mudou-se para Coimbra, onde estudou História de Arte e os processos estéticos e culturais, enquanto dava "duas de letra" na RUC (Rádio Universidade de Coimbra). Mas, foi no Porto que se mestrou  em Crítica de Arte, se completou enquanto pessoa adulta e abraçou os estudos feministas e mais contemporâneos, pondo de lado o lado mais comercial e menos rentável. Fê-lo por amor à arte!

O trabalho, enquanto ilustradora, desenvolveu-se ainda em Coimbra. Espectadora activa, foi deixando o seu registando na rádio e em texto e confiando mais no acto do desenho.

No Porto, a Ó Galeria, em conjunto com o amor fraterno dos que a rodeiam, deram-lhe a força motora do seu trabalho. Defende a liberdade sexual e excêntrica da Imagem e considera que o seu trabalho é influenciado pelos dinossauros da literatura. A sua companhia, na hora de criar!

Hoje trabalha como ilustradora e organizadora de exposições e em Serralves , e vive no Porto.

Apropria-se da imagem (o fogo como lhe chama), transforma-o em caos e, nunca devolve a chama, como ela inicialmente.

Tem um estilo andrógeno e garçonne, sente-se muito mulher, apesar de nunca ter usado saia e busca na roupa o conforto e espera que esta lhe ofereça o que ela quer fazer dela, personficando-a e apropriando-se da mesma, como no seu trabalho. É uma maria-rapaz!

Estima a roupa, mas usa-a, a sua compincha, até à exaustão. Os sapatos, esses só começam a viver, quando estão gastos e têm história.

Há um sentimento de viagem inerente à confiança, simplicidade, conforto e individualidade com a Rita se apresenta, num vestir muito próprio.

Gosta de usar as peças dos avós, pais, herdadas ou emprestada(da)s, não pelo trendy vintage ou de 2ª mão, mas pela história que lhe está associada. Leva tempo a dar corda ao relógio, a apertar o botão da camisa, pois considera-os um rastilho de outros tempos.

"Não é um cheiro a mofo que trago comigo, mas um cheiro a tempo!"

A pessoa mais exquisite que conhece (não pessoalmente) é a Anne Marie Schwarzenbach.


No próximo mês, mostraremos mais uma exquisite person! A não perder!!!


Bela adormecida

Bela adormecida



Fonte: wap.tecnologia.uol.com.br 

Dizem que os 30 são os novos 20. É um facto. Eu sinto isso! Aliás, gosto mais de mim agora, que aos 20. No entanto, se há coisas que melhoram com a idade, outras, nem por isso.

E uma dessas coisas, é a pele. Apesar de já não ter acne (thank god), uma das coisas que mais noto pela manhã, é que acordo com mais olheiras e mais marcas na pele. Se aos 20, passados cinco minutos de acordar e com uma esfregadela, ela voltava ao normal, agora, convivo com o embaraço de, após duas horas de acordar, ainda ter os vincos que atestam isso mesmo. E não, infelizmente, não estou a exagerar. 

Foi assim, que resolvi procurar solução para este facto, pois se pensarem no que a pele sofre apenas numa noite, amassada numa almofada durante horas a fio, imaginem durante a nossa vida inteira (se for verdade que passamos um terço da nossa vida a dormir, mais coisa menos coisa).

Pesquisei sobre o tema e deparei-me com uma solução bem exquisite: uma almofada de seda. Encomendei duas, e fiquei um pouco decepcionada, porque só metade dela tinha seda, e a outra era em tecido de algodão comum. E para aquelas noites em que se amassa a almofada numa bola, como é que faço? Hum, senhores designers de almofadas de seda?!


Fonte: silkkisspillows.blogspot.pt

Bem, já durmo na dita cuja há uns meses, e a verdade é que, apesar de mais ténues, ainda acordo com uns vincos. A solução passaria por dormir de papo para o ar...mas não me aguento assim muito tempo. Ao fim dos primeiros minutos nessa posição, começo a virar, a virar e pronto, de manhã estou complemente afundada na almofada.

Já não me lembro em que site comprei as minhas, mas numa rápida pesquisa, verifiquei que estão à venda na amazon, no site sleep n' beauty ou no Snoww Blossom, ou há sempre a possibilidade de darmos uso à máquina de costura da mãe e, fazermos umas!

Dizem que o tecido é mais fresco e se mantém assim mais tempo, que são mais hipoalergénicas e resistentes ao pó. Que são menos absorventes, logo, qualquer tratamento que se coloque à noite no rosto ou cabelo, não será absorvido pela almofada, e estará a fazer efeito durante mais tempo. Sim, porque também trazem vantagens para o cabelo, pois as esfregadelas que fazemos com a cabeça durante a noite num tecido áspero, pode torná-lo mais seco e quebradiço. 

Às vezes, volto a dormir em almofadas de tecido "normal", seja algodão, flanela ou polar e, admito que depois de experimentar estas, a pele do meu rosto tornou-se "exquisita"!

Mens sana in corpore sano

Mens sana in corpore sano









Tenho a pele do corpo seca. Aliás, MUITO seca. Daí que, não é qualquer creme que me serve.

Numa excursão a uma farmácia enorme que gosto de ir no Arrábida Shopping (que recomendo a quem, como eu, gosta de poder andar lá à vontade e mexer em tudo) chamou-me a atenção uma promoção do creme de corpo Ictyane  da Ducray. Marca já testada e aprovada. Na compra de um boião, trazia outro de borla. Claro que enfiei o trambolho logo no cesto, e usei-o ainda nesse dia. O creme é untuoso e a pele fica como eu gosto: hidratada e com aquela sensação de casulo (aka película de gordura). Infelizmente, num ato altruísta, ofereci o boião extra à mana, e como gastei este enquanto o diabo esfrega um olho (pouco mais de uma semana), mal deu para restabelecer a minha carente camada hidrolipídica. 

Logo que pude, fui a outra farmácia e estava esgotado! O quê? Não podia ficar sem o creme, e numa tentava desesperada de remendar a falta, comprei a versão de peles normais a secas que ainda por cima, trazia um necessaire. Vendi-me por pouco.

Portanto, a versão leite é boa, mas não me convence como o creme. Para quem tem pele género da de lagarto, é produto que se fica pelo "aceitável".

A vela da Castelbel, da linha Portus Cale e aroma a flor de ameixa,  veio comigo na minha última visita à loja. Tenho de começar a contornar a zona de Ceuta, porque se não, começa a ser difícil resistir entrar na loja e sair de mãos vazias. Como já disse, estas velas são ma-ra-vi-lho-sas e não ficam a dever nada às Diptyque ( a não ser uns euros). E são portuguesas. Não preciso de dizer mais nada, pois não?

Ah, preciso! Acendam a vela enquanto aplicam o creme da Ducray...afinal de contas, o uso simultâneo de ambos, contribuí para pôr em prática a máxima: Mente sã em corpo são.


Óleos faciais

Óleos faciais






Quem me lê aqui pelo blog, sabe que se há coisa que gosto, é de um bom óleo, seja de corpo, rosto ou corpo.

Curiosamente, descobri o poder dos óleos faciais, quando tinha a pele com acne. Um contrassenso, não? Mas na altura,  fazia tratamentos abrasivos contra o acne, e os óleos davam conforto a uma pele muito massacrada por químicos e produtos muito agressivos. Por isso, não os subestimem, mesmo quem tem as peles oleosas.

Adoro a textura rica e untuosa e é sem dúvida, dos produtos que mais prazer dá usar e cujos resultados sinto mais efetivos. Não consigo resistir a nenhum frasco que contenha este elixir precioso e por isso, acumulei alguns na prateleira, sobretudo porque é um produto que rende bastante. De momento, os que tenho são hidratantes, calmante e anti -idade, mas irei também fazer algumas sugestões de óleos para peles oleosas.





Assim, o primeiro exemplo e dos meus favoritos, são estas ampolas de colagénio da Farline. Não são propriamente óleos per se, mas como os uso em massagem e têm uma textura semelhante, resolvi agregá-los ao restante grupo.

Recomendaram-mas há cerca de dois anos (obrigada Joana) e desde então, nunca mais deixei de ter o stock abastecido. São especialmente boas como tratamento flash em maquilhagens de ocasiões especiais ou como tratamento anti-rugas e anti-fadiga. Nutrem, revitalizam e acalmam a pele sob stress, e ainda possuem propriedades anti-oxidantes.




A Decléor é, para mim, das melhores marcas de cosmética, rica em óleos essenciais. De salientar os baumes de rosto e corpo, que são qualquer coisa de outro mundo. Neste momento, o único produto que tenho, é este óleo facial de Néroli. É 100% natural e indicado para dar conforto e tratar pele exposta ao stress diário. Toda eu, portanto. Existem outros tipos de óleo, para diferentes estados e tipo de pele: com manchas, madura, oleosas. Enfim, é só escolher.




Já falei algumas vezes da marca Guinot! Mas ela merece todas as palavras que lhe dedico, não só pela qualidade de todos os produtos que já usei, bem como pelos tratamentos de cabine. São excelentes e este óleo calmante, não é exceção. Como o próprio nome indica, é adequado a uma pele sensível e  irritada.







Este óleo da Lovea comprei numa viagem e fiquei de dizer coisas sobre o mesmo. É de amêndoas doces e indicado para peles sensíveis. No entanto, não fiquei fã e de todos os que tenho, é o que menos gosto. Como não sou moça de deitar nada fora, ando a usá-lo nas mãos e cutículas. 




O Elixir Di Giovinezza com óleo de argão é resultado de cultura biológica e é um elixir bastante untuoso e rico, que confere elasticidade à pele. Pode ser aplicado no cabelo e deve ser usado preferencialmente à noite.




Despois, outro óleo favorito é este de Sândalo da Clarins, adequado a peles secas e com rosácea. Possuí propriedades calmantes, descongestionantes e anti-stress. Também promete evitar o aparecimento de linhas e rugas pois evita a desidratação.




Por último, um óleo de rosa mosqueta da Postquam, conhecida pelas suas propriedades regenerantes e hidratantes. Promete ajudar na redução da pigmentação, cicatrizes e rugas. Pode ser usado sozinho ou adicionado ao creme habitual de tratamento.

A questão que devem agora estar a colocar é: como se usam?

Geralmente uso sozinhos, com uma boa auto-massagem, já que se adequam especialmente a esse efeito. Ou então, e dependendo do estado da pele, 1 a 2 gotas, antes ou misturado ao cuidado de dia e/ou de noite.








Não me esqueci das peles oleosas, e por isso aqui deixo também exemplos dos que já usei em tempos idos e recomendo: Decléor Ylang Ylang, Pevonia Aromatherapy face oil, Clarins Huile Lotus.


Deixo também um vídeo que exemplifica alguns movimento que podem fazer em auto-massagem. É óbvio que ter a alguém a fazer-nos uma massagem, sabe melhor! Mas nessa impossibilidad€, e como forma de eliminar tensões acumulados no rosto ao longo do dia, é um excelente mimo que podemos dar a nós próprias.




Ou então, uma versão abreviada, para quem não tem muita paciência nem tempo.



1...666768...99