Tratamentos pré-lavagem de cabelo

Tratamentos pré-lavagem de cabelo


Eu sou fã de tudo que sirva para cuidar e sublimar o cabelo, durante ou após a lavagem. Mas a verdade é que, podemos começar a tratar o cabelo ou mesmo o couro cabeludo, antes da fase do champô. A vantagem de usar um tratamento previamente à lavagem é que é possível recorrer a produtos mais pesados e de acção intensiva, sem a preocupação de "melar" o cabelo, já que o vamos lavar em seguida. Para além disso, alguns destes produtos também servem para preparar o cabelo para os tratamentos subsequentes ou protegê-lo da acção excessivamente "lavante" do champô, por exemplo.

Assim, existem no mercado uma série de opções para todos os gostos, necessidades e saldos no cartão. Passemos aos exemplares que aqui tenho em casa e que uso, em modo rotativo de acordo com as necessidades (ou sempre que me lembro).


Esta dupla que aqui vêem - Dermocapilar Mask e o Herby Fuerte, da Simone G.- já foi tema principal num post aqui, lembram-se? Pois bem, a mesma, composta por um gel máscara e um spray anti-caspa, (que podem ser usados em separado) é em parceria que tratam, revitalizam e regeneram o couro cabeludo. São excelentes como acção esfoliante do couro cabeludo e imbatíveis a limpar e eliminar impurezas, produtos de styling, pó e gordura, nem sempre eliminados correctamente apenas com um champô. Isto parece um anúncio a um detergente da máquina, mas a verdade é que noto o cabelo mais solto e sem "flocos de neve" sempre que os uso e por isso, atesto a sua eficácia.


Temos agora a minha última aquisição - Kérastase Immersion Nutritive Pre-Shampoo Nutrition Replenisher - que é indicada para cabelo extremamente seco e promete preparar e potencializar a acção dos produtos que se lhe seguem. Costumo repartir pelos meios e pontas e deixo em pose, no mínimo meia hora. Mas quando tenho disponibilidade, aplico de véspera e durmo com ele. Neste momento, o meu cabelo muito seco, anda minimamente domado e, não sei atribuir a esse facto a este produto em particular, ou ao conjunto de todos. Mas de qualquer forma, tudo da Kérastase é maravilhoso, e este produto, não é excepção.


A versatilidade deste óleo - Eisenberg Soin Pur Éclat (*) - já foi "amplamente" apresentada neste post, e a prova é que o posso incluir nos tratamentos pré-lavagem, já que é uma das suas valências. Não o posso/devo usar no rosto e, como tal, reservo-lhe a tarefa de nutrir o cabelo, uns minutos (ou horas) antes da sua lavagem. O cabelo, depois de impregnado neste óleo fica bem pesado, mas após a lavagem, fica bonito e com muito brilho.


O Elixir Ultime da Kérastase é igualmente multi-facetado e tanto pode ser usado antes da lavagem, como após, como no entretanto. Não o uso tanto para pré-lavagem, já que tenho outros produtos que servem apenas para isso mas, em termos de óleos de cabelo, é sem dúvida, um favorito: deixa o meu cabelo disciplinado sem pesar e elimina aquele frizz irritante que teima em aparecer depois da lavagem. 


Passemos agora a uma opção mais em conta -Yves Rocher Azeite Reparador (sem silicone, parabenos nem colorantes). Basicamente funciona como os seus antecessores e, para o preço que custa, é uma opção a considerar. Parece mel em termos de cor e textura, e não pesa (ainda que caso acontecesse, não seria factor discriminatório pelos motivos que enunciei em cima).


Por último, tenho o WonderfulTonight S Factor da Tigi (Overnight Tretament for Damaged, Dry and Depleted Hair in Need of Intense Repair), indicado para ser usado durante o sono. Promete tratar e rejuvenescer o cabelo seco e estragado e, possui na sua composição, uma série de componentes, que  prometem providenciar protecção e suavidade, ao mesmo tempo que actuam como antioxidantes. Deve-se aplicar pelo menos duas vezes por mês, no cabelo seco, e depois de escovado. De manhã, é só proceder à lavagem e cuidados habituais.  

Admito que tenho este produto há bastante tempo, porque quando o comprei, não li as instruções e pensei que seria do género de uma bruma ou máscaras nocturnas que a Kérastase tem e que, basicamente, tratam o cabelo mas são absorvidos e, de manhã, nada resta dessa actividade a não ser uma melena tratada e rejuvenescida. Expectativas à parte, acordei com o cabelo todo gosmento e odiei, claro, porque nunca lavo o cabelo de manhã, e tive de  resolver a coisa com um coque mal amanhado. 

Resolvi dar nova oportunidade ao coitado (que não sou pessoa de guardar rancor, assim à primeira), e perceber onde havia o erro. Se meu, de ter espectativas elevadas por uma marca que até gosto, ou se do produto, por ser daqueles engana tolos que cumpre muito pouco (ou nada) daquilo que promete. Percebi que a culpa tinha sido minha, já que é suposto ele agir durante a noite e, retirar o excesso pela manhã, com lavagem. Ainda assim, apesar de não adorar o efeito pastilha elástica que fica no cabelo, a verdade é que é eliminado de forma pacífica. Não noto nenhuma melhoria dramática quando o uso mas também, como já disse atrás, não sei definir se o meu cabelo anda "benzinho" pelo uso de algum produto  específico, mas o mais certo é ser por TUDO o que lhe meto em cima.


Na falta de qualquer destes produtos, e no caso de possuírem massa capilar muitíssimo seca, podem experimentar usar em tratamento pré-lavagem, óleo de amêndoas doces. O princípio é o mesmo: aplicar no cabelo seco, pentear e deixar repousar. A acção pode ser intensificada com o envolvimento do cabelo numa toalha quente. Depois, com a lavagem, qualquer vestígio de gordura sai e o cabelo fica nutrido e cuidado. 

Alguém tem algum produto deste género que me recomende?

Clarins Duo

Clarins Duo


Há uns meses atrás, de férias em NY, onde a temperatura exterior rondava os 0º e a interior os 38º, a minha pele levou um estalo de desidratação (entre outras coisas, que contarei noutro post, mais oportunamente). Em terras estrangeiras, desprovida do meu arsenal, tive de recorrer ao que tinha mais à mão para tratar a maleita. Além de toneladas de máscaras e do Aquaphor da Eucerin, para enfrentar o frio, muni-me desta dupla da Clarins: HydraQuench Intensive Serum Bi-Phase+ Cream. Aliás, não foi bem desta, porque o sérum (do kit descoberta de hidratação de rosto) finou-se, sendo que ficou em terras americanas, e deitei mão a outro (este aqui em cima) nos saldos da Perfumes&Companhia. Num aparte devo dizer, que estes kits, dão um "jeitaço", não só para testar produtos mas para levar em viagem. Por vinte e poucos euros, trouxe o mini-sérum, o creme de rosto e um de olhos.

Assim, o HydraQuench Intensive Serum Bi-Phase da Clarins, e tendo consciência de que vou dizer uma verdade "à La Palice", é um sérum bi-fásico super hidratante, adequado (segundo a marca) a todos os tipos de pele, mesmo as oleosas e em todos os climas. Sem querer ser desmancha-prazeres, eu tenho as minhas dúvidas que uma pele oleosa, ou uma pele normal a mista, o aguente num clima quente e húmido. Ainda assim, dou o benefício da dúvida a uma marca que respeito e adoro e, convido a quem já o tenha testado nessas circunstâncias, que partilhe aqui o seu relato.


De acordo com informações do produto, este sérum que necessita de uma “agitadela” prévia, hidrata a pele de forma intensiva e revitaliza as peles extra secas (mesmo em climas severos: ✓ check ). Contém ácido hialurónico, que ajuda a pele a reter a hidratação, restituindo o conforto (✓check). Pode ser usado de manhã e à noite, sob os cuidados habituais, e melhor se for a fazer dupla com o creme da mesma linha. O que usei, emparelhado com o sérum, foi este HydraQuench Cream para peles normais a secas. Existe a versão ligth, com capacidade matificante e outra versão mais rica, para peles muito secas. Para a minha pele e pelas circunstâncias meteorológicas, este duo funcionou lindamente e permitia a maquilhagem por cima, o que é sempre um bónus, para quem o faz diariamente.



Para além destes dois produtos, e ainda da mesma linha, existe uma máscara-creme hidratante, de textura untuosa e rica, que já mirei e adorei várias vezes nas prateleiras das perfumarias. Existe também um Baume de lábios reparador, que não me importava que viesse fazer companhia ao resto da família. Estão ambos em lista de espera e virão para casa comigo, numa oportunidade muito em breve.

Pretty made me Prettier - Edite

Pretty made me Prettier - Edite


A minha modelo desta semana, é a linda Edite. Já virem bem esta estrutura de rosto e esta pele? Um sonho! A Edite é maquilhadora e consultora de imagem (foi intimidante maquilhá-la) e já sabia o que queria: um lábio laranja, daquele que já grita por verão. Eu fiz-lhe a vontade, já que andava ansiosa para usar este Lip Mix da Mac.

Comecei pela pele, com o Crème Sorbet Hydratante da Caudalie e passei para os olhos, onde apliquei a Aqua Cream da Make Up Forever na cor 15 , que foi esbatida com a sombra castanha mate deste quarteto vandalized da CK One (*). Rematei com um traço muito fino de eyeliner preto da Mac (o já habitual Fluidline em Blacktrack) e meia tira de pestanas falsas. A máscara eleita foi a Lash Styletto da Maybelline. Usei também um lápis nude na linha de água (que não foi fotografado).

Passando à pele, e como queria pouca cobertura e um aspecto radioso, recorri à Face&Body da Make Up Forever, e os correctores Mineralize da Mac tomaram conta da olheira e de uma ou outra imperfeição. Acho que usei um blush cremoso, mas como não fotografei...não me lembro. Assim, e do que aparece na fotografia, as maçãs do rosto foram envolvidas em vários produtos: Iluminador YSL na cor Fatal Red, blush pêssego da The Body Shop (o número está apagado, sorry), Sculpting Powder Medium do Kevyn Aucoin e ainda, o Star Dust Powder da Laura Mercier. O pó translúcido  da Laura Mercier foi usado com parcimónia.


Nas sobrancelhas, socorri-me destes Aqua Brow da Make Up Forever para algum preenchimento e, nos lábios, a estrela da maquilhagem ficou entregue ao batom/creme laranja, o Lip Mix da Mac.




Máscaras de pestanas - Dior

Máscaras de pestanas - Dior


Já há algum tempo que não retornava à viagem que ando a fazer pelas minhas máscaras de pestanas. Uma espécie de apreciação, em jeito de despedida de algumas delas, já que entretanto se finaram. Assim, e depois de falar de marcas como a KIKO, Maybelline e YSL, chegamos à Dior, das quais tenho cinco exemplares: Diorshow Waterproof 258, Diorshow 090, Diorshow Iconic Extreme 268 e 698 e, Diorshow Maximizer Lash Plumping Serum.


 Diorshow Maximizer Lash Plumping Serum:  promete ser um tratamento para pestanas e desempenhar funções de primer de máscara de pestanas. À primeira habilidade não lhe consigo atestar a eficácia, já que não o uso com esse fim. Já na segunda, devo dizer que é fantástico e simula o efeito de pestanas falsas, pois reveste o pêlo de tal forma, que parece que o engrossa, sendo que, com a máscara eleita por cima, o milagre acontece.

Diorshow Iconic Extreme 698 (castanho) e 268 (azul): Estas duas máscaras diferem apenas na cor, já que o aplicador é o mesmo, feito de plástico e com mini-dentes que abraçam com cor, pestana a pestana. Prefiro este aplicador ao seguinte, já que permite uma aplicação mais precisa e delicada. Promete alongamento, curvatura e volume, e eu acho que cumpre todos os requisitos!

Diorshow 090 (preto) e Diorshow Waterproof 258 (azul real): estas duas últimas têm o aplicador igual, diferem apenas na cor e no facto da segunda ser à prova de água. Não sou fã do aplicador XXL, e quem tem pestanas curtas e olhos pequenos, provavelmente também não será. Ainda assim, a textura do produto é óptima e no caso da azul, a pestana fica impregnada de cor intensa. Numa pesquisa rápida sobre esta máscara, fiquei a saber que este aplicador foi inspirado nas escovas de dentes, usadas até então, pelos maquilhadores da Dior, já que não conseguiam o mesmo efeito dramático com máscaras normais.

(óleos bons)³

(óleos bons)³


Que eu adoro um bom óleo, é facto atestado e comprovado e, desde que o da Caudalie terminou, procuro "novos amigos" para animarem os serões cá de casa.

Assim, neste momento andam estes três a uso:

O Lierac Huile Sensorielle  promete hidratação 24 horas para rosto, corpo e cabelo. É um óleo espesso e de aroma intenso. Não gosto muito do sistema de entrega do produto, porque sai pouco de cada vez, mas a realidade é que também não é preciso muito para cobrir uma área generosa de pele. Uso sobretudo combinado com a água da mesma linha, da qual já falei aqui. Apesar de ser multiúsos, restrinjo a sua aplicação ao corpo, já que o acho demasiado pesado para usar em qualquer outro lado.

Eisenberg Soin Pur Éclat (* ) é um óleo nutritivo, revelador de luz e anti-idade global. Foi-me dado a conhecer numa acção da Eisenberg (da qual falarei mais adiante) e, tendo em conta a minha tipologia e estado de pele (sensível), foi-me aconselhado apenas para cabelo e corpo. Portanto, a minha pessoa está proibida de aplicar esta maravilha no rosto, mas quem tem pele seca pode e deve fazê-lo, evitando o contorno de olhos.

Tenho usado não todos os dias (que sou poupadinha e quero que renda) e de facto, o que é bom, é bom, e este produto, é óptimo. Mas como não é barato, não consigo deixar de pensar que é um desperdício usar esta maravilha apenas no corpo. Pode ser usando ainda no cabelo em jeito de tratamento pré-lavagem. Borrifa-se, deixa-me actuar no mínimo 15 minutos e depois procede-se aos cuidados habituais. 

Por último, o Eisenberg Soin Bi-Phasé Ultra-Hydratant (do qual já falei aqui) confere hidratação de longa duração, é um anti-idade global e acalma as peles sensíveis. De todos, é o único que uso no rosto e, reservo-lhe apenas essa tarefa, apesar de poder ser usado igualmente no corpo e cabelo. É um produto bifásico, que necessita ser previamente agitado e é um verdadeiro elixir de beleza. A embalagem é tão bonita e o produto tão luxuoso, que me sinto uma pessoa mais feliz e bonita quando o uso.


Entretanto, já comprei mais uns óleos - Nuxe e African Botanics - que isto é como a saúde, nunca é demais. Há mais sugestões por aí?

Pretty made me Prettier - Ana

Pretty made me Prettier - Ana


A minha modela desta vez é a Ana, uma querida amiga de longa data. Quis destacar os olhos e a sua pele bonita e deixá-la pronta para jantar e uma festa que iria ter à noite. Depois de uma mini facial que serviu para preparar a pele (com direito a limpeza, esfoliação, massagem e máscara), comecei por aplicar nas pálpebras, o Paint Pot da Mac na cor Stormy Pink. Por cima apliquei um mix de sombras violeta da paleta de edição especial do Natal passado, da Estée Lauder e para o brilho extra, recorri à sombra Diamond Lust na cor Starry Pink da Revlon. Delineei o olho com o Long-Wear Gel Eyeliner da Bobbi Brown na cor Black Mauve Shimmer Ink, numa espécie de cat eye esfumado e pouco definido. Na linha de água, e para abrir o olhar, o lápis nude da Nars.

Nas pestanas, apliquei a Big&Curvy Waterproof Mascara da The Body Shop e meia dúzia de pestanas falsas.

Dos olhos, passei à pele e fiz um mix de duas bases que adoro: Nude Natural Glow da Dior+Fond de Teint Correcteur Invisible da Eisenberg (*). Nas olheiras e pequenas imperfeições, recorri aos correctores Mac Mineralize. Nas maçãs do rosto, um toque de blush em creme da Revlon (*), na cor Flushed e o iluminador RMS Living Luminizer. Por cima, (muito pouco) pó translúcido Laura Mercier, para selar os produtos, mas não retirar o brilho e luz da pele. Voltei às maçãs do rosto com o blush rosa fofo Pinkie da Avon da linha Color Trend e procurei alguma definição para o contorno do rosto com o Sculpting Powder do Kevyn Aucoin.

Para último ficaram as sobrancelhas, definidas com o lápis da Mac na cor Brunette, e os lábios foram preenchidos com o batom Rouge L'Extrait na cor Avarice da Guerlain.





Oh no, not another red lipstick

Oh no, not another red lipstick



A  primeira vez que me atrevi usar batom vermelho, foi numa aula de auto-maquilhagem que fiz há uns anos. Até então, a minha paleta limitava-se aos nudes, lip balm e pouco mais. Mas a partir daí, a minha vida (“maquilhísticamente” falando) nunca mais foi a mesma. O vermelho abriu portas a todas as cores que se lhe seguiram: rosa, laranjas e corais, e por último, os cor de vinho.

Para mim, um batom colorido é a melhor forma de conseguir uma maquilhagem bonita e um ar polido, bem como animar qualquer rosto em qualquer estação do ano. Bem sei que por vezes não é fácil, já que toda a gente comenta e olha, se ousamos passar um batom que foge das cores apagadas e tristes. Mas acreditem, que vale bem a pena e, como em tudo, é uma questão de hábito e de vontade. E uma sugestão que deixo, para quem as vantagens que enunciei merecem que se corra o risco, é começar por usar uma versão stain da cor eleita, ou seja, mais suave e aplicada com o dedo.


Posto isto, vamos passar revista a alguma batons que saltaram, nos últimos meses, aqui para a colecção dos escarlates.


Illamasqua Intense Lipgloss Succubus, Elite  Repulp Gloss A6541, Mac Matte Relentlessly Red, Elf Velvet Rope, Revlon 720 Fire&Ice, Avon  Red 2000, Avon Radiant Ruby, Revlon 525 Wine With Everyting


Illamasqua Intense Lipgloss SuccubusElite  Repulp Gloss A6541

Dois glosses maravilhoso e de acabamento perfeito. O primeiro é mais opaco e escuro, o segundo mais aberto em termos de cor e consistência. Podem ser usados sozinhos ou por cima de um batom ou lápis de lábios. Não é a opção mais prática de aplicar nem usar, mas ficam lindos, lindos. Um truque é delinear os lábios com um lápis para o efeito, transparente, ou na cor do gloss, para evitar que escorra para fora dos seus limites.


Mac Matte Relentlessly Red é um vermelho aberto já com um pezinho no rosa, mas que deixa um acabamento bonito e seco. Reservado para quem gosta de acabamentos mates e cuida dos lábios, já que de contrário, pode não ser muito agradável de se aguentar nos lábios.

Elf Velvet Rope é um vermelho tomate, aberto e com propriedade hidratantes, muito fácil de aplicar e que me custou uma pechincha (3$).


Revlon 720 Fire&Ice é um vermelho mais marcante e intenso, de acabamento brilhante. Lindo, lindo (de novo, eu sei, mas é que estes rapazes são mesmo de cortar o fôlego).


Ando a redescobrir os batons da Avon, e tenho ficado rendida ao que já experimentei. Começo por este Avon Red 2000, parecido com o anterior da Revlon, em termos de cor e de acabamento. Assenta bem e deixa os lábios preenchidos de vermelho vibrante e apetitoso.

Já o Avon Radiant Ruby é um vermelho com partículas brilhantes em vermelho rosado. Parece uma maçã do amor. Aliás, arriscaria mesmo em afirmar que é um substituto plausível do Forbidden Apple da Estée Lauder, mas como não os experimentei lado-a-lado, se calhar estou a delirar e então, nesse caso, façam de conta que não fiz esta comparação.


Revlon 525 Wine With Everyting, é o vermelho mais fechado de todos, já a caminho do cor de vinho. Lindo e maravilhoso, como todos os batons da marca que tenho.

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