Máscaras: nutritiva e hidratante

Máscaras: nutritiva e hidratante


Mais uma ronda pelas minhas máscaras, já que estou a levar isto do "acabar as (demasiadas) coisas que andam a uso", muito a sério. Cometi umas facadinhas pelo meio, admito, mas vamo-nos centrar no que interessa e, para o caso, são estas três meninas. Em comum têm o facto de serem todas cremosas, da estirpe que seca e, só por isso, já é um ponto negativo porque não gosto de texturas que me prendam a pele e me façam desejar retirar rapidamente o produto que tenho no rosto.

Assim, começo por esta Liz Earle Intensive Nourishing Treatment Mask que já andava a ganhar teias de aranha na gaveta e que comprei, já nem sei onde, juntamente com o cleanser que tornou a marca conhecida (pelo menos, para mim).E tal como o mesmo, que não me impressionou, também esta máscara não me conquistou por ali além, mesmo sendo adequada para pele seca, sensível e stressada. A máscara é uma pasta cremosa que pode ser aplicada até ao pescoço (como de resto, quase todas as máscaras o podem e devem ser) e, depois de seca pode ser retirada com o famoso pano de musselina, que no meu caso foi substituído por uma luva de feltro.

E é isso, uma máscara normal, que não sinto que faça nada de extraordinário e que estou ansiosa que se fine, ficando a nota mental, de não comprar tudo o que me aparece pela frente sob a pena de penar (desculpem a redundância) durante o seu uso.

Docteur Renaud Raspberry Soft Mask, foi outra máscara que comprei nuns descontos da Douglas, onde na prateleira, tudo me pareceu divinal e atractivo. A referência constante a frutas nas embalagens minimalista, fizeram-me adquirir dois ou três produtos que não gostei particularmente. Uma espuma de rosto (que falarei adiante), uma água de limpeza de framboesa (que é simpática) e esta máscara hidratante com framboesa. Consta que o Docteur Renaud, com um percurso interessante como homem da ciência que se dedicou à cosmética -com livros e artigos editados sobre o assunto- criou esta linha com o objectivo de colocar os seus conhecimentos sobre plantas, ao serviço da beleza. Até aqui tudo bem e de facto, todo o conceito da marca é muito interessante e os produtos, como já disse, muito apelativos. Mas de facto, esta máscara foi um suplício de se usar, apesar da textura aveludada e cor rosinha com cheiro a framboesa. Secava super rápido e mais que tudo, não se notava absolutamente nada na minha pele que indicasse o seu uso. Nada de pele luminosa, resplandecente, hidratada, nem essas coisas que normalmente aponto a produtos deste género. Fiquei sem vontade de comprar mais coisas e por isso pergunto a vocês, leitoras, se já usaram esta marca e se têm uma opinião diferente da minha.

Por último, a Bioelements Creme Therapy Super Emollient Cream Mask (que foi descontinuada e substituída pela Ultra Rich) é também ela, uma máscara cremosa a seca, ou não tivesse base de argila na sua composição que, de acordo com a marca, tem o objectivo de lubrificar a pele e diminuir linhas. É uma marca sem fragrância, corantes nem é testada em animais e todo o design das embalagens apela ao minimalismo e à seriedade. O conceito parece-me bem, e tem vários produtos com aspecto fantástico (aliás, ando a usar um leite de corpo e gosto) mas este, porém, não me convenceu e fiquei um pouco decepcionada com os resultados alcançados, tendo em conta os prometidos. 

Mas, como disse, o facto de estas máscaras serem “secas”, não contribui em nada a seu favor e vou deixar de as comprar se adivinhar previamente que assim o são.

Cleansing balm, o nível seguinte na limpeza da pele

Cleansing balm, o nível seguinte na limpeza da pele


Desde que comecei a usar óleos desmaquilhantes, nunca mais o acto da limpeza foi encarado como tarefa demorada e aborrecida. Espalha-se com os dedos, emulsiona-se e passa-se por água e, na maioria das vezes, é o que basta para levar 100% da maquilhagem e sujidade acumulada na pele durante o dia. Mas, eis que apareceram no mercado os chamados cleansing balms, que se me afiguraram mais ricos e apetitosos, e que me levaram as dispensar (ainda que de forma temporária) os óleos.

São produtos em textura de pomada (que eu adoro, adoro) que, depois de aplicados no rosto, não só derretem toda a maquilhagem como favorecem a auto-massagem e deixam a pele que é um sonho: limpa, confortável e reluzente. Com os óleos, costumava ser suficiente passar um jacto de água, mas com estes balms, mais espessos e intensos, resolvi adquirir uma dúzia de luvas de banho, que uso (uma, no máximo duas vezes antes de ir para lavar) para retirar o excedente de produto e garantir a limpeza a fundo.


Assim, e dos que andam a uso, tenho estes dois belos exemplares, separados por alguns euros de diferença, perfeitamente justificados pela qualidade superior dos ingredientes. Falo do Emma Hardie Amazing Face Natural Lift and Sculpt Moringa Cleansing Balm, um unguento daqueles bem espessos e ricos (à minha moda). Trata-se, portanto, de um produto de limpeza para todos os tipos de pele, com sementes de moringa, vitamina E, jasmim, óleo de rosa, etc, que ajudam a avivar uma pele triste e cinzenta. Pelas características da sua textura e riqueza da sua formulação, pode ser usado para realizar uma prazerosa auto-massagem ou para ser aplicado em zonas extra secas como cutículas, cotovelos e joelhos, para actuar como um bálsamo reparador ou ainda, como máscara. Basta deixar actuar 10 minutos.

Falando na eficácia, confirmo tratar-se de um produto muitíssimo bom que cumpre o que promete e que deixa a minha pele revigorada e limpa mas com glow. Não o uso todos os dias, apenas e porque é bastante caro para a quantidade e eu, com a mão pesada que tenho, gastava isto em 10 dias. Mas na boa!

Para me entreter nos outros dias, deitei a mão a esta Sumptuosus (também não diria tanto, mas ok) Camomile Cleansing Butter da The Body Shop, que mereceu elogios um pouco por todo o lado, e merecidos, a meu ver. É um produto simpático, numa lata amorosa e a um preço bem mais amigo. Retira a maquilhagem com eficácia excepto em dias em que carrego um pouco mais no look. Aí, tenho de recorrer ao cotonete embebido em água micelar (como aliás, acontece quando uso o da Emma Hardie). Em termos de textura e riqueza do produto, acho que pelas imagens, temos uma noção clara de quem sai vencedor já que esta parece uma espécie de vaselina solidificada. Ainda assim, depois de aquecida, desliza muito bem e permite, igualmente, uma auto-massagem. Dizem as más-línguas (e a lista de ingredientes também) que o mau mesmo é o facto de na formulação, encontrarmos uma data de elementos sintéticos. Para além disso, apesar de ostentar um "para todos os tipos de pele”, não me parece ser coisa que peles mais oleosas queiram experimentar mas falando no meu caso e na minha pele, não senti qualquer revés no meu controlo da sensibilidade.

Apesar de preferir o da Emma Hardie, por tudo o que enunciei (excepto no preço), considero esta manteiga um produto bem jeitoso e das melhores coisas que já usei da marca .

Protector Solar, sempre!

Protector Solar, sempre!


Aquilo que a maioria almeja (e bem vistas as coisas, merece ter) nesta altura são uns dias de férias relaxadas que inclui, quase sempre, idas à praia/piscina/rio. Assim é o Verão (ou deveria ser, que este ano isto está muito fraquinho, para grande gáudio meu)! É que odeio calor e qualquer temperatura acima dos 28º, assume-se como algo verdadeiramente aterrador. O calor e o sol têm a capacidade de despertar o pior que há em mim. Para além de um bronzeado heterógeno e às manchas (devido à minha falta de melanina em algumas zona do corpo e a pele hiper sensível e com rosácea no rosto) fico irritada, aborrecida, preguiçosa e sem vontade de fazer o que quer que seja.

Acontece que o facto de não me esparramar ao sol, não invalida o uso de protector solar o ano inteiro  nem o deitar a mão a alguns produtos para depois do sol (bem apetitosos) que povoam as prateleiras de tudo o que é farmácia e perfumaria. E é uma selecção desses tipo de produtos, que vos trago hoje.

Comecemos pelo início, e com dois produtos da Isdin, de protecção para rosto e corpo. O Fotoprotector Isdin Transparent Spray SPF50+, foi-me recomendado (e muito bem) pela Ana, como sendo um produtor invisível, prático para o dia-a-dia e super fácil de aplicar no corpo. Estou mesmo muito satisfeita com esta aquisição e o único senão que lhe aponto, é o facto de que por ser transparente, acabemos por gastar mais e mais rápido do que gostaríamos.

Depois, e para o rosto, a Sofia recomendou-me este Foto Ultra da ISDIN - Solar Allergy Fusion Fluid 100+, no seguimento do meu tratamento para a rosácea, e estou a adorar. Como aliás já gostava da versão Isdin Exreme SPF50+. Este é especial para peles propensas a alergias (nomeadamente ao sol) e com ectóina a 1%,, promete tornar a pele mais resistente ao sol. "Parece magia mas é apenas ciência", parece-me um bom slogan no que toca a descrever a textura fluida que, através da fricção na pele, se torna ainda mais e é rapidamente absorvida e etérea. Constitui, para o meu caso, uma excelente base de maquilhagem.


Passando agora a mais alguns protectores solares de rosto, temos este Lancaster Skin Therapy SPF30 PA+++, que é da minha mãe, assim como o Filorga UV Defense 50+, os quais uso de vez em quando. O primeiro é um protector de rosto com oxigénio (que faz parte de uma gama com produtos que me parecem bem interessantes), a ser aplicado por cima do creme normal e ideal para o dia-a-dia. Confesso que não tenho grande opinião, já que usei apenas um par de vezes, mas gosto da textura aveludada, apesar de achar um pouco pesado para protector diário, já que a seguir, ainda vem a maquilhagem.

O Bioderma Photoderm SPF50+ com cor, que já foi apresentado aqui, está de momento de licença sabática porque é demasiado rico para ser usado em dias de maior calor e por isso, e nesse campo, o da Isdin é mais simpático e de acabamento mais seco.

O produto que se segue - Lancaster Sun Beauty Velvet Touch Cream Radiant Tan- veio numa compra dos saldos, na qual por 30€ vinha este protector e um sérum 365 da marca. O negócio pareceu-me irrecusável e como a minha mãe faz praia, ofereci-lho, não sem antes o usar apenas uma vez. É de textura aveludada, quase espessa, e serviu para atestar que se trata de facto de um protector para praia, já que é demasiado pastoso para ser usado no quotidiano e nem quero imaginar a dificuldade que será em aplicar maquilhagem por cima. Já o da Filorga, é fantástico, com uma textura rica (talvez um pouco demais, para dias mais quentes) mas fluída, que se espalha que é uma maravilha e sem rasto nem películas impeditivas da maquilhagem. É indicado para prevenir o fotoenvelhecimento e a hiperpigmentação, regularizando a síntese da melanina. Contém ácido hialurónico e propriedades anti-inflamatórias que agem contra a desidratação, sendo ideal para pele sensíveis ou sensibilizadas por tratamentos a laser ou peelings, por exemplo.


Temos agora um agrupamento algo heterogéneo de produtos que começa com esta bruma UV in Cellium da Esthederm, que adoro. Diz a marca que o spray permite enriquecer as defesas da pele, tornando-a resistente aos malefícios do sol, mas permitindo-lhe aproveitar os seus benefícios. Ora bem, não sei muito bem como é que um produto sem SPF faz isto, mas reconheço na Esthederm uma marca de excelência no que toca a cuidados solares (sobretudo para pele sensíveis) com gamas super completas para a preparação da pele, protecção e sua recuperação. E se ela diz que este spray ajuda, eu acredito, mesmo não excluindo, de todo, o uso prévio de protector solar. Mas gostando eu, como gosto deste tipo de brumas, se trouxer alguma protecção adicional, tanto melhor.

Já esta base da Shiseido- UV Protective Liquid Foundation SPF 30 (*)- seria um produto que à partida não daria atenção, admito. Não só porque estou servida de base até ao próximo milénio mas sobretudo porque produtos híbridos, que garantem duas coisas ao mesmo tempo me suscitam sempre a desconfiança de que não farão bem nenhuma. Quando me foi oferecida pela Sweet Care, pensei tratar-se de um protector solar e por isso, foi com surpresa, que na primeira vez que a usei, expeli um produto colorido. A cor -medium ivory- que é a mais clara que existe por cá, pareceu-me muito escura na altura, o que não me demoveu de a experimentar. Uns pozinhos mais claro, não lhe fazia nada mal mas fiquei absolutamente maravilhada com a textura, o acabamento e a cobertura.

Sendo que no verão, a maioria das bases de que gosto, tornam-se um pouco pesadas, tento safar-me apenas com um pouco de corrector aplicado estrategicamente nas zonas mais necessitadas. Assim, constato que esta base veio, de certa forma, revolucionar a minha percepção de acabamentos mate e seco, que sempre detestei, aliás. Mas a verdade é que não tenho usado outra coisa nas últimas semanas e tenho gostado muito. Aplico com a mão ou pincel, a cobertura é a que gosto (média), e "quase" dispensa o uso de corrector e completamente, o pó. É de longa duração e resistente à água (diz ela, que eu não a testei em condições adversas) e por isso, no fim do dia, requer um pouco mais de dedicação na sua remoção. Estou absolutamente maravilhada.

Para cabelo, tenho usado as réstias do ano passado que já havia partilhado aqui, aos quais se veio juntar esta "novidade" da Kérastase- CC Crème Soleil (*).Contém filtros UV para proteger a fibra e a cor e é indicado para todos os tipos de cabelo e promete proteger, reparar e iluminar os fios. Gosto sobretudo da versatilidade do produto já que pode ser usado antes, durante ou depois da exposição solar e ajuda a nutrir, reparar e disciplinar o cabelo.

Uso em dias alternados com os óleos, depois da escovagem, nos comprimentos, como último passo da rotina de cabelo pois além de tudo o que enunciei atrás, retira algum frizz e cabelitos espetados que teimam em querer arrebitar.


Por último, temos a secção dos pós solares e o que eu gosto deles, não tem mesura. Gosto sobretudo porque este tipo de produtos é de natureza reparadora (que cai sempre bem), calmante e de texturas ricas e untuosas, como eu adoro.

O primeiro que aqui aparece, a bruma apaziguante Bariésun da Uriage, é já repetente e continuo a gostar muito dela, pelos motivos que apresentei aqui. Uso o ano inteiro, apesar de fazer mais sentido usar agora por garantir uma sensação de arrefecimento na pele.

Depois, este Lancaster Sun Age Control veio dos saldos porque não resisti à palavra "night" junta da "balm", e tudo o que seja unguentos para noite, está à partida, vendido. Podia, no entanto, ser mais balm e menos geleia, já que acho que não faz completamente jus ao nome que ostenta no rótulo. Ainda assim, é inegavelmente um produto que tenho adorado usar à noite, após a limpeza da pele e aplicado com uma ligeira automassagem. De manhã, não há qualquer vestígio e apesar de a pele não acordar completamente nova, fica macia e de aspecto aveludado.

O Lierac Sunific Aprés Soleil, sérum sedoso, anti envelhecimento e regenerador, é das coisas mais maravilhosas que tenho usado nos últimos tempos. O frasco azulado alberga um híbrido de sérum com óleo, igualmente azulado e enriquecido com extracto de mimosa tenuiflora (para uma tripla acção regenerante, reparadora e cicatrizante) e com um trio hidratante reparador à base de óleos de coco, calêndula e glicerina vegetal, extracto de alga azul para uma acção reparadora e ácido hialurónico puro que ajuda a alisar e a preencher a pele. Sem parabenos, diz a marca que repara os sinais de envelhecimento solar (como rugas, manchas e desidratação) e promete apaziguar a pele. Confirmo tudinho (ou pelo menos o que me é permitido em duas semanas de uso). Tenho aplicado à noite no rosto e pescoço, antes do creme...e bem, é maravilhoso. Mas já tinha dito isso, não já?

Para terminar, resta-me falar (outra vez) nesta máscara da Eisenberg, que isto quando se gosta, é partilhado até à exaustão. Este produto, que tanto fez por mim, na época de maior agitação da rosácea está a ser usado neste momento, apenas como tratamento de manutenção, já que o verdadeiro efeito refrescante nunca mais se fez sentir porque nunca mais tive acessos de vermelhidão e calor. E já lá vão uns meses largos. É caso para se bater palminhas e agradecer a todos os santos.


Para terminar, deixo-vos com um vídeo que me deixou deveras impressionada e que veio reforçar aquilo que digo sempre. Sol, mas com protecção solar. Sim?!

Diagnóstico de pele

Diagnóstico de pele


{Fotografias de Filipa Moreno}

Depois da análise que fiz na maquineta da Skinceuticals (que me deixou em pânico, com o cenário que mostrou), há muito que desejava fazer uma avaliação ao estado da minha pele. Já sabemos que é sempre preciso hidratar, proteger e cuidar dela, mas saber se todos esses esforços estão a surtir algum efeito, é algo que nem sempre se consegue constatar "à vista”. Foi por isso, que aceitei com muita expectativa, o convite da Ana para me submeter a um diagnóstico de pele, na farmácia Aliança.

O diagnóstico começa com uma conversa sobre a nossa rotina e em seguida, passamos à dita, com o analisador Soft Plus, que permite verificar a saúde da pele, celulite (ui!) e cabelo. Este aparelho tem a capacidade de fazer medições em vários segmentos diferentes como hidratação, elasticidade, sebo, PH, melanina, temperatura, fotótipo e idade biológica da pele. A informação é recolhida com uma micro câmara em diferentes zonas do rosto e fornece imagens de rugas, pigmentação, queratina, capilares, poros e acne. Tudo isto permite conhecer muito rapidamente o tipo e estado da pele assim como traçar uma rotina de beleza em conformidade.

Todos os passos foram sendo explicados pela Ana, no meio de muitas perguntas (claro) e muita galhofa, porque juntar três meninas (a mana Filipa também esteve por lá a fotografar), que têm pela cosmética um apreço muito grande, não poderia dar noutra coisa.




E passando aos dados concretos que obtive:

-Hidratação_pele normal (63.2, sendo a taxa ideal >59)

-Oleosidade_pele seca (16, sendo a taxa ideal 34-54)

-Elasticidade_normal (49.5, sendo a taxa ideal >35)

-Pigmentação_uniforme (apesar de já ter aqui umas manchinhas a darem o ar da sua (des)graça)

-Rugas_Nível baixo

Veredicto: Idade biológica abaixo da faixa da idade (que é, 35 dentro de dias) e tenho que tomar em muita atenção a protecção solar e a firmeza.

Conselhos: Limpar a pele de forma suave para não remover o revestimento hidrolipídico da pele, usar tónicos sem álcool e adequados a pele seca, recorrer a produtos ricos em minerais, que estimulam a hidratação, e óleos essenciais, que suavizem a pele. Usar protector solar sempre (mesmo que só vá à esquina comprar pão, ou bolos, vá). Usar produtos à base de vitaminas antioxidantes e hidroácidos, que auxiliam a renovação celular.


Para além disto, pude ainda mexer em tudo e mais alguma coisa que é “produtada” de duas marcas que gosto muito -Lierac e Caudalie- e tive direito a um tour pelas imensas marcas que esta farmácia disponibiliza, sendo que não consegui deixar de me render nem aos séruns da Lierac nem ao auxiliar de detox da Föld (que não está a correr como eu queria porque não é fácil beber algo que se assemelha a água do pântano, em cor e sabor. Mas que contarei noutra altura).


Um muito obrigada à Ana pelo convite! Para lerem a experiência, por outra óptica (a dela), é favor visitar o blog - a fine day to exit- que saltou imediatamente para os meus favoritos. E é fácil perceber porquê: qualidade das imagens (deliciosas) e sobretudo pelo conteúdo informado, explicativo e fundamentado.

Se quiserem saber a quantas anda a vossa pele, podem marcar o Diagnóstico de Pele, de forma gratuita (em qualquer altura) por telefone: 910247061 ou pelo e-mail: skinpharmacypt@gmail.com

Farmácia Aliança, Rua da Conceição, 2-18, porto (em frente ao Candelabro)

Beautiful Colors

Beautiful Colors


{Bouquet feito pelas mãos abençoadas da Sofia dos Branco Prata}

Hoje é dia de mostrar coisas lindas que vieram morar cá para casa, quase todas com proveniência dos saldos. E não apenas destes, mas de Janeiro. Eu sei, eu sei, custa-me estrear os produtos. Já sabem como é!

Comecemos então pela paleta Golden Vintage Eyelights da Dita Von Teese para a Art Deco que já tenho desde o ano passado e ainda não lhe deitei a unha. E assim sendo, não tenho nada a tecer (nem sei se terei) porque faz parte do lote de produtos que tenho pena de usar e fica ali na caixinha apenas para olhar para ela. Manias. Mas posso descrevê-lo com sendo um trio de sombras  rosa e malva e que têm bastante brilho e glitter. Provavelmente, um pouco demais, mas caramba, digam lá se não é a coisa mais linda!

Depois, este quarteto da Clarins Ombre Minerále 4 Couleurs em rosewood (nº3) gravita, também ele, em volta dos tons rosa e malva e apercebi-me (já em casa, pois nas lojas, e com tanta coisa bonita, fico de raciocínio toldado e olvidada do que tenho) que é bastante parecido com este da Shiseido. Mas pronto, não consegui resistir àquele rosinha velho do canto superior esquerdo e achei, que só por ele, já valia a pena a compra. Tenho usado muito em maquilhagens que faço, principalmente para casamento, e posso dizer que são muito boas de trabalhar, duradouras e bastante leves em termos de pigmentação. Ideais para quem gosta (como eu) de looks mais frescos e naturais.


Mais dois produtos comprados já em Janeiro e que só agora entraram a uso - Estée Lauder Pure Color nas cores Violet Crush e Black Cassis. Escuso de falar nas embalagens maravilhosas, pesadas e luxuosas, já que é evidente, e passo para o produto em si. Se não me falha a memória, penso que além destes, apenas tenho mais dois batons da Estée Lauder: um nude (Vanilla Truffle) e um laranja (Coral Tangerine), os quais adoro não só pelas cores únicas e especiais, mas pela textura confortável e rica. Por isso, esta dupla veio cimentar o meu amor por batons da marca já que têm cor intensa, fórmula duradoura, mate e aveludada (que é, apenas, o meu acabamento favorito num batom). Tudo de bom portanto!


Agora um dos "novos" blushes cremosos da YSL  que anda a uso há umas semanas já, e do qual gosto bastante. A panóplia de cores é bastante diversa, com rosas secos ou frios, cor de pele, pêssegos ou nude, a fazerem da escolha algo muito complicado mas que acabou por recair num vermelho tomate nº5. Este Kiss&Blush baby doll, pode ser usado nas bochechas e lábios (e, porque não, nas pálpebras).  A cor acorda-me imediatamente a tez e traz vida ao rosto, mesmo quando não aplico mais nada. A textura é cremosa e algo borrachosa, e o aplicador em forma de coração. O único senão que lhe aponto, é a parca durabilidade quando usado como blush, mesmo selado com pó. Já como batom, e contra todas as probabilidades, aguenta-se melhor apesar de não ser, de todo, um batom de longa duração.

Passando aos blushes da Guerlain, que estiveram a hibernar desde a sua compra em Janeiro e que só agora tive coragem de lhe passar o pincel, as cores são Pink Punk e Over Rose. Sendo a primeira composta por um duo, no qual a cor maior é um coral vivo mate e a dupla, mais pequena, um rosa queimado que pode ser usado para definir e contornar a bochecha. O blush da direita, na cor Over Rose, é igualmente composto por uma dupla de produtos, em tons rosa. Sendo o maior um rosa aberto e de acabamento acetinado e, o mais pequeno, um rosa clarinho mate que pode ser aplicado em separado, ou em cima do anterior e nos cumes das maçãs, para dar dimensão. Não me consigo alhear do facto destes produtos serem muito perfumados, o que torna a aplicação algo inebriante. E sim, as cores na fotografia estão bastante alteradas (sorry!) e não lhes fazem jus.


O trio de batons/gloss que aqui vêem são todos da YSL,e pela ordem temos: Gloss Volupté na cor 3 (*), e os Verniz à Lèvres nas cores 25 e 27.

O Gloss de cor pêssego/tangerina contém umas micro partículas de brilho dourado, das quais não sou particularmente fã (e que se notam se reparado mais de perto) mas que na realidade dão alguma dimensão aos lábios. Não consigo decifrar o sabor, mas será próximo do das gomas de melancia/”chiclas” de melão. O aplicador algo estrambólico, causou-me alguma estranheza por ser em S e dobrável, mas é certo que torna a aplicação certeira e à prova de erros pois o mesmo adapta-se aos lábios em todas as suas fissuras e curvaturas.

Passando aos Vernis À Lèvres, aos quais já teci rasgados elogios aqui e aqui, consegui apanhar mais estas duas cores, sendo a primeira um rosa bem aberto e intenso e o segundo, um pêssego tímido. Adoro, adoro o acabamento vinil transparente deste produto e da duração louca sem sair, borrar ou estragar o contorno dos lábios. Já para não falar nas cores maravilhosas e na embalagem mais que perfeita.


Por último, mais uma bela paleta da Dior, que se veio juntar às que já existem cá em casa e que nunca serão demais. De nome Grège (um arraçado de bege e cinza) é composta por três cores frias e duas quentes, que casam de forma elegante e sóbria. A cor caramelo é maravilhosa e a cor mais escura, um beringela acastanhado, fica bem em todas as cores de olho. O acabamento, não sendo mate, anda longe das outras paletas que tenho, de acabamento acetinado ou brilhante. Para mim, estas serão das paletas mais bonitas e melhores que se podem encontrar em perfumaria e, em breve, sairão por cá mais cores capazes de nos deixar de olhos em bico e os euros da carteira aos saltos. Podem ter um vislumbre do que aí vem, aqui.


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