Nars

Nars


Depois de umas compras que fiz na Nars quis o acaso, e o facto de não conseguir usar logo as coisas quando as compro, que aqui há uns dias tivesse separado em cima da minha secretária, este conjunto de produtos da marca. Estão a faltar aqui umas coisas, que comprei especialmente para trabalho e que entraram logo ao serviço, mas isso não me desmotivou a tecer umas linhas de apreciação sobre os mesmos, até porque a Nars é uma marca que me divide os amores: ora tenho coisas muito boas ora me saem coisas de qualidade duvidosa e vergonhosa, para o preço que custam.

Daquilo que vos trago de mais fresquinho, têm em comum o facto de serem todas coisas boas e ainda bem, porque é sinal que a marca está a investir no aprimoramento das fórmulas, especulo eu.



A primeira compra, pela qual penei porque esteve tempos infinitos esgotada, foi esta caixa com três batons lápis de edição limitada. Já tinha um e, apesar de achar que é um produto prático mas que na verdade acaba por sair caro porque contém pouco produto labial e desaproveita-se imenso a afiar, achei que esta caixinha saía bem mais em conta, para além de ser linda de morrer. Não serve para mais nada, é facto, mas não lhe resisti, nem à selecção de cores que inclui: o Nars Velvet Matte Lip Pencil Provocative Red (1. um vermelho rosado bem mate e fechado), o Satin Lip Pencil, Luxembourg (2. vermelho glossy, luminosos mas opaco) e o Satin Lip Pencil Yu (3. rosa bem histérico, luminosos, glossy e opaco). Existe a selecção de nudes que também me anda a tentar fortemente. Vinha ainda uma afia espectacular (que infelizmente acho que deitei ao lixo, por engano, a vos me confesso em desabafo).

Gosto muito deste género de produtos porque são práticos de trazer pela carteira, como já mostrei aqui e, apesar de preferir versões que não precisem de afia, estou bastante enamorada por estes em particular, porque são de imensa qualidade. Temos cores intensas e bonitas, bem pigmentadas, com variações mate mas não demasiado secas, e as glossy, no nível certo de brilho, sem a desvantagem de escorrem pelos lábios.



Comprei também este Dual Intensity Blush Fervor (5.), o qual, para além de ter uma apresentação linda, conta com duas cores sublimes variantes do rosa (que me parecia bem mais acastanhado no site): um luminoso e outro mais queimado, ambos com brilho que conferem um ar saudável, nada gritante, às bochechas, e que ficam encantadores mesmo usados como sombras. São pigmentados q.b., ou seja, passando o pincel a coisa não se desfaz mas larga a quantidade suficiente para se fazer um trabalho gradual de cor. Podem ser usados molhados também, sendo que intensifica a cor e a opacidade.


Na onda dos produtos de fazer a modelação, nunca consigo resistir a comprar mais, mesmo que tenha consciência que já tenho opções suficientes para esta vida de maquilhadora. E provavelmente, para a próxima também. Assim, apesar de já ter um produto de contorno da marca, que acho pouco pigmentado e que vem numa paleta que mostrarei numa próxima oportunidade, comprei este Nars Contour Blush (6.) sendo que existem três tons, tendo eu optado pela cor Paloma, um castanho médio, mate, rosado e um bege claro, mais transparente e rosado também. Surpreendentemente, pelo que disse atrás, este pó compacto nada ter a ver com o outro e é muito mais macio e pigmentado ao ponto de bastar uma passagem com o pincel para agarrar produto suficiente. Como o pigmento é refinado e amanteigado, agarra-se à pele de forma natural e pode construir-se em intensidade. Do pó mais claro não acho assim tanta piada, já que quando faço a zona iluminada, prefiro coisas com algum brilho, no entanto, para looks mate ou para quem dispensa esse factor, este pode ser um duo a deitar o olho e as mãos.


Por último, como qualquer apaixonada pela beleza que se preze, não consegui ignorar o facto de haver um batom com o meu nome. Quem tem nomes menos comuns saberá a felicidade que é encontrar um colar, uma malga do leite ou um poster com o nosso nome. Faz-nos sentir especiais mesmo que tenham sido feitos para todas as Marlene da vida. O Nars Audacious Lipstick (4.) não podia ser excepção e teve mesmo que ser meu. Na verdade, até achei que a cor tem tudo a ver comigo: um laranja cor de telha, bem opaco, pesado e vibrante e, não fosse adversa à palavra, diria muito dentro das tendências deste inverno. A embalagem é lindíssima de acabamento mate, pesada e com fecho magnetizado que faz clique e ajuda a manter a tampa bem fechada. 




Se quiserem ver se a Nars dedicou um batom à vossa pessoa, podem espreitar aqui. Eu, mesmo odiando o meu segundo nome, estou tentada a comprá-lo também (e não, não vou dizer qual é).

Uber (licious)

Uber (licious)


[Fotografia de Luísa Rodrigues]

Há mais ou menos um mês, foi-me dada a oportunidade de experimentar a app da Uber, com oferta de um generoso plafond para as minhas viagens. 

A pessoa não tem carta, e quis uma série de acasos felizes que a minha casa, atelier e tudo o que interessa na verdade, fosse muito pertinho. Logo, anda-se muito a pé, de comboio, metro ou de táxi, se necessário, mas confesso que sempre alimentei o desejo de um dia ter um motorista, ou por outra, não ter que conduzir. Se, para o trabalho na farfetch o transporte está assegurado todos os dias, existe toda uma série de ocasiões em que ter um "motorista disponível" dá muito jeito,  e é aí que a experiência Uber veio mesmo a calhar. 

Motoristas bem vestidos, educados, que nos abrem a porta do carro, fazem conversa sem serem intrusivos, música e ar condicionado personalizados, a um preço acessível (ainda que este factor não fosse de todo condicionante, uma vez que a qualidade é excelente), são algumas das razões pelas quais considero a Uber uma opção maravilhosa em termos de transporte. Arrisco mesmo a dizer... de luxo!


A app é super intuitiva, permintindo-nos saber exatamente onde é que o motorista está, o tempo de espera é reduzido, não há preocupações em termos de levantamento de dinheiro, bastando para isso ter um cartão de crédito associado, não há acréscimo de bagagem e o recibo vai directo para o email.


Podem ainda utilizar a app em todos os países/cidades em que a Uber exista, e que o euro seja a moeda em vigor. O único defeito que lhe aponto, é o facto de não haver pré-agendamento das viagens, uma vez que por vezes, em situações de urgência possam não haver carros disponíveis, coisa que na realidade ainda não aconteceu, um mês volvido depois da primeira utilização.

Para os novatos nestas andanças, aqui fica um vídeo exemplificativo de como utilizar a aplicação:

E porque o que é bom deve ser partilhado, a Pretty Exquisite tem o código promocional - uberprettyexquisite - para que a vossa primeira viagem, até 10€, seja totalmente grátis!


Boa viagem!

Joico é amor

Joico é amor


Já há muito que não fazia aqui uma actualização do que se anda a passar com o meu cabelo e o que tenho usado. Hoje é o dia!

A Joico era uma marca da qual já tinha ouvido falar, mas que nunca tinha calhado usar. Andava bastante satisfeita com as marcas que tenho partilhado convosco (Kérastase, Macadamia, Z.one concept, Senscience) que não senti necessidade de procurar outras coisas. Mas, num trabalho que tive há uns meses, em conversa com o hairstylist, ele falou-me muito bem da Joico e que a mesma seria indicada para uma abordagem de tratamento e cuidado do cabelo e não apenas embelezamento. Foi sugestão que bastou para eu mandar vir umas coisas para testar e, para começar, tenho a dizer que é simplesmente genial.

O meu cabelo é fino a médio, pintado e fiz alisamento em outubro do ano passado. Sim, leram bem. E só não digo que está cá para as curvas porque seria uma metáfora que contradiz exactamente aquilo que ele é neste momento. Liso. Sim, passado um ano, tenho o frisado horrível na zona de crescimento, e só. De resto, acho que está muito brilhante, sem pontas espigadas, soltinho e bonito. (Ok, com algumas brancas que irei aniquilar em breve, mas isso já é outro serviço). Sem dúvida que atribuo esse facto a estes catraios, porque quando uso o tratamento direitinho, o cabelo fica mesmo…espectacular! É a única palavra que me ocorre.

Gostei tanto do que usei que entretanto comprei mais umas coisas, mas há uns meses, era isto que me passava pelos cabelos.


Primeiro, e para lavar, cheguei à conclusão que champôs para cabelo seco me pesavam no cabelo, e como tal, adoptei os de cabelo finos. Assim, este Shampoo for Fullness & Volume faz parte da linha Body Luxe que tem por objectivo inflar os cabelos finos, dando-lhes volume a peso zero. Indicado para cabelos finos a normais, o meu portanto, promete engrossar cada fio de cabelo, e conferir-lhe brilho e hidratação. O que eu notei? Que lava muitíssimo bem o cabelo, nada pesado nem meloso, e que apenas e só com o champô, já sinto o cabelo soltinho.

O que me leva aos dois produtos seguintes que uso de acordo com o tempo que tiver. Se lavar o cabelo num dia que tenha de ser tarefa expedita, recorro logo ao K-Pack Intense Hidrator, que faz parte da linha K-Pack que tem uma porrada de produtos para tudo e mais alguma coisa. É dirigida a cabelos danificados e estragados, já que promete reparar e fortalecer o cabelo graças à sua tecnologia reconstrutiva (dizem eles). Este produto em particular, é para cabelo muito seco e, permitam-me a transcrição do que este menino é capaz de fazer, porque eu acho que é merecida:

There’s dry hair… and there’s hair that’s so parched, so thirsty, so starved for moisture that only a serious drink could bring it back to life. Intense Hydrator is the cocktail of choice: a profoundly nourishing treatment (at a gentle 3.5 PH level), offering immediate hydration to hair that’s gasping for air."

Pronto, e é isto: o sonho de qualquer cabelo seco como a areia do deserto, tipo o meu: frisado (agora nem tanto, mas a tensão mantém-se), errático e seco que foi danificado graças a tratamentos químicos e factores externos.

Em termos de aplicação, é para depois da lavagem e do excesso de água retirado, aplica-se nos comprimentos. Se tiver tempo, deixo actuar mais que os cinco recomendados, se não, vai esse tempo e o cabelo fica bonito na mesma.

Depois, um tratamento mais profundo que uso apenas quando tenho tempo para dar de pose, o K-Pack Bio- Adanced Restorative Treatment, que diz conseguir reparar anos de danos no cabelo, apenas com uma aplicação (que eu honestamente duvido, mas ok, no meu caso os danos não serão assim tão graves), ajuda a manter a cor da coloração e indicado para qualquer tipo, forma, tamanho, cor ou textura de cabelo, que esteja danificado e necessite de uma ajuda à séria. Veredicto? Magnífico! Sinto que trata o cabelo em profundidade e deixa-o mesmo muito bonito, domado e brilhante, sem pontas estragadas, pelo menos nos últimos tempos.


Para finalizar e nas pontas, como não prescindo de óleos (e apesar da linha extensa, não encontrei um da marca que servisse os meus propósitos) andei a usar este Ojon Rare Blend Oil, que ainda não estou certa de gostar porque das vezes que usei, achei que me deixou o cabelo melado. Tenho a mão pesada para estes produtos, na verdade para todos, mas que neste caso é fatal porque a posologia é de duas gotas e indicado para cabelos mais grossos. Admito que acabei por deixá-lo um pouco de lado e usar os meus da Phyto, mas de agora em diante, irei usar este, com moderação.

Este Ojon Rare Blend Oil, que tem que se agitar previamente de forma a fundir as três fases de produto, diz que ajuda a proteger e tratar um cabelo que esteja seco e estragado e promete deixá-lo mais sedoso e manejável.

Biotherm Blue Therapy Accelerated - O desafio

Biotherm Blue Therapy Accelerated - O desafio


No passado sábado aceitei o convite e o desafio da Biotherm, de fazer um diagnóstico de pele e testar os novos produtos da linha BlueTherapy.

Nunca perco a oportunidade de fazer diagnósticos em maquinetas, neste caso com a tecnologia Blue Smart, que serão menos emotivas a analisar a minha pele, na esperança de saber algo de novo. Mas não, o diagnóstico deu aquilo que eu já sei: pele com tendência à desidratação (não são todas?), hipersensibilidade (nada de novo portanto) e hiperpigmentação em algumas zonas (isto sim é novo mas já visível a olho nu). Assim, a análise bateu com aquilo que estou careca de saber e que tenho tentado combater.

Em resumo, tenho uma pele nessas condições, com 36 anos acabados de fazer e ideal para experimentar os produtos da linha BlueTherapy, que tem por objectivo reparar os sinais visíveis de envelhecimento, como rugas, manchas e perda de firmeza. Têm como ingrediente chave, extracto da chamada Alga da Juventude, caracterizada pela sua resistência a baixas temperaturas e condições extremas, rica em antioxidantes, sendo que a marca promete transpor duas das suas capacidades para a pele: combater sinais de idade e acelerar a sua reparação.




Estes produtos vieram em hora boa, já que terminei a rotina que andava a seguir e antes de encetar uma nova, vou fazer uma pausa de três semanas e aplicar apenas o Blue Therapy Accelerated Serum+Creme (*). Claro que tudo o resto não vai faltar, tal como o creme de olhos, protector solar, esfoliantes e máscaras mas no que toca a tratamento diurno, vai ser isto.

O sérum deve aplicar-se depois da pele limpa, todas as manhãs, evitando o contorno dos olhos e de acordo com este guia de massagem (que a propósito, adoro, já que considero a forma de aplicação de um produto, quase tão importante quanto a sua composição). A marca promete: pele mais firme, textura mais refinada, pele mais radiante e macia.

O creme, em textura gel/creme que se funde à temperatura da pele. Promete: pele elástica, mais luminosa e macia, e mais hidratação, e deve ser aplicado de manhã no rosto e pescoço, a seguir ao sérum, evitado o contorno de olhos.

 

Vou testar e volto com veredicto!

Urban Decay (good) news

Urban Decay (good) news


{fotografia de Luísa Rodrigues}

Aqui há umas semanas chegaram-me estes produtos da Urban Decay e a pessoa rejubilou de felicidade. Tanta coisa boa para testar de uma vez só, com embalagens lindas e irrepreensíveis, com a cor roxa e variantes, em várias declinações e interpretações.


Em jeito de breve apreciação, começo pelo Afterglow 8 Hour Powder Blush na cor Score (4*), um pêssego coral, com um brilho ligeiro, para tons de pele claro a médio, pigmento refinado e que vem numa caixa muito original e compacta, onde as letras deixam ver o produto à transparência. Ou melhor, através de uma rede. Promete 8 hora de duração, coisa que não consegui aferir, já que usei apenas em trabalho e com a técnica combinada de blush cremoso. Mas esta marca tem um particular cuidado e oferta de produtos que asseguram a duração, como primers de rosto e olhos, fixadores e fórmulas duráveis e por isso, não duvido nadinha desta sua capacidade.

Temos depois um par de glosses, os High Color Lipgloss (*): um rosa na cor Failbait  (3.2)e um roxo, na cor Bittersweet (3.1). Quando olhei para o roxo achei que dificilmente iria usar aquela cor. E achei bem! No entanto, já usei em trabalho e porta-se como um gloss à maneira: textura com espessura mas nada peganhoso, cor potente mas com efeito que se espera de um gloss, ou seja, a transparência e o acabamento quase lacado. Já o rosa Bittersweet, num tom médio, e muito bonito, tem a mesma apreciação em termos de textura e acabamento. Para serem usados sozinhos ou como toque de brilho, por cima de um batom. Têm a vantagem de não migrar do limite do lábio e de durarem bastante, que é coisa algo rara neste tipo de produto. Também não secam os lábios e são bastante confortáveis de se usar.

O que nos leva à minha parte favorita de batons que são os de acabamentom mate. Assim, de uma assentada, vierem estes todos Matte Revolution (*), em cores que não me consigo decidir de qual gosto mais: um nude pêssego na cor Matte Stark Naked (2.1), um vermelho equilibrado na cor Matte Bad Blood (2.3) e um framboesa de declinação fria e vibrante na cor Matte After Dark (2.2). As cores, como podem verificar, são absolutamente de morrer e deixam os lábios preenchidos de cor intensa e bem pigmentada mas o acabamento, apesar do nome, não é completamente mate (se tivermos por comparação os supra sumos dos mate - os retro matte da Mac). Eu diria que tende para isso, mas o acabamento é mais acetinado e aveludado, sem a secura dos verdadeiro mate.


Depois, das novidades que mais entusiasmaram (ok, os batons mate foram os meus favoritos) foram estes lápis de sobrancelhas e passo a explicar a razão. Durante algum tempo debati-me sobre qual o produto mais prático para trazer no kit para tratar das sobrancelhas das clientes. Claro que tenho de ter de tudo, consoante as necessidades (marcador, pó, gel, máscara) mas acabava sempre por recorrer às mesmas coisas, pela sua praticidade: lápis de sobrancelhas. Mas não um lápis qualquer. Tem que ser deste género, com ponta extremamente fina. Os primeiros que comprei foram da Mac e o famoso Lingering, que dizem dar para uma vasta gama de tons de pêlo. Mas nem todos. Assim, andei a sondar e em Portugal, em lojas físicas, só conheço mais uma marca que tenha este tipo de lápis: a Clinique, do qual tenho dois e adoro. Mais alternativas, e com uma gama de cores interessante, resolvi investir nos da Anatasia Bervely Hills, que são dos melhores lápis de sobrancelhas que tenho. Ou melhor, tinha, porque com a chegada destes brow beater microfine brow pencil and brush (*) temos concorrência à altura e já não tenho que panicar, quando os anteriormente referidos terminarem. Assim, temos três cores das boas, -Taupe (1.1 para pêlos clarinho, cabelos loiros ou castanho claros a médios, de fundo frio), Warm Brown ( 1.2 que é um castanho mais quente, ideal para cabelos de castanho quente, ruivas, ou cabelos escuros, sendo que existe o Neutral Brown, que cheira-me que vou gostar mais que deste já que prefiro cores mais frias para este tipo de trabalho) e Dark (1.3 para cabelos muito escuros ou para combinar com os anteriores e dar dramatismo às sobrancelhas). Cobrem quase todas as possibilidades de cores de pêlos de sobrancelha, e com traço ultra fino e preciso, capaz de replicar pêlos unitários mas também construir uma “sobrancelhona”. Gostei muito, muito mesmo!

Para acompanhar os lápis de sobrancelhas, veio um gel - Flexible Hold Brow Gel (*) - , já que depois de se preencherem, é necessário que se fixem. Este gel existe em várias cores condizentes com as dos lápis, sendo que a minha é transparente, tem uma escova pequena e adequada ao efeito, que facilita a escovagem e disciplina os pêlos. No entanto, achei que não tem grande poder de segurar pêlos mais grossos ou rebeldes, tipos os meus, mas a verdade é que o nome dele também não promete isso.



Amanhã volto para vos mostrar a maquilhagem que fiz na mana com apenas três destes produtos!

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